https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/issue/feed Revista Ilustração 2026-03-11T14:36:54-03:00 Revista Ilustração eilustracao@gmail.com Open Journal Systems <p>A Revista Ilustração é um periódico quadrienal da Editora Ilustração, classificada com <strong>Qualis A4 </strong>(<a href="https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoPublicacaoQualis/listaConsultaGeralPeriodicos.jsf" target="_blank" rel="noopener">CLIQUE AQUI</a> para verificar) na última avalição quadrimestral do Qualis CAPES (2021-2024). Tem como missão oportunizar publicações e socialização do conhecimento nos diferentes campos do saber. Busca publicar produções em forma de artigos científicos de pesquisadores, preferencialmente vinculados à Programas de Pós-Graduação, com aportes teóricos ligados a diferentes campos do conhecimento que permeiam o meio acadêmico nacional e internacional.</p> <p>Público-alvo: Pesquisadores de Programas de Pós-Graduação.</p> https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/549 O PAPEL DO PROFESSOR DE ARTE NA CONSTRUÇÃO DE UMA ESCOLA INCLUSIVA: DESAFIOS, COMPETÊNCIAS E POSSIBILIDADES EDUCATIVAS 2026-03-02T17:01:00-03:00 Liliane do Nascimento Neri revista@gmail.com Marcelo Longo Freitas Mandarino revista@gmail.com Manoel Augusto Sales revista@gmail.com Patrícia Borges Lisboa revista@gmail.com Itamar dos Santos Fonseca revista@gmail.com Lucimar Venâncio Amaral revista@gmail.com <p>O artigo discute os desafios enfrentados pelos professores de Arte no contexto da inclusão escolar, analisando a necessidade de formação contínua, competências pedagógicas e atitudes que permitam atender à diversidade presente nas salas de aula. A partir de referenciais teóricos e documentos nacionais e internacionais, como a Declaração de Salamanca, a LDB e a BNCC, destaca-se que o ensino de Arte desempenha papel essencial na promoção da participação, da expressão e do desenvolvimento integral dos estudantes. O texto reforça que o professor de Arte é um mediador cultural cuja atuação contribui para a construção de ambientes educativos mais inclusivos, democráticos e sensíveis às singularidades dos alunos. Conclui-se que a inclusão, ao exigir adaptações curriculares, metodológicas e institucionais, demanda docentes preparados para promover uma educação humanizadora, colaborativa e centrada nas potencialidades de cada estudante.</p> 2026-03-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Liliane do Nascimento Neri, Marcelo Longo Freitas Mandarino, Manoel Augusto Sales, Patrícia Borges Lisboa, Itamar dos Santos Fonseca, Lucimar Venâncio Amaral https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/550 TECNOLOGIA ASSISTIVA NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: INOVAÇÃO, ACESSIBILIDADE E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS CONTEMPORÂNEAS 2026-03-02T21:37:51-03:00 Rodrigo Leite Locatelli revista@gmail.com Joelson Lopes da Paixão joelson.paixao@hotmail.com Leonardo Corrêa Costa revista@gmail.com Éder Geovani da Paz Oliveira revista@gmail.com Magda Regina Dias Farias revista@gmail.com Letícia Leite Rodrigues revista@gmail.com <p>A incorporação de tecnologias assistivas no contexto da educação inclusiva tem se consolidado como estratégia fundamental para a promoção de acessibilidade, participação e aprendizagem de estudantes com deficiência e transtornos do neurodesenvolvimento. Em um cenário educacional marcado pela diversidade cognitiva, sensorial e motora, a tecnologia assistiva transcende a dimensão instrumental e assume caráter pedagógico estruturante, articulando inovação, equidade e direito à educação de qualidade. O presente artigo analisa criticamente o papel da tecnologia assistiva na educação inclusiva contemporânea, discutindo seus fundamentos conceituais, tipologias, evidências de eficácia e desafios de implementação nas redes de ensino. Parte-se da hipótese de que a tecnologia assistiva, quando integrada ao planejamento pedagógico e fundamentada em evidências científicas, potencializa autonomia, comunicação e desempenho acadêmico, contribuindo para a redução de barreiras à aprendizagem. Metodologicamente, o estudo adota abordagem qualitativa de natureza teórico-analítica, com revisão integrativa da literatura recente e diálogo com marcos normativos nacionais e internacionais. Os resultados indicam que recursos como softwares de leitura e escrita assistida, sistemas alternativos e aumentativos de comunicação, dispositivos de acesso alternativo e ferramentas digitais adaptativas ampliam significativamente a participação de estudantes com deficiência, desde que acompanhados de formação docente adequada e suporte institucional. Conclui-se que a efetividade da tecnologia assistiva depende menos da sofisticação tecnológica e mais de sua integração intencional ao currículo, da avaliação contínua de resultados e da articulação entre escola, família e equipe multiprofissional. Defende-se que inovação e acessibilidade constituem dimensões indissociáveis da qualidade educacional inclusiva, demandando políticas públicas consistentes e compromisso ético com a democratização do conhecimento.</p> 2026-03-03T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Rodrigo Leite Locatelli, Joelson Lopes da Paixão, Leonardo Corrêa Costa, Éder Geovani da Paz Oliveira, Magda Regina Dias Farias, Letícia Leite Rodrigues https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/546 TECNOLOGIA DIGITAL DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO E METODOLOGIAS ATIVAS NA PERSONALIZAÇÃO DO ENSINO DE REDAÇÃO 2026-02-26T23:23:55-03:00 Luiz Fernando Ridolfi luizridolfi@hotmail.com Audenora Maria Gomes revista@gmail.com Wadiswava Dias Rezende Dominick Figueiredo revista@gmail.com Noélia Maria Araújo da Cruz Souza revista@gmail.com Andreza Barcaro revista@gmail.com Janize da Cruz Andrade revista@gmail.com Marla de Sousa Rosa Bertolla revista@gmail.com Gustavo Alves Cajano revista@gmail.com Edneide Souza Rosa revista@gmail.com <p>O presente artigo analisa a integração das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) e das metodologias ativas na personalização do ensino de Redação nos anos finais do Ensino Fundamental. Parte-se do pressuposto de que a articulação entre ensino híbrido, mediação tecnológica e protagonismo discente pode reconfigurar práticas pedagógicas tradicionais centradas na transmissão de conteúdo. O estudo, de natureza qualitativa, configura-se como um estudo de caso realizado com três turmas do 8º ano de uma escola da rede privada, envolvendo planejamento didático, implementação de atividades mediadas por ambiente virtual de aprendizagem e acompanhamento do desempenho discente ao longo de um semestre letivo. A produção dos dados ocorreu por meio de observação participante, registros das interações em ambiente digital, aplicação de questionário avaliativo e análise das produções textuais dos estudantes. Os dados foram examinados com base na análise de conteúdo, permitindo a identificação de categorias relacionadas à interação, engajamento, autonomia e colaboração. Os resultados indicam que a mediação tecnológica, quando articulada a estratégias de aprendizagem ativa, favorece a ampliação da participação discente, a diversificação das práticas avaliativas e o fortalecimento de processos autorais na produção escrita. Conclui-se que a personalização do ensino, compreendida não como individualização, mas como adequação pedagógica às diferentes trajetórias de aprendizagem, constitui-se como possibilidade concreta de inovação didática na Educação Básica, desde que sustentada por planejamento intencional e fundamentação teórico-metodológica consistente.</p> 2026-03-04T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Luiz Fernando Ridolfi, Audenora Maria Gomes, Wadiswava Dias Rezende Dominick Figueiredo, Noélia Maria Araújo da Cruz Souza, Andreza Barcaro, Janize da Cruz Andrade, Marla de Sousa Rosa Bertolla, Gustavo Alves Cajano, Edneide Souza Rosa https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/548 A EVOLUÇÃO DA GESTÃO HOSPITALAR DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19 2026-03-01T18:44:19-03:00 Luiz Fernando Ridolfi luizridolfi@hotmail.com Raquel Corradi Magalhães revista@gmail.com Magna Patrícia de Oliveira Agreste revista@gmail.com Naiza Nunes Violato Couto revista@gmail.com Ellayne Lima Vieira revista@gmail.com Fernanda Botelho da Silva revista@gmail.com Izabel Janaina Barbosa da Silva revista@gmail.com <p style="margin: 0cm; text-align: justify;">Este estudo aborda a pandemia de COVID-19, decretada em 11 de março de 2020 pela Organização Mundial da Saúde como emergência de saúde pública internacional, representou um desafio significativo para a gestão hospitalar em 168 países, evidenciando contrastes marcantes entre instituições públicas e privadas. Este estudo analisa as transformações ocorridas na administração hospitalar durante a crise sanitária, destacando as estratégias de intervenção implementadas, as lições aprendidas e os legados deixados para a gestão em saúde. Os objetivos específicos incluem identificar as principais ações adotadas nos diferentes níveis de atenção dos sistemas de saúde e promover uma reflexão sobre os aprendizados e implicações permanentes decorrentes da pandemia. A justificativa fundamenta-se na necessidade de compreender como distintas abordagens gerenciais e a disponibilidade de recursos influenciaram a resposta às demandas emergenciais. A metodologia adotada baseou-se na análise de dados e na revisão bibliográfica de fontes primárias, a partir do referencial teórico da disciplina <em>Hospital Management</em> do Mestrado em Gestão de Cuidados em Saúde da <em>Must University</em>, complementada por fontes secundárias de bases científicas em português e inglês, plataformas digitais como <em>Google Acadêmico</em>, e sites oficiais do Governo. Conclui-se que, apesar das diferenças estruturais entre os setores público e privado, ambas as administrações desenvolveram aprendizados relevantes relacionados à flexibilização, inovação tecnológica e cooperação, elementos essenciais para o fortalecimento contínuo dos sistemas de saúde.</p> 2026-03-04T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Luiz Fernando Ridolfi, Raquel Corradi Magalhães, Magna Patrícia de Oliveira Agreste , Naiza Nunes Violato Couto , Ellayne Lima Vieira, Fernanda Botelho da Silva, Izabel Janaina Barbosa da Silva https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/551 COMPETÊNCIA DIGITAL DOCENTE NA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA: DIMENSÕES CONCEITUAIS, DESAFIOS FORMATIVOS E PERSPECTIVAS CRÍTICAS 2026-03-04T11:27:51-03:00 Leomar Campelo Costa revista@gmail.com Joelson Lopes da Paixão joelson.paixao@hotmail.com Jéfferson Balbino revista@gmail.com Leonardo Corrêa Costa revista@gmail.com Humberto Alves Nogueira revista@gmail.com Luciano dos Santos Freire revista@gmail.com Mayara Simões de Carvalho revista@gmail.com <p>A consolidação da cultura digital e a incorporação progressiva de tecnologias emergentes aos processos educacionais tornaram a competência digital docente um eixo estruturante da qualidade pedagógica contemporânea. Essa competência, longe de se restringir ao domínio instrumental de ferramentas tecnológicas, envolve a integração crítica, ética e metodologicamente consistente das tecnologias digitais ao currículo, à avaliação e à mediação pedagógica. O presente estudo analisa criticamente os fundamentos conceituais, as dimensões estruturais e os desafios formativos da competência digital docente, articulando referenciais internacionais, como o DigCompEdu da Comissão Europeia, e discussões acadêmicas contemporâneas sobre letramento digital, inovação pedagógica e transformação institucional. Parte-se da premissa de que a competência digital docente constitui constructo multidimensional que integra conhecimento tecnológico, pedagógico e de conteúdo, além de atitudes éticas e reflexivas. Argumenta-se que o desenvolvimento dessa competência não ocorre de maneira espontânea, mas exige políticas institucionais estruturadas, formação continuada e cultura organizacional orientada à inovação responsável. Contudo, emergem desafios relacionados à desigualdade de acesso, à sobrecarga profissional e à tendência de tecnicismo acrítico. Conclui-se que a competência digital docente representa elemento central para a efetiva integração das tecnologias à educação contemporânea, exigindo abordagem sistêmica, crítica e fundamentada pedagogicamente.</p> 2026-03-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Leomar Campelo Costa, Joelson Lopes da Paixão, Jéfferson Balbino, Leonardo Corrêa Costa, Humberto Alves Nogueira, Luciano dos Santos Freire, Mayara Simões de Carvalho https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/554 ENTRE LÍNGUA, CULTURA E IDENTIDADE: REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA PESSOA SURDA NA PERSPECTIVA LINGUÍSTICA 2026-03-07T19:15:12-03:00 Sylvia Lia Grespan Neves revista@gmail.com Hannah Araújo Rosendo revista@gmail.com Lucas Vargas Machado da Costa revista@gmail.com Débora Gonçalves Ribeiro Dias revista@gmail.com Tales Douglas Moreira Nogueira revista@gmail.com Leandro Viturino dos Santos revista@gmail.com <p>Este artigo examina as representações sociais da pessoa surda sob perspectiva linguística, articulando língua, cultura e identidade na comunidade surda brasileira. A Libras configura-se como sistema linguístico autônomo e fundamento da cultura visual-espacial, desafiando paradigmas oralistas e patológicos. O referencial teórico mobiliza Moscovici, Bakhtin e autores nacionais para analisar práticas discursivas que perpetuam ou transformam concepções deficitárias. A educação bilíngue emerge como estratégia central, legitimando a Libras como L1 e promovendo agência simbólica surda. Evidenciam-se tensões entre legislação inclusiva (Lei 10.436/2002) e práticas excludentes, propondo-se linguística aplicada para reconfiguração das hierarquias linguístico-culturais.</p> 2026-03-07T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Sylvia Lia Grespan Neves, Hannah Araújo Rosendo, Lucas Vargas Machado da Costa, Débora Gonçalves Ribeiro Dias, Tales Douglas Moreira Nogueira, Leandro Viturino dos Santos https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/542 VARIAÇÃO LEXICAL EM LIBRAS NO REGISTRO ACADÊMICO: ANÁLISE DE TERMOS TÉCNICO-CIENTÍFICOS 2026-03-07T19:31:28-03:00 Deonisio Schmitt revista@gmail.com Ana Carolina Raimundo Silva revista@gmail.com Carla Beatriz Medeiros Klein revista@gmail.com Marceli Lucia Paveglio Romeu revista@gmail.com Daniel Lopes Romeu revista@gmail.com Giovana Cristina de Campos Bezerra revista@gmail.com <p>Este artigo examina a variação lexical na Língua Brasileira de Sinais (Libras) no registro acadêmico, analisando os processos de criação, negociação, difusão e formação de termos técnico-científicos utilizados por comunidades surdas universitárias. A pesquisa problematiza a tensão entre diversidade lexical regional e exigências de precisão conceitual no ensino superior bilíngue, contexto consolidado pela Lei nº 10.436/2002 e Decreto nº 5.626/2005. Fundamenta-se em referenciais sociolinguísticos (Labov, 2008), terminológicos (Cabré, 1993) e teorias de registro linguístico (Halliday, 1989), aplicados à especificidade visuoespacial da Libras. Demonstra-se que a criação de sinais para conceitos como epistemologia, metodologia e paradigma&nbsp;ocorre via negociações colaborativas entre docentes surdos, intérpretes e estudantes, combinando iconicidade fonética e arbitrariedade convencional (Stokoe, 1978; Liddell, 2003). A difusão terminológica acelera-se por redes acadêmicas presenciais (congressos) e digitais (glossários videográficos), evidenciando gradientes regionais e etários na adoção lexical (Quadros; Klein, 2014). Políticas linguísticas de formação profissional revelam-se insuficientes para documentar variantes, perpetuando assimetrias entre centros acadêmicos dominantes e periferias linguísticas (Skliar, 2002). Conclui-se que a variação lexical constitui patrimônio constitutivo da Libras acadêmica, demandando políticas que promovam terminografia colaborativa e currículos reflexivos sobre metalinguagem sinalizada. Tais medidas empoderariam a comunidade surda como produtora autônoma de conhecimento científico, transcendendo papéis remediativos para afirmar epistemologias visuoespaciais no panorama acadêmico brasileiro.</p> 2026-03-07T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Deonisio Schmitt, Ana Carolina Raimundo Silva, Carla Beatriz Medeiros Klein, Marceli Lucia Paveglio Romeu, Daniel Lopes Romeu, Giovana Cristina de Campos Bezerra https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/555 COMO A AÇÃO É ESTRUTURADA NA LIBRAS: UM OLHAR DA LINGUÍSTICA COGNITIVA 2026-03-07T19:36:52-03:00 Ramon Dias de Araújo revista@gmail.com Amarildo João Espindola revista@gmail.com Antonio Mateus Toledo revista@gmail.com Rivael Mateus Fabrico revista@gmail.com Adriano de Oliveira Gianotto revista@gmail.com Daniel Cícero dos Santos Barbosa revista@gmail.com <p>Este artigo analisa a estruturação da ação na Libras sob a perspectiva da Linguística Cognitiva, demonstrando como esquemas imagéticos (fonte-caminho-meta,&nbsp;força), metáforas conceptuais (VIDA É MOVIMENTO) e categorização prototípica organizam os sinais de ação. Evidencia-se que a iconicidade não é mera representação mimética, mas princípio estruturante da gramática cognitiva, materializando construais conceituais no espaço visual-gestual. Os parâmetros fonológicos da Libras (movimento, configuração, orientação) funcionam como esquemas simbólicos que perfilam aspectos salientes da experiência corporal. A simultaneidade expressiva permite codificar agentividade, trajetória e causalidade em configurações gestuais únicas. As implicações pedagógicas sugerem materiais didáticos baseados em redes semânticas radiais e ensino multimodal. A análise legitima a Libras como sistema linguístico autônomo, posicionando-a como laboratório privilegiado para estudar a cognição&nbsp;embodied.</p> 2026-03-07T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Ramon Dias de Araújo, Amarildo João Espindola, Antonio Mateus Toledo, Rivael Mateus Fabrico, Adriano de Oliveira Gianotto, Daniel Cícero dos Santos Barbosa https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/556 CONSCIÊNCIA METALINGUÍSTICA NA ESCRITA DE VERBOS POR SURDOS PÓS-GRADUANDOS 2026-03-07T19:42:20-03:00 Marceli Lucia Paveglio Romeu revista@gmail.com Adriano de Oliveira Gianotto revista@gmail.com Hannah Araújo Rosendo revista@gmail.com Débora Gonçalves Ribeiro Dias revista@gmail.com Katiuscia da Silva Avila revista@gmail.com Giovana Cristina de Campos Bezerra revista@gmail.com <p>Este artigo analisa a consciência metalinguística na escrita de verbos por surdos pós-graduandos, considerando o bilinguismo Libras-português escrito como segunda língua. Examina-se como a transposição entre modalidades linguísticas distintas — visual-espacial e oral-auditiva — gera fenômenos interlinguais na morfologia verbal, especialmente flexão temporal, concordância e uso do infinitivo. Por meio de revisão teórica abrangente e análise contrastiva, identificam-se níveis progressivos de controle metalinguístico na produção e retextualização textual, revelando competências reflexivas avançadas nesses sujeitos. Conclui-se que práticas pedagógicas bilíngues devem priorizar atividades contrastivas e reflexivas para otimizar o desenvolvimento da escrita verbal acadêmica, contribuindo para políticas educacionais inclusivas no ensino superior.</p> 2026-03-07T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Marceli Lucia Paveglio Romeu, Adriano de Oliveira Gianotto, Hannah Araújo Rosendo, Débora Gonçalves Ribeiro Dias, Katiuscia da Silva Avila, Giovana Cristina de Campos Bezerra https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/557 MUDANÇA LEXICAL EM LIBRAS: NEOLOGISMOS ACADÊMICOS NA FORMAÇÃO DE DOUTORES SURDOS 2026-03-07T22:11:44-03:00 Deonisio Schmitt revista@gmail.com Carla Beatriz Medeiros Klein revista@gmail.com Eduardo Alberto Megda revista@gmail.com Giovana Cristina de Campos Bezerra revista@gmail.com Ananda Loiola Simões Elias revista@gmail.com Marcelo de Araújo Costa revista@gmail.com <p>A mudança lexical em Libras, impulsionada pela formação de doutores surdos, constitui fenômeno linguístico e sociocultural de relevância crescente no Brasil. Este artigo analisa os processos de neologização — composição, derivação paramétrica, metáfora visual e ancoragem lexical — que expandem o léxico acadêmico da língua de sinais para conceitos como epistemologia, hermenêutica e interseccionalidade. Tradutores-intérpretes educacionais (TILSP), professores surdos/ouvintes e doutorandos atuam como agentes colaborativos na criação e validação desses neologismos, superando limitações históricas da terminologia científica em Libras. As implicações revelam uma epistemologia surda visual autônoma, resistência ao colonialismo linguístico oralista e consolidação identitária da comunidade surda no espaço universitário. Conclui-se que o mapeamento sistemático desses neologismos subsidia políticas linguísticas inclusivas e glossários bilíngues oficiais para o ensino superior.</p> 2026-03-07T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Deonisio Schmitt, Carla Beatriz Medeiros Klein, Eduardo Alberto Megda, Giovana Cristina de Campos Bezerra, Ananda Loiola Simões Elias, Marcelo de Araújo Costa https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/558 O BRINCAR COMO ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA PARA O DESENVOLVIMENTO INTEGRAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL 2026-03-07T22:15:14-03:00 Nivaldo Pedro de Oliveira nivaldopedro560@gmail.com <p>O artigo abordou o brincar no que se constitui como prática fundamental para o desenvolvimento integral das crianças na Educação Infantil, articulando dimensões cognitivas, afetivas, motoras e sociais. Apresentou uma revisão teórica e prática sobre o papel do brincar como estratégia pedagógica intencional, relacionando concepções de teóricos clássicos e atuais para às orientações normativas brasileiras da Base Nacional Comum Curricular e Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, dado que, estudos passados, modernos e recentes já apontavam impactos positivos da ludicidade no processo educativo logo nos primeiros anos no processo educativo. O aprendizado propôs uma metodologia de revisão bibliográfica do tipo qualitativa e com características descritivas para se mapear evidências e práticas que comprovam o transformar positivo na aprendizagem através do brincar em instrumento de ensino e cuidado. Discutiu-se implicações para o planejamento pedagógico, pontuando o papel do professor, sua formação personalizada para o brincar e como mediar as condições, materiais e afetivas necessárias para que as ludicidades favoreçam aprendizagens significativas. Possuiu uma estrutura organizada numa Introdução, Desenvolvimento, Resultados Encontrados e Conclusões Finais no estudo. Concluiu-se que o brincar, quando pensado como ação intencional e bem contextualizada, promove o desenvolvimento integral necessário para ao aprendizado significativo e deve ocupar posição central nos currículos e rotinas da Educação Infantil.</p> 2026-03-07T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Nivaldo Pedro de Oliveira https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/559 INTERDISCIPLINARIDADE E RECOMPOSIÇÃO DAS APRENDIZAGENS: CAMINHOS PARA A REORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA 2026-03-08T17:51:14-03:00 Ivone Maria da Costa e Castro revista@gmail.com Doralice Fernandes de Oliveira revista@gmail.com Débora Alves de Melo Bastos revista@gmail.com <p>A pandemia de COVID-19 provocou impactos significativos nos processos educacionais, ampliando desigualdades e evidenciando lacunas no desenvolvimento das aprendizagens na Educação Básica. Nesse contexto, a recomposição das aprendizagens tornou-se um tema central nas discussões pedagógicas e nas políticas educacionais voltadas à reorganização do ensino. O presente artigo tem como objetivo analisar a relação entre interdisciplinaridade e recomposição das aprendizagens, destacando fundamentos teóricos, desafios curriculares e institucionais e possibilidades de práticas pedagógicas integradoras. Trata-se de um estudo de natureza teórico-analítica, fundamentado em obras e pesquisas que discutem currículo, interdisciplinaridade e organização do trabalho pedagógico. A análise evidencia que práticas interdisciplinares podem contribuir para a reconstrução de percursos formativos mais significativos, ao promover articulação entre saberes, contextos e experiências escolares. Conclui-se que a interdisciplinaridade constitui estratégia relevante para a reorganização pedagógica, favorecendo a recomposição das aprendizagens de maneira integrada, crítica e alinhada ao direito de aprender.</p> 2026-03-08T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Ivone Maria da Costa e Castro, Doralice Fernandes de Oliveira, Débora Alves de Melo Bastos https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/560 O LOCUS DELICTI NA ERA DIGITAL 2026-03-08T21:28:37-03:00 Adriano Nazareno Soares Miranda Junior revista@gmail.com Elaine Silva Rodrigues revista@gmail.com Marvyson Darley Albuquerque Alves revista@gmail.com <p>O presente artigo analisa o fenômeno do estelionato virtual no contexto da consolidação da Sociedade da Informação, examinando os desafios enfrentados pelo ordenamento jurídico brasileiro diante da crescente digitalização das relações sociais e econômicas. Parte-se da premissa de que os crimes cibernéticos decorrem da ampliação do uso das tecnologias digitais, distinguindo-se entre delitos informáticos próprios e impróprios, categoria na qual se insere o estelionato ao transpor uma tipificação penal tradicional para o ambiente virtual. Por meio de abordagem dedutiva e pesquisa bibliográfica, o estudo examina a origem conceitual e a tipicidade do crime previsto no artigo 171 do Código Penal, confrontando sua estrutura normativa com novas modalidades de fraude eletrônica, como phishing e utilização de páginas espelhadas. A análise evidencia que, embora instrumentos normativos como a Lei nº 12.737/2012 (Lei Carolina Dieckmann) e a Lei nº 12.965/2014 (Marco Civil da Internet) tenham representado avanços na regulação do ambiente digital, ainda persistem lacunas normativas e operacionais que dificultam a repressão eficaz de fraudes virtuais, sobretudo aquelas praticadas em ambientes de maior anonimato. Ademais, identificam-se desafios relevantes na persecução penal, como a definição da competência jurisdicional e a necessidade de maior capacitação técnica das instituições responsáveis pela investigação. Conclui-se que o enfrentamento do estelionato eletrônico demanda não apenas o aperfeiçoamento legislativo, mas também investimentos em infraestrutura tecnológica, formação especializada e estratégias de prevenção baseadas em educação digital, de modo a fortalecer a proteção dos direitos fundamentais no ambiente informacional.</p> 2026-03-08T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Marvyson Darley Albuquerque Alves, Adriano Nazareno Soares Miranda Junior, Elaine Silva Rodrigues https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/561 (RE)PENSAR A FORMAÇÃO ACADÊMICA NA ERA DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: ÉTICA, AUTORIA E AVALIAÇÃO NA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU 2026-03-09T09:29:25-03:00 Edinaldo Enoque da Silva Júnior eenoquejr@gmail.com Jenerton Arlan Schütz jenerton.schutz@p.ucb.br Fábio César Junges fabiocesarjunges@san.uri.br <p>O artigo analisa os desafios éticos, pedagógicos e epistemológicos enfrentados pela formação acadêmica Stricto Sensu na era da Inteligência Artificial (IA). Os modelos avaliativos tradicionais centrados em resultados, métricas e produtividade, chegam ao esgotamento, revelando os limites de uma concepção tecnocrática do conhecimento. Com base em autores como Freire, Larrosa, Morin, Schön, Arendt, Floridi, Han, Zuboff e Benjamin, o estudo propõe um (re)pensar paradigmático em direção à avaliação formativa, que valorize o processo, a reflexão e a presença humana como dimensões essenciais da aprendizagem. O texto discute como o colapso da lógica do desempenho exige novos critérios pautados pelo diálogo, cuidado e responsabilidade ética. Defende-se que a autoria acadêmica, face à escrita algorítmica e da produtividade automatizada, deve ser compreendida como ato de responsabilidade moral e existencial, e não apenas de originalidade formal. Além disso, analisa-se como as tecnologias digitais podem aprofundar a alienar, bem como favorecer práticas reflexivas e colaborativas, dependendo de sua integração ética ao processo formativo. Por fim, o artigo propõe uma pedagogia do cuidado e da lentidão, capaz de restituir à educação o tempo, o silêncio e o pensamento como condições de compreensão genuína. Ao reconectar o saber ao sentido, à ética e à experiência vivida, a pós-graduação reafirma sua vocação humanista: formar sujeitos críticos, responsáveis e criativos em um mundo cada vez mais automatizado.</p> 2026-03-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Edinaldo Enoque da Silva Júnior, Jenerton Arlan Schütz, Fábio César Junges https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/562 ATUAÇÃO DA(O) PSICÓLOGA(O) NO CREAS: SÍNTESE DE UMA REVISÃO INTEGRATIVA 2026-03-09T10:45:40-03:00 Débora Viana de Souza svianadebora@gmail.com Maria Aparecida Penso penso@p.ucb.br <p>Esta revisão integrativa analisou produções científicas publicadas entre 2014 e 2024 sobre a atuação de psicólogas(os) no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS). A busca nas bases BDTD/IBICT, SciELO, LILACS, CAPES, PePSIC e PPAS resultou em 106 produções inicialmente identificadas, das quais, após critérios rigorosos de inclusão e exclusão, selecionaram-se 8 estudos (entre artigos, teses e dissertações), complementados por 5 documentos técnicos do Conselho Federal de Psicologia e capítulos de livros, totalizando 13 obras. A análise de conteúdo permitiu a sistematização dos resultados em cinco eixos temáticos, destacando: a construção do saber profissional no cotidiano do CREAS; desafios institucionais persistentes (como precarização, sobrecarga e fragilidade da rede); tensões entre clínica e política; demandas por referenciais teórico-metodológicos específicos; e a centralidade do posicionamento ético-político da Psicologia diante das violações de direitos. Os achados revelam um campo ainda marcado por contradições estruturais, exigindo práticas interdisciplinares, crítica à judicialização e fortalecimento da articulação em rede. A revisão demonstra que, apesar de avanços normativos, permanecem desafios históricos que tensionam a atuação profissional e convocam a reinvenção das práticas psicológicas no âmbito da proteção social especial.</p> 2026-03-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Débora Viana de Souza, Maria Aparecida Penso https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/553 APRENDIZAGEM BASEADA EM PROBLEMAS (PBL): FUNDAMENTOS EPISTEMOLÓGICOS, POTENCIALIDADES FORMATIVAS E DESAFIOS DE IMPLEMENTAÇÃO NA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA 2026-03-09T09:41:23-03:00 Joelson Lopes da Paixão joelson.paixao@hotmail.com Éder Geovani da Paz Oliveira revista@gmail.com Rafael Amaral Oliveira revista@gmail.com Júnio Souza dos Santos revista@gmail.com Gabriel Maçalai revista@gmail.com Humberto Alves Nogueira revista@gmail.com <p>A Aprendizagem Baseada em Problemas (Problem-Based Learning, PBL) consolidou-se como uma das abordagens pedagógicas mais relevantes no campo das metodologias ativas, particularmente em contextos formativos que requerem articulação entre teoria, prática e desenvolvimento de competências complexas. Fundamentada na centralidade do problema como elemento deflagrador do processo de aprendizagem, a PBL reorganiza a dinâmica tradicional de ensino ao substituir a exposição prévia de conteúdos por situações-problema contextualizadas que mobilizam investigação, formulação de hipóteses e construção colaborativa do conhecimento. O presente estudo analisa criticamente os fundamentos epistemológicos da PBL, suas contribuições para o desenvolvimento cognitivo e profissional, bem como os desafios inerentes à sua implementação em diferentes níveis educacionais. Parte-se da premissa de que a PBL não se reduz a uma técnica didática isolada, mas constitui um modelo formativo coerente com as perspectivas construtivistas e socioconstrutivistas, exigindo redefinição do papel docente, reorganização curricular e avaliação alinhada aos objetivos formativos. Argumenta-se que a metodologia potencializa o pensamento crítico, a aprendizagem autodirigida e a articulação interdisciplinar, favorecendo a formação integral do estudante. Contudo, sua eficácia depende de planejamento estruturado, elaboração criteriosa dos problemas e mediação pedagógica qualificada. Conclui-se que a Aprendizagem Baseada em Problemas representa uma estratégia consistente com as demandas educacionais do século XXI, desde que fundamentada teoricamente e implementada com rigor acadêmico e compromisso institucional.</p> 2026-03-10T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Joelson Lopes da Paixão, Éder Geovani da Paz Oliveira, Rafael Amaral Oliveira, Júnio Souza dos Santos, Gabriel Maçalai, Humberto Alves Nogueira https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/552 DESAFIOS ASSISTENCIAIS E PRÁTICAS DE CUIDADO EM SAÚDE NO CONSULTÓRIO NA RUA: UMA REVISÃO INTE-GRATIVA SOBRE A ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM NA ATENÇÃO À POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2026-03-04T23:22:25-03:00 Luiz Fernando Ridolfi luizridolfi@hotmail.com Patrícia Alves Marques Heringer revista@gmail.com Priscila Caroline Franco de Carvalho revista@gmail.com Maria da Conceição dos x Maria da Conceição dos Santos revista@gmail.com Luciana Silva Araújo revista@gmail.com Verônica Pedersane Nunes de Castro revista@gmail.com Jádia Elane Oliveira revista@gmail.com <p>A população em situação de rua constitui um dos grupos sociais mais expostos a múltiplas vulnerabilidades, decorrentes de processos históricos, econômicos e sociais que produzem exclusão e iniquidades no acesso à saúde. No âmbito do Sistema Único de Saúde, o Consultório na Rua emerge como estratégia fundamental da Atenção Primária para a garantia do cuidado integral a esse segmento populacional, exigindo práticas assistenciais territorializadas, intersetoriais e humanizadas. Este estudo teve como objetivo analisar os desafios assistenciais do Consultório na Rua e a atuação da enfermagem na produção do cuidado à população em situação de rua. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada a partir de publicações nacionais indexadas nas bases <em>SciELO, Biblioteca Virtual em Saúde e Portal de Periódicos CAPES</em>, no período de 2019 a 2025, complementada por documentos normativos do Ministério da Saúde. Após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, foram selecionados 16 estudos para análise. Os resultados foram organizados em três eixos analíticos: caracterização da população em situação de rua, desafios para a efetivação do Consultório na Rua e práticas de cuidado e atuação da enfermagem. Evidenciaram-se obstáculos relacionados ao estigma social, uso problemático de álcool e outras drogas, fragilidades na articulação em rede e limitações na formação profissional para atuação em contextos de alta complexidade social. A enfermagem destaca-se como eixo estruturante do cuidado, desempenhando papel central no acolhimento, na criação de vínculos, na coordenação do cuidado e na articulação intersetorial. Conclui-se que o fortalecimento do Consultório na Rua requer investimentos em educação permanente, valorização das práticas de cuidado centradas no território e reconhecimento da enfermagem como agente estratégico na promoção da equidade em saúde.</p> 2026-03-10T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Luiz Fernando Ridolfi, Patrícia Alves Marques Heringer, Priscila Caroline Franco de Carvalho , Maria da Conceição dos x Maria da Conceição dos Santos, Luciana Silva Araújo, Verônica Pedersane Nunes de Castro, Jádia Elane Oliveira https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/563 FORMAÇÃO DE PROFESSORES E TEORIAS PÓS-CRÍTICAS DO CURRÍCULO: CONTRIBUIÇÕES PARA O FORTALECIMENTO DA INTERCULTURALIDADE 2026-03-10T08:42:21-03:00 Luiz Fernando Ridolfi luizridolfi@hotmail.com Ronilda Aparecida Teodoro Sobrinho revista@gmail.com Luciene Graciano de Souza revista@gmail.com Andréa da Silva Santos Leite revista@gmail.com José Alexandre da Silva revista@gmail.com Gustavo Alves Cajano revista@gmail.com Elcia Geralda Dias revista@gmail.com Núbia Novaes Menezes revista@gmail.com Silvani dos Santos Valentim revista@gmail.com <p>O debate contemporâneo sobre currículo e formação docente tem evidenciado a necessidade de problematizar as relações entre conhecimento, poder, cultura e identidade no contexto educacional. Nesse cenário, as teorias pós-críticas do currículo emergem como importantes referenciais analíticos para compreender os processos de produção e legitimação dos saberes escolares, bem como as dinâmicas de inclusão e exclusão presentes nas práticas pedagógicas. O presente estudo tem como objetivo analisar as contribuições das teorias pós-críticas do campo curricular para o fortalecimento da interculturalidade na formação de professores. Trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa, desenvolvida por meio de revisão bibliográfica de caráter teórico, fundamentada em autores do campo dos estudos curriculares e da educação intercultural. A análise evidencia que as abordagens pós-críticas ampliam o debate curricular ao incorporar categorias como identidade, diferença, cultura, gênero, raça e etnia, tensionando concepções universalizantes de conhecimento e abrindo espaço para perspectivas pedagógicas mais inclusivas e plurais. Nesse sentido, tais teorias contribuem para a construção de processos formativos comprometidos com a valorização da diversidade cultural e com a promoção de práticas educativas interculturais. Conclui-se que a articulação entre formação de professores, teorias pós-críticas do currículo e interculturalidade constitui um campo fecundo para a construção de uma educação democrática, crítica e socialmente referenciada.</p> 2026-03-10T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Luiz Fernando Ridolfi, Ronilda Aparecida Teodoro Sobrinho, Luciene Graciano de Souza, Andréa da Silva Santos Leite, José Alexandre da Silva , Gustavo Alves Cajano, Elcia Geralda Dias, Núbia Novaes Menezes, Silvani dos Santos Valentim https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/564 O PAPEL DA APRENDIZAGEM AUTOGERIDA NA SOCIEDADE DIGITAL 2026-03-11T14:36:54-03:00 Mille Anne Ribeiro da Silva revista@gmail.com Luciana Sousa Teixeira Alarcão revista@gmail.com Daniel de Melo Silva revista@gmail.com Cátia Moreira Ribeiro revista@gmail.com <p>O estudo analisou a aprendizagem autogerida como um modelo pedagógico relevante para a educação contemporânea, enfatizando sua definição, características, origem e importância no processo de ensino-aprendizagem. O objetivo consistiu em investigar como essa abordagem contribuiu para a construção de práticas educativas mais inovadoras, dinâmicas e coerentes com as demandas da sociedade digital. O tema foi discutido a partir da compreensão de que a aprendizagem autogerida se diferenciou dos métodos tradicionais por valorizar a autonomia, a responsabilidade e o protagonismo discente, configurando-se como um caminho alternativo e promissor para a formação de sujeitos críticos e autônomos. A metodologia adotada correspondeu à pesquisa bibliográfica, que não se caracterizou como revisão, mas como um processo sistemático de coleta, seleção e análise crítica de produções científicas previamente publicadas. Essa escolha metodológica permitiu organizar o conhecimento existente e estabelecer diálogo entre diferentes referenciais teóricos, possibilitando interpretações consistentes sobre a temática. A técnica de análise baseou-se na leitura interpretativa dos autores selecionados, enquanto os dados foram coletados em periódicos científicos indexados, assegurando relevância e confiabilidade às discussões. O desenvolvimento do artigo estruturou-se em uma seção principal e duas subseções: a primeira abordou a definição, as características e a origem da aprendizagem autogerida; a segunda apresentou exemplos de sua relação com a tecnologia; e a terceira discutiu suas vantagens, desafios e desvantagens. Concluiu-se que, apesar de enfrentar obstáculos relacionados à maturidade, à autorregulação e à necessidade de acompanhamento institucional, a aprendizagem autogerida se mostrou uma prática educacional promissora, capaz de integrar inovação, autonomia e responsabilidade social.</p> 2026-03-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Mille Anne Ribeiro da Silva, Luciana Sousa Teixeira Alarcão , Daniel de Melo Silva , Cátia Moreira Ribeiro