https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/issue/feedRevista Ilustração2026-06-12T21:47:34-03:00Revista Ilustraçãoeilustracao@gmail.comOpen Journal Systems<p>A Revista Ilustração é um periódico quadrienal da Editora Ilustração, classificada com <strong>Qualis A4 </strong>(<a href="https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoPublicacaoQualis/listaConsultaGeralPeriodicos.jsf" target="_blank" rel="noopener">CLIQUE AQUI</a> para verificar) na última avalição quadrimestral do Qualis CAPES (2021-2024). Tem como missão oportunizar publicações e socialização do conhecimento nos diferentes campos do saber. Busca publicar produções em forma de artigos científicos de pesquisadores, preferencialmente vinculados à Programas de Pós-Graduação, com aportes teóricos ligados a diferentes campos do conhecimento que permeiam o meio acadêmico nacional e internacional.</p> <p>Público-alvo: Pesquisadores de Programas de Pós-Graduação.</p> <p><a class="show_extras" href="https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/management/settings/workflow"><span class="pkp_screen_reader">Configurações</span></a><em><span id="cell-0-content" class="gridCellContainer"><span class="label">Obs.: Assim que aprovado para publicação, será cobrada uma Taxa de Processamento de Artigos (despesas com servidor, domínio, DOI, serviço editorial). Contato pelo WhatsApp 55 99661-7792. 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Parte-se da compreensão de que a Libras não se restringe a um instrumento de comunicação, mas configura-se como língua de produção de conhecimento, mediação pedagógica, pertencimento cultural e participação acadêmica. O estudo fundamenta-se em abordagem bibliográfica, com base em autores da Linguística, dos Estudos Surdos, da Educação Bilíngue e da Lexicografia em Libras. A discussão evidencia que a educação bilíngue, ao reconhecer a Libras como primeira língua do sujeito surdo e a Língua Portuguesa escrita como segunda língua, contribui para o desenvolvimento linguístico, cognitivo e acadêmico dos estudantes surdos. Também se destaca a importância da produção de glossários, dicionários e sinais-termo para a ampliação do léxico científico da Libras e para a democratização do acesso ao conhecimento no ensino superior. Conclui-se que a inclusão efetiva de estudantes surdos exige políticas linguísticas institucionais, formação docente, materiais bilíngues, acessibilidade comunicacional e reconhecimento da Libras como língua legítima de ensino, pesquisa e produção científica.</p>2026-06-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Jerlan Pereira Batista, Bruno Bueno Lima de Sousa, Ewerton Douglas Canuto de Albuquerque, Evely de Souza Mendonça Silva, Ewerton Carlos Matos Marques, Rafael da Cunha Bragahttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/670LIBRAS, IDENTIDADE E EDUCAÇÃO: DESAFIOS E AVANÇOS NA COMUNIDADE SURDA2026-05-28T16:26:46-03:00Flávia Luiza Fernandes Caldasrevista@gmail.comPammelleye Katherinne Françoise Rebecca Jenniffer Sthephannie Libnresche Machadorevista@gmail.comMárcia Francisca Diogo Rodriguesrevista@gmail.comSimone Quirgo de Souza Bragarevista@gmail.comRafael da Cunha Bragarevista@gmail.comKarine Martins Cunha Venceslaurevista@gmail.com<p>A Língua Brasileira de Sinais (Libras) constitui elemento fundamental para o desenvolvimento linguístico, cultural, identitário e educacional da comunidade surda brasileira. Este artigo teve como objetivo analisar as relações entre Libras, identidade e educação, discutindo os principais desafios e avanços observados na trajetória histórica da comunidade surda sob a perspectiva da educação bilíngue. A pesquisa foi desenvolvida por meio de revisão bibliográfica fundamentada em estudos da área da Educação de Surdos, Estudos Surdos, Linguística e Políticas Linguísticas. Inicialmente, foram discutidos os aspectos relacionados à Libras como língua natural da comunidade surda e sua importância para a constituição da cultura e da identidade surda. Em seguida, abordaram-se os desafios e avanços da educação de surdos na perspectiva bilíngue, considerando a Libras como primeira língua e a Língua Portuguesa escrita como segunda língua. Também foram analisadas as contribuições das políticas linguísticas para a garantia dos direitos educacionais e linguísticos da população surda, destacando marcos legais como a Lei nº 10.436/2002, o Decreto nº 5.626/2005 e a Lei nº 14.191/2021. Os resultados evidenciam que o fortalecimento da Libras, a valorização da cultura surda e a ampliação da participação dos sujeitos surdos nos espaços acadêmicos e sociais têm contribuído significativamente para a promoção da inclusão e da cidadania. Contudo, persistem desafios relacionados à formação docente, à acessibilidade linguística e à efetivação das políticas educacionais. Conclui-se que a consolidação de uma educação bilíngue de qualidade depende do fortalecimento das políticas linguísticas, do reconhecimento da diversidade cultural e da ampliação do protagonismo da comunidade surda nos processos educacionais e sociais.</p>2026-06-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Flávia Luiza Fernandes Caldas, Pammelleye Katherinne Françoise Rebecca Jenniffer Sthephannie Libnresche Machado, Márcia Francisca Diogo Rodrigues, Simone Quirgo de Souza Braga, Rafael da Cunha Braga, Karine Martins Cunha Venceslauhttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/672SOCIOLINGUÍSTICA, ANÁLISE DO DISCURSO, LINGUÍSTICA COGNITIVA, VARIAÇÃO LINGUÍSTICA, GRAMÁTICA, LINGUÍSTICA APLICADA2026-06-06T10:03:29-03:00Jerlan Pereira Batistarevista@gmail.comBruno Bueno Lima de Sousarevista@gmail.comAlan David Sousa Silvarevista@gmail.comHerivelton de Vasconcelos Vitorrevista@gmail.comMarcos de Moraes Santosrevista@gmail.comEwerton Carlos Matos Marquesrevista@gmail.com<p> </p> <p><strong>Resumo:</strong> O presente artigo discute as contribuições da Sociolinguística, da Análise do Discurso, da Linguística Cognitiva, da Variação Linguística, da Gramática e da Linguística Aplicada para a compreensão da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e dos processos educacionais voltados à comunidade surda. Fundamentado em pesquisas contemporâneas sobre linguagem, cultura, cognição e educação, o estudo analisa a Libras como uma língua natural, dotada de estrutura gramatical própria, marcada pela diversidade linguística e pela construção social dos sentidos. A partir da Sociolinguística, evidenciam-se os processos de variação linguística presentes nas comunidades surdas, demonstrando que a heterogeneidade constitui característica inerente às línguas naturais. Sob a perspectiva da Análise do Discurso, são discutidos os processos de produção de sentidos, as relações entre linguagem, ideologia e identidade, bem como os discursos historicamente construídos sobre a surdez e a educação de surdos. A Linguística Cognitiva contribui para a compreensão das relações entre linguagem, pensamento e construção do conhecimento, destacando a relevância da modalidade visuoespacial da Libras na organização cognitiva dos sujeitos surdos. Além disso, o estudo aborda aspectos relacionados à gramática e à estrutura linguística da Libras, enfatizando a importância dos parâmetros fonológicos, morfológicos, sintáticos e discursivos na constituição dos significados. Por fim, a Linguística Aplicada é apresentada como campo fundamental para o desenvolvimento de práticas pedagógicas, políticas linguísticas e estratégias educacionais voltadas à inclusão e ao ensino bilíngue. Conclui-se que a articulação entre essas áreas do conhecimento possibilita uma compreensão mais ampla da Libras e contribui para a valorização da diversidade linguística, cultural e educacional da comunidade surda.</p>2026-06-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Jerlan Pereira Batista, Bruno Bueno Lima de Sousa, Alan David Sousa Silva, Herivelton de Vasconcelos Vitor, Marcos de Moraes Santos, Ewerton Carlos Matos Marqueshttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/673LITERATURA BRASILEIRA E COMPARADA, TEORIA LITERÁRIA, NARRATIVA, POESIA, LITERATURA E MEMÓRIA, CÂNONE E RESISTÊNCIA2026-06-06T10:10:34-03:00Amarildo João Espíndolarevista@gmail.comDavi Pereira da Silva Júniorrevista@gmail.comHerivelton de Vasconcelos Vitorrevista@gmail.comMauricio Damasceno Souzarevista@gmail.comPatrícia Kelly Pinheiro Souzarevista@gmail.comMaisa Conceição Silvarevista@gmail.com<p>Este artigo discute as relações entre Literatura Brasileira e Comparada, Teoria Literária, Narrativa, Poesia, Memória, Cânone e Resistência, considerando a literatura como uma prática cultural capaz de produzir sentidos, preservar experiências históricas e contribuir para a construção de identidades individuais e coletivas. A partir de uma abordagem bibliográfica fundamentada em estudos da teoria literária, da crítica cultural e da literatura comparada, analisa-se o papel da narrativa e da poesia na elaboração da memória e na representação da subjetividade. O estudo evidencia que a literatura não se limita à reprodução da realidade, mas atua como espaço de recriação simbólica do mundo, articulando linguagem, história e experiência humana. Além disso, discute-se a formação do cânone literário brasileiro e os mecanismos de legitimação cultural que historicamente favoreceram determinadas obras e autores em detrimento de outros. Nesse contexto, destacam-se as produções literárias vinculadas às perspectivas de resistência, especialmente aquelas associadas a grupos historicamente marginalizados, como escritores negros, mulheres e sujeitos periféricos, que questionam os modelos tradicionais de representação e ampliam os horizontes interpretativos da crítica contemporânea. A análise demonstra que a memória literária desempenha papel fundamental na preservação das experiências coletivas, ao mesmo tempo em que possibilita a reelaboração de identidades e a problematização de narrativas hegemônicas. Conclui-se que a literatura constitui um importante instrumento de reflexão crítica, construção de sentidos e resistência cultural, reafirmando sua relevância para a compreensão das relações entre cultura, história, subjetividade e sociedade.</p>2026-06-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Amarildo João Espíndola, Davi Pereira da Silva Júnior, Herivelton de Vasconcelos Vitor, Mauricio Damasceno Souza, Patrícia Kelly Pinheiro Souzahttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/674IMPACTOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA DOCÊNCIA CONTEMPORÂNEA: MUDANÇAS, COMPETÊNCIAS E DESAFIOS2026-06-06T14:56:02-03:00Francielle Cantarelli Martinsrevista@gmail.comChristiane Carpinteiro Lamarãorevista@gmail.comLuciane Cruz Silveirarevista@gmail.comRivael Mateus Fabriciorevista@gmail.comMaria Rita Alexandre Alcanforrevista@gmail.com<p>A Inteligência Artificial (IA) tem promovido mudanças significativas no campo educacional, impactando diretamente as práticas docentes, os processos de ensino e aprendizagem e as formas de interação entre professores e estudantes. Este artigo tem como objetivo analisar os impactos da Inteligência Artificial na docência contemporânea, discutindo as transformações ocorridas no trabalho docente, as competências necessárias para a integração dessas tecnologias no contexto educacional e os desafios éticos decorrentes de sua utilização. Trata-se de uma pesquisa de natureza bibliográfica, fundamentada em estudos recentes que abordam a relação entre Inteligência Artificial e educação. Os resultados evidenciam que a IA oferece possibilidades relevantes para a personalização da aprendizagem, automação de tarefas pedagógicas, análise de dados educacionais e ampliação do acesso ao conhecimento. Contudo, sua implementação também apresenta desafios relacionados à formação docente, à privacidade dos dados, aos vieses algorítmicos, à integridade acadêmica e à necessidade de preservação da dimensão humana da educação. Verificou-se que o papel do professor permanece fundamental, uma vez que a mediação pedagógica, a sensibilidade ética, o pensamento crítico e a formação integral dos estudantes não podem ser substituídas por sistemas automatizados. Conclui-se que a Inteligência Artificial deve ser compreendida como uma ferramenta complementar à ação docente, exigindo formação continuada, planejamento pedagógico e uso responsável das tecnologias. Dessa forma, a integração da IA à educação poderá contribuir para processos educativos mais inovadores, inclusivos e alinhados às demandas da sociedade contemporânea, desde que orientada por princípios éticos, humanísticos e democráticos.</p>2026-06-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Francielle Cantarelli Martins, Christiane Carpinteiro Lamarão, Luciane Cruz Silveira, Rivael Mateus Fabricio, Maria Rita Alexandre Alcanforhttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/675PROCESSOS LINGUÍSTICOS NA APRENDIZAGEM DO INGLÊS COMO LÍNGUA ADICIONAL POR SURDOS2026-06-06T15:02:27-03:00Diego Alexandre Hacklrevista@gmail.comGiovana Cristina de Campos Bezerrarevista@gmail.comRivael Mateus Fabriciorevista@gmail.comAdriano de Oliveira Gianottorevista@gmail.comTiago de Souza Moraesrevista@gmail.com<p>Este artigo discute os processos linguísticos envolvidos na aprendizagem do inglês como língua adicional por estudantes surdos, considerando a relação entre Libras, língua portuguesa escrita e língua inglesa. Parte-se do entendimento de que a aprendizagem de línguas por sujeitos surdos não pode ser compreendida a partir de modelos tradicionais centrados na oralidade, uma vez que esses estudantes acessam o conhecimento, predominantemente, por meio da visualidade e da mediação da Língua Brasileira de Sinais. Nesse sentido, a Libras é compreendida como primeira língua e como base linguística, cognitiva e identitária para a construção de sentidos na aprendizagem do inglês. O português escrito, por sua vez, ocupa o lugar de segunda língua, enquanto o inglês se apresenta como língua adicional ou terceira língua, ampliando possibilidades acadêmicas, culturais e sociais. A pesquisa, de caráter bibliográfico, fundamenta-se em estudos sobre educação bilíngue de surdos, ensino de inglês, visualidade, letramento e mediações pedagógicas. Os resultados apontam que o ensino do inglês para surdos exige práticas plurilíngues, recursos visuais, materiais didáticos acessíveis, tecnologias digitais e formação docente adequada. Conclui-se que a aprendizagem do inglês por estudantes surdos torna-se mais significativa quando a Libras é valorizada como língua de instrução e mediação, permitindo a participação ativa dos sujeitos no processo educativo. Assim, o ensino de inglês deve ser organizado a partir de uma perspectiva inclusiva, bilíngue e visual, respeitando as especificidades linguísticas e culturais da comunidade surda.</p>2026-06-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Diego Alexandre Hackl, Giovana Cristina de Campos Bezerra, Rivael Mateus Fabricio, Adriano de Oliveira Gianotto, Tiago de Souza Moraeshttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/676O LÉXICO DA LIBRAS E SUAS VARIAÇÕES: UM ESTUDO SOCIOLINGUÍSTICO DA COMUNIDADE SURDA2026-06-06T15:08:56-03:00Deonisio Schmittrevista@gmail.comGiovana Cristina de Campos Bezerrarevista@gmail.comMathaus Barbosa Santiagorevista@gmail.comCarla Beatriz Medeiros Kleinrevista@gmail.comCarlos Roberto Martinsrevista@gmail.com<p>Este artigo discute o léxico da Língua Brasileira de Sinais — Libras — e suas variações a partir de uma perspectiva sociolinguística, considerando a comunidade surda como espaço de produção, circulação e transformação da língua. Parte-se do entendimento de que a Libras é uma língua natural de modalidade visuoespacial, dotada de estrutura linguística própria e sujeita a processos de variação e mudança, assim como ocorre nas línguas orais. O estudo enfatiza que a variação lexical não deve ser compreendida como erro, desvio ou ausência de padronização, mas como manifestação legítima da vitalidade linguística e da pluralidade cultural da comunidade surda brasileira. A análise fundamenta-se em pressupostos da Sociolinguística Variacionista e dos Estudos Surdos, destacando fatores como região geográfica, idade, escolarização, identidade surda, contato linguístico e comunidade de prática como elementos que influenciam a constituição dos repertórios lexicais. Também são abordados processos de ampliação do léxico, como a criação de sinais-termo, os empréstimos linguísticos, os sinais toponímicos e as formações híbridas decorrentes do contato entre Libras e português. Conclui-se que a documentação e valorização das variantes lexicais são fundamentais para fortalecer a educação bilíngue, a formação de professores e intérpretes, a produção de materiais didáticos e o reconhecimento da Libras como patrimônio linguístico e cultural da comunidade surda.</p>2026-06-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Deonisio Schmitt, Giovana Cristina de Campos Bezerra, Mathaus Barbosa Santiago, Carla Beatriz Medeiros Klein, Carlos Roberto Martinshttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/677DA INTERPRETAÇÃO À DOCÊNCIA: DESLOCAMENTOS PROFISSIONAIS DE INTÉRPRETES DE LIBRAS NA EDUCAÇÃO DE SURDOS2026-06-06T15:13:48-03:00Taynan Alécio da Silvarevista@gmail.comDébora Gonçalves Ribeiro Diasrevista@gmail.comRamon Dias de Araújorevista@gmail.comAmarildo João Espíndolarevista@gmail.com<p>Este artigo analisa os deslocamentos profissionais de intérpretes de Libras em direção à docência na educação de surdos, considerando as tensões entre mediação linguística, mediação pedagógica e identidade profissional. Parte-se do entendimento de que o intérprete educacional ocupa um lugar complexo no espaço escolar, pois, embora sua função principal seja garantir acessibilidade comunicacional entre Libras e Língua Portuguesa, sua atuação cotidiana frequentemente se aproxima de práticas pedagógicas. A discussão fundamenta-se em estudos sobre educação bilíngue, inclusão escolar, formação de tradutores-intérpretes e saberes docentes, destacando que a presença do intérprete, isoladamente, não garante aprendizagem plena ao estudante surdo. Defende-se que a qualidade da educação de surdos depende da articulação entre professores, intérpretes, estudantes, comunidade escolar e políticas bilíngues efetivas. O texto evidencia que muitos intérpretes buscam a docência como forma de ampliar sua atuação profissional, responder às demandas pedagógicas vivenciadas na escola e fortalecer práticas educacionais visualmente orientadas. Conclui-se que a passagem da interpretação à docência deve ocorrer por meio de formação específica, reconhecimento institucional e clareza das atribuições profissionais, evitando a sobreposição inadequada de funções e valorizando os saberes construídos na experiência interpretativa, na cultura surda, nas práticas colaborativas e na defesa do direito linguístico dos surdos brasileiros.</p>2026-06-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Taynan Alécio da Silva, Débora Gonçalves Ribeiro Dias, Ramon Dias de Araújo, Amarildo João Espíndolahttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/678FORMAÇÃO DOCENTE E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: INTERFACES ENTRE PROFISSIONALIDADE, DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS2026-06-07T22:26:34-03:00Luiz Fernando Ridolfiluizridolfi@hotmail.comMaria Antonia Barreiros de Mourarevista@gmail.comFernanda de Cássia Machadorevista@gmail.comMárcio Eugênio de Menezesrevista@gmail.comGiselle Dantas Lopesrevista@gmail.comMarilei Terezinha Martins Coutinhorevista@gmail.comCleber Alves de Paularevista@gmail.comAnderson Ribeiro da Cruzrevista@gmail.com<p style="margin: 0cm; text-align: justify;">A consolidação da Educação Inclusiva como princípio orientador das políticas educacionais contemporâneas tem ampliado o debate acerca da formação docente necessária para assegurar o acesso, a participação e a aprendizagem de todos os estudantes em contextos marcados pela diversidade. Apesar dos avanços normativos observados nas últimas décadas, persistem desafios relacionados à preparação dos professores para o desenvolvimento de práticas pedagógicas efetivamente inclusivas. Nesse contexto, este estudo tem como objetivo analisar criticamente as interfaces entre formação docente e Educação Inclusiva, discutindo os saberes profissionais, as práticas pedagógicas e os processos de desenvolvimento profissional que sustentam a construção de ambientes educacionais inclusivos. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, de natureza teórico-reflexiva e fundamentada em revisão bibliográfica de literatura especializada nacional e internacional sobre formação docente e inclusão escolar. A análise evidencia que a efetivação da Educação Inclusiva depende da articulação entre conhecimentos pedagógicos, compromisso ético, reflexão crítica da prática e processos permanentes de formação profissional. Os resultados indicam que modelos formativos centrados exclusivamente em competências técnicas mostram-se insuficientes diante da complexidade das demandas educacionais contemporâneas, exigindo abordagens que integrem dimensões pedagógicas, sociais, políticas e culturais da inclusão. Observa-se, ainda, que a formação docente constitui elemento estratégico para a transformação das culturas escolares e para o fortalecimento de práticas educacionais comprometidas com a equidade e a valorização da diversidade. Conclui-se que a construção de sistemas educacionais verdadeiramente inclusivos requer investimentos contínuos em políticas de formação inicial e continuada capazes de promover o desenvolvimento profissional crítico dos docentes. Como contribuição científica, o estudo amplia a compreensão teórica acerca das relações entre formação docente e Educação Inclusiva, oferecendo subsídios para pesquisas futuras, formulação de políticas públicas e aprimoramento das práticas educacionais.</p>2026-06-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Luiz Fernando Ridolfi, Maria Antonia Barreiros de Moura, Fernanda de Cássia Machado, Márcio Eugênio de Menezes, Giselle Dantas Lopes, Marilei Terezinha Martins Coutinho, Cleber Alves de Paula, Anderson Ribeiro da Cruzhttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/679EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E EDUCAÇÃO JURÍDICA: UMA ABORDAGEM TEÓRICO-METODOLÓGICA PARA A FORMAÇÃO CRÍTICA E A PROMOÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS2026-06-12T14:36:12-03:00Douglas Verbicaro Soaresdouglas_verbicaro@yahoo.com.brHerivania Silva da Mataherivaniadamata@gmail.comBrandoon Gabriel Gomes da Silvabrandoongabriel@yahoo.comVivian Maia Souzavivianmaiasouza1@gmail.comAlice Aissa Reis Santosaliceaissareissantos@gmail.comMelina Aparecida Cápia Amorim Sibaldomelinasibaldo1584@gmail.com<p>O presente artigo analisa as relações entre extensão universitária e educação jurídica, propondo uma reflexão teórico-metodológica sobre o papel transformador da universidade na promoção dos Direitos Humanos e na formação crítica de estudantes de Direito. Parte-se da compreensão de que a extensão universitária constitui dimensão essencial do ensino superior, ao articular o saber acadêmico às demandas da realidade social, especialmente em contextos de vulnerabilidade. No campo jurídico, essa articulação mostra-se fundamental para a construção de práticas profissionais comprometidas com a justiça social, a equidade e a efetivação de direitos. Justifica-se o estudo pela necessidade de repensar os modelos tradicionais de ensino jurídico, ainda marcados por abordagens excessivamente teóricas e distanciadas das problemáticas sociais concretas, o que limita a formação crítica e humanística dos futuros profissionais do Direito. Nesse sentido, a extensão universitária emerge como estratégia pedagógica capaz de aproximar teoria e prática, contribuindo para a formação de sujeitos mais conscientes de seu papel social. O objetivo geral da pesquisa consiste em analisar de que maneira a extensão universitária pode contribuir para a formação crítica e humanística no ensino jurídico, a partir da experiência do Laboratório de Direitos Humanos, Gênero e Sexualidade, cujas ações evidenciam práticas inovadoras e socialmente comprometidas. Adota-se uma abordagem quanti-qualitativa, de natureza teórica, fundamentada em autores como Paulo Freire, Boaventura de Sousa Santos e Luis Alberto Warat. Conclui-se que a incorporação sistemática da extensão universitária nos currículos jurídicos fortalece a formação integral dos estudantes e favorece o desenvolvimento de práticas jurídicas mais democráticas, inclusivas e alinhadas à promoção dos Direitos Humanos.</p>2026-06-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Douglas Verbicaro Soares, Herivania Silva da Mata, Brandoon Gabriel Gomes da Silva, Vivian Maia Souza, Alice Aissa Reis Santos, Melina Aparecida Cápia Amorim Sibaldohttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/680A INTEGRAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS AO CURRÍCULO ESCOLAR: DESAFIOS E POSSIBILIDADES NA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA2026-06-12T19:26:56-03:00Kely Nobrerevista@gmail.comCélia Aparecida Silvarevista@gmail.comAna Cristina Beserra de Limarevista@gmail.comDenise Mendes Françarevista@gmail.comHenia Jacinta da Costarevista@gmail.comKárita Carvalho Gonçalves Damasrevista@gmail.comAndréia de Cássia Mesavilarevista@gmail.com<p>Este estudo tem como objetivo geral investigar a integração entre currículo, práticas metodológicas e tecnologias digitais como estratégia para promover a aprendizagem significativa na educação do século XXI. A pesquisa aborda as transformações educacionais decorrentes do avanço das tecnologias da informação e da comunicação, destacando os desafios enfrentados pelas instituições de ensino na adaptação de seus currículos e práticas pedagógicas às novas demandas sociais e ao perfil dos estudantes contemporâneos. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa, realizada por meio do levantamento e análise de produções científicas disponíveis em bases como Scielo e Google Acadêmico, além de livros e e-books, utilizando procedimentos de leitura, análise textual e contextualização das informações. Os resultados evidenciam que a integração efetiva das tecnologias digitais ao ensino ainda enfrenta obstáculos como limitações de infraestrutura, insuficiência de formação docente, resistência a mudanças e fragilidades nas políticas públicas educacionais. Conclui-se que a articulação entre currículo, metodologias ativas e tecnologias digitais, aliada à formação continuada de professores e ao planejamento pedagógico estruturado, constitui um caminho fundamental para promover uma educação mais significativa, crítica e alinhada às demandas da sociedade contemporânea.</p>2026-06-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Kely Nobre, Célia Aparecida Silva, Ana Cristina Beserra de Lima, Denise Mendes França, Henia Jacinta da Costa, Kárita Carvalho Gonçalves Damas, Andréia de Cássia Mesavilahttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/681DE FREIRE AOS ALGORITMOS: O LABIRINTO DA DOUTRINAÇÃO E O FUTURO DA EDUCAÇÃO DIGITAL 2026-06-12T21:34:31-03:00Marvyson Darley Albuquerque Alvesrevista@gmail.comAna Beatriz da Cruz Souza Alvesrevista@gmail.comDiego Gabriel Rodrigues de Araujorevista@gmail.comRafaelle Cristina da Silva Cruzrevista@gmail.comPedro Henrique Oliveira da Silvarevista@gmail.com<p> Este artigo discute o papel do professor na era da educação digital, analisando as transformações que marcaram a docência nas últimas décadas. Examina três perspectivas contemporâneas: o professor como mediador da aprendizagem, como autoridade intelectual e como curador de dados apoiado por tecnologias digitais e Inteligência Artificial. Com base em revisão teórica e crítica da literatura recente, são discutidos os fundamentos, potencialidades e limitações de cada concepção. Argumenta-se que o papel docente demanda uma síntese dessas perspectivas, articulada por um projeto pedagógico centrado no desenvolvimento integral do estudante, preservando a autoridade pedagógica, a dimensão humana e o compromisso social da educação.</p>2026-06-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Marvyson Darley Albuquerque Alves, Ana Beatriz da Cruz Souza Alves, Diego Gabriel Rodrigues de Araujo, Rafaelle Cristina da Silva Cruz, Pedro Henrique Oliveira da Silvahttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/682DISCUSSÃO TEÓRICA QUANTO À CONSIDERAÇÃO DAS VIGAS BALDRAME COMO ELEMENTOS DE FUNDAÇÃO NA COMBINAÇÃO COM FUNDAÇÕES RASAS2026-06-12T21:39:19-03:00Luan Andreani Zanattarevista@gmail.comMarcos Leandro Alves Nunesrevista@gmail.comKetlyn Jaquelize Lima Sousarevista@gmail.com<p>A concepção estrutural de edificações de pequeno e médio porte no Brasil, especialmente em obras residenciais, frequentemente adota fundações rasas associadas a vigas baldrame. Embora, do ponto de vista normativo, as vigas baldrame sejam tradicionalmente tratadas como elementos de transição entre superestrutura e fundação, diversos estudos técnicos indicam que tais elementos podem contribuir de forma significativa para a redistribuição de tensões ao solo, atuando de maneira complementar às fundações diretas. Este artigo apresenta uma revisão bibliográfica crítica sobre a consideração das vigas baldrame como elementos participantes do sistema de fundação, discutindo aspectos geotécnicos, estruturais e econômicos. Com base em autores clássicos e em parâmetros usuais de projeto, são estimadas contribuições percentuais das vigas baldrame na absorção e redistribuição de cargas, bem como os impactos na redução das dimensões das fundações rasas e na economia global da obra.</p>2026-06-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Luan Andreani Zanatta, Marcos Leandro Alves Nunes, Ketlyn Jaquelize Lima Sousahttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/683PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS DOS COMPOSTOS BIOATIVOS DO CACAU E SUA IMPORTÂNCIA PARA A SAÚDE HUMANA2026-06-12T21:47:34-03:00Flaviane Liberato Ferreirarevista@gmail.comElaine Silva Rodriguesrevista@gmail.comLuan Andreani Zanattarevista@gmail.comMarcos Leandro Alves Nunesrevista@gmail.comKetlyn Jaquelize Lima Sousarevista@gmail.comPriscila Naiara Araújo Cunha Zucovrevista@gmail.com<p>O cacau (Theobroma cacao L.) destaca-se como uma importante matéria-prima de interesse farmacêutico devido à presença de compostos bioativos com potencial terapêutico. Entre esses compostos, destacam-se os flavonoides, polifenóis e metilxantinas, substâncias associadas a atividades antioxidantes, anti-inflamatórias, cardioprotetoras e neuroprotetoras. O presente trabalho teve como objetivo analisar as características botânicas, químicas e farmacológicas do cacau, bem como suas aplicações no desenvolvimento farmacêutico. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica de caráter exploratório e descritivo, realizada por meio da análise de artigos científicos, livros, documentos regulatórios e publicações especializadas sobre o tema. Os resultados demonstram que os compostos presentes no cacau apresentam potencial para utilização em formulações farmacêuticas, fitoterápicos, nutracêuticos e produtos cosméticos, além de contribuírem para a prevenção de doenças associadas ao estresse oxidativo e aos processos inflamatórios. Contudo, desafios relacionados à biodisponibilidade, estabilidade e padronização dos extratos ainda representam obstáculos para a ampliação de seu uso terapêutico. Conclui-se que o cacau constitui uma fonte promissora para o desenvolvimento de produtos inovadores na área farmacêutica, sendo necessários estudos adicionais para consolidar sua eficácia e segurança clínica.</p>2026-06-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Flaviane Liberato Ferreira, Elaine Silva Rodrigues, Luan Andreani Zanatta, Marcos Leandro Alves Nunes, Ketlyn Jaquelize Lima Sousa