EDUCAR É INCLUIR: POR QUE A INCLUSÃO DEVE SER O CENTRO DAS PRÁTICAS EDUCACIONAIS?
DOI:
https://doi.org/10.46550/ilustracao.v7i3.580Abstract
Este estudo teve como propósito examinar a inclusão como princípio estruturante das práticas educacionais, examinando seus fundamentos normativos, seus limites institucionais e as possibilidades de reorganização pedagógica capazes de assegurar equidade no ambiente escolar. O estudo abordou a centralidade da dignidade humana, da igualdade de oportunidades e da participação ativa no contexto da educação básica, problematizando a distância entre o acesso formal e a efetiva apropriação do conhecimento. A metodologia adotada consistiu em pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa, baseada na seleção, leitura e análise crítica de produções científicas recentes, com organização dos dados em eixos temáticos articulados ao problema investigado. Os resultados indicaram que a efetivação da educação inclusiva depende de transformação cultural e organizacional, revisão curricular, fortalecimento do projeto político-pedagógico e corresponsabilidade docente, especialmente por meio do trabalho colaborativo. Concluiu-se que a inclusão não poderia ser compreendida como medida complementar, mas como fundamento orientador da prática escolar, condicionando a legitimidade das ações pedagógicas à promoção da justiça social e da cidadania.
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