https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/issue/feedRevista Ilustração2026-10-23T14:53:45-03:00Revista Ilustraçãoeilustracao@gmail.comOpen Journal Systems<p>A Revista Ilustração é um periódico quadrienal da Editora Ilustração, classificada com <strong>Qualis A4 </strong>(<a href="https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoPublicacaoQualis/listaConsultaGeralPeriodicos.jsf" target="_blank" rel="noopener">CLIQUE AQUI</a> para verificar) na última avalição quadrimestral do Qualis CAPES (2021-2024). Tem como missão oportunizar publicações e socialização do conhecimento nos diferentes campos do saber. Busca publicar produções em forma de artigos científicos de pesquisadores, preferencialmente vinculados à Programas de Pós-Graduação, com aportes teóricos ligados a diferentes campos do conhecimento que permeiam o meio acadêmico nacional e internacional.</p> <p>Público-alvo: Pesquisadores de Programas de Pós-Graduação.</p> <p><a class="show_extras" href="https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/management/settings/workflow"><span class="pkp_screen_reader">Configurações</span></a><em><span id="cell-0-content" class="gridCellContainer"><span class="label">Obs.: Assim que aprovado para publicação, será cobrada uma Taxa de Processamento de Artigos (despesas com servidor, domínio, DOI, serviço editorial). Contato pelo WhatsApp 55 99661-7792. E-mail: eilustracao@gmail.com</span></span></em></p>https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/845DIDÁTICA E METODOLOGIA DO ENSINO: CONCEPÇÕES PEDAGÓGICAS, PRÁTICA DOCENTE E CONSTRUÇÃO DA APRENDIZAGEM2026-10-01T15:27:43-03:00Kamilla de Carvalho Almeidarevista@gmail.comAndréia Cristiane Godoy Fernandes Lopesrevista@gmail.comMaria Aparecida Moreira da Silvarevista@gmail.comLucineia Marques de Arrudarevista@gmail.comCaroline de Souza Ruedigerrevista@gmail.comAna Paula Lima de Castrorevista@gmail.com<p>Este artigo discute a relação entre didática, metodologia do ensino e prática docente, considerando a historicidade das concepções pedagógicas e seus efeitos sobre a organização do trabalho educativo. Parte-se do entendimento de que ensinar não corresponde à simples aplicação de técnicas previamente definidas, pois toda escolha metodológica expressa determinada compreensão de conhecimento, aluno, professor, educação e sociedade. O estudo aborda a constituição histórica da didática, a articulação entre currículo e ação pedagógica e as concepções tradicional, escolanovista, tecnicista, crítica e histórico-dialética de metodologia do ensino. Também são analisadas contribuições de diferentes matrizes pedagógicas para a compreensão do papel docente, da participação do aluno, da avaliação e da seleção de estratégias de ensino. A discussão evidencia que a prática pedagógica ganha consistência quando objetivos, conteúdos, procedimentos, recursos e avaliação são organizados de modo coerente com o contexto e com as finalidades formativas. No ensino superior, essa exigência envolve, além do domínio específico da área, competência pedagógica, capacidade reflexiva, pesquisa, diálogo e formação permanente. Conclui-se que a didática permanece como campo fundamental para interpretar e orientar o ensino, desde que não seja reduzida a receituários. Sua contribuição está na possibilidade de articular fundamentos teóricos e decisões concretas, favorecendo um trabalho docente intencional, contextualizado e comprometido com a aprendizagem.</p>2026-10-01T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Kamilla de Carvalho Almeida, Andréia Cristiane Godoy Fernandes Lopes, Maria Aparecida Moreira da Silva, Lucineia Marques de Arruda, Caroline de Souza Ruediger, Ana Paula Lima de Castrohttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/844FORMAÇÃO DOCENTE E DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL: REFLEXÃO, SABERES E TRANSFORMAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA2026-10-01T15:21:18-03:00Daiane de Lourdes Alves Velhorevista@gmail.comKamilla de Carvalho Almeidarevista@gmail.comElise Maria Rodrigues Françarevista@gmail.comJamerson César Barros Lacerdarevista@gmail.comElizane Souza dos Santosrevista@gmail.comAlexsander Sales de Amercerevista@gmail.com<p> A formação docente constitui um processo contínuo de construção profissional que articula conhecimentos, experiência, reflexão e condições institucionais. Este artigo analisa a formação de professores a partir de pesquisa bibliográfica fundamentada nos materiais de Gatti et al. (2019), Schuchter e Lomba (2022) e Dotta, Sartori e Silva (2013). O objetivo é discutir como profissionalidade, saberes docentes, prática reflexiva e paradigmas educacionais se relacionam com o desenvolvimento profissional e a transformação pedagógica. A análise evidencia que ações formativas consistentes precisam superar a fragmentação entre teoria e prática, reconhecer a escola como espaço de produção de conhecimento, valorizar a colaboração entre pares e assegurar continuidade aos processos formativos. Os estudos também indicam que mudanças metodológicas dependem da revisão das concepções que sustentam o ensino, não se restringindo à adoção de técnicas ou recursos. Conclui-se que a formação significativa se fortalece quando o professor é reconhecido como sujeito de conhecimento, capaz de investigar o próprio trabalho, mobilizar diferentes saberes e construir respostas pedagógicas fundamentadas diante da complexidade da escola.</p>2026-10-01T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Daiane de Lourdes Alves Velho, Kamilla de Carvalho Almeida, Elise Maria Rodrigues França, Jamerson César Barros Lacerda, Elizane Souza dos Santos, Alexsander Sales de Amercehttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/846O PAPEL DA PEDAGOGIA HOSPITALAR NA INCLUSÃO E HUMANIZAÇÃO DO ENSINO2026-10-05T10:32:51-03:00Maria Isabel Berwanger Fernandesrevista@gmail.com<p>Este artigo, aborda a pedagogia desde sua origem na Grécia Antiga até sua ampliação para além da escola. Destaca-se a pedagogia hospitalar, que assegura a continuidade do ensino e o suporte emocional às crianças e adolescentes internados, garantindo seu direito à educação conforme a legislação brasileira. A prática do pedagogo no ambiente hospitalar se torna essencial para a inclusão e humanização no ensino. A pesquisa bibliográfica evidencia a evolução da pedagogia e sua adaptação às necessidades sociais. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, do tipo bibliográfica, fundamentada em livros, artigos científicos e documentos oficiais que abordam a atuação do pedagogo no contexto hospitalar. O objetivo é compreender, por meio da análise de referenciais teóricos, as funções e contribuições do profissional pedagogo no ambiente hospitalar, destacando sua importância no processo de ensino e aprendizagem e no acolhimento pedagógico de crianças em situação de internação. O estudo mostra que o pedagogo atua além da escola, alcançando hospitais, onde sua presença é essencial para a continuidade do aprendizado e o suporte emocional dos estudantes. Possui apoio das legislações nacionais, que reafirma o direito à educação em qualquer circunstância, promovendo inclusão e humanização no ensino. Destaca-se a importância do pedagogo como mediador e agente de transformação social, garantindo o acesso à educação mesmo em contextos adversos. </p>2026-10-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Maria Isabel Berwanger Fernandeshttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/847QUANDO A INFÂNCIA BRINCA, A APRENDIZAGEM ACONTECE: LUDICIDADE E PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL2026-10-05T14:20:50-03:00Daiane de Lourdes Alves Velhorevista@gmail.comElis Ramos Araújo Baranoskirevista@gmail.comDoraci Magno da Silvarevista@gmail.comEdenilda Januário da Silva Gotardirevista@gmail.comFerdinand Mendes da Silvarevista@gmail.comAristóteles Lopes de Carvalhorevista@gmail.com<p>O presente trabalho discute a ludicidade como dimensão constitutiva da Educação Infantil, compreendendo o brincar não como intervalo, recompensa ou simples estratégia para tornar conteúdos mais atraentes, mas como experiência por meio da qual a criança interpreta o mundo, produz sentidos, estabelece relações, movimenta-se, imagina e aprende. A pesquisa é qualitativa, de natureza bibliográfica, construída a partir do diálogo entre estudos que abordam brincadeira, desenvolvimento infantil, formação docente e organização das práticas pedagógicas. A análise evidencia que jogos, brinquedos, faz de conta, exploração corporal e situações de livre escolha podem favorecer processos cognitivos, afetivos, sociais, motores e linguísticos quando inseridos em contextos que respeitam a participação infantil. Também se destaca que a intencionalidade pedagógica não deve ser confundida com controle excessivo: o professor planeja ambientes, seleciona materiais, observa, intervém quando necessário e cria condições para que a criança tenha autoria. A formação continuada aparece como espaço relevante para que os profissionais revisem concepções, compartilhem experiências e qualifiquem a presença do brincar no cotidiano. Conclui-se que uma pedagogia comprometida com a infância precisa assegurar tempo, espaço, materiais, relações e mediações que reconheçam o brincar como direito e como forma legítima de aprender e se desenvolver.</p>2026-10-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Daiane de Lourdes Alves Velho, Elis Ramos Araújo Baranoski, Doraci Magno da Silva, Edenilda Januário da Silva Gotardi, Ferdinand Mendes da Silva, Aristóteles Lopes de Carvalhohttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/848ACUMULAÇÃO DE CARGOS PÚBLICOS PELOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE: LIMITES CONSTITUCIONAIS E A EXIGÊNCIA DE COMPATIBILIDADE DE HORÁRIOS2026-10-05T14:54:15-03:00Eduardo Brizola Ocamposrevista@gmail.comKaren Karoline Gomes Itorevista@gmail.comMaria Celeste Hoffmannrevista@gmail.comRonilson Ferreira de Souzarevista@gmail.comGlauber Gonçalves Holandarevista@gmail.comOdair José da Silvarevista@gmail.com<p>A Constituição Federal estabelece, como regra, a vedação à acumulação remunerada de cargos públicos, admitindo exceções expressamente previstas no art. 37, XVI. Entre elas está a possibilidade de acumulação de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, desde que as profissões sejam regulamentadas e exista compatibilidade de horários. O presente artigo analisa os limites constitucionais dessa acumulação, com ênfase na interpretação da compatibilidade de jornadas, na inexistência de limite constitucional fixo de sessenta horas semanais e na necessidade de aferição concreta pela Administração Pública. Examina-se o Tema 1081 da repercussão geral do Supremo Tribunal Federal e a evolução jurisprudencial do Superior Tribunal de Justiça, especialmente o REsp 1.767.955/RJ, além das regras da Lei nº 8.112/1990 aplicáveis ao regime federal. Também são abordados cargos, empregos e funções abrangidos pela vedação, profissionais de saúde com profissão regulamentada, acumulação envolvendo aposentadoria, teto remuneratório, vínculos temporários, licenças, afastamentos, boa-fé, processo administrativo e consequências da acumulação ilícita. Conclui-se que a Constituição não autoriza a Administração a substituir a verificação concreta da compatibilidade por limite abstrato de jornada não previsto no texto constitucional, embora permaneçam exigíveis o cumprimento integral das jornadas, a inexistência de sobreposição e a efetiva possibilidade de exercício regular de ambos os vínculos.</p>2026-10-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Eduardo Brizola Ocampos, Karen Karoline Gomes Ito, Maria Celeste Hoffmann, Ronilson Ferreira de Souza, Glauber Gonçalves Holanda, Odair José da Silvahttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/849SÍNDROME DE BURNOUT E A RESPONSABILIDADE CIVIL DO EMPREGADOR NO AMBIENTE DE TRABALHO: PROTEÇÃO À SAÚDE MENTAL, NEXO OCUPACIONAL E DEVER DE PREVENÇÃO2026-10-05T14:59:47-03:00Eduardo Brizola Ocamposrevista@gmail.comKaren Karoline Gomes Itorevista@gmail.comMaria Celeste Hoffmannrevista@gmail.comRonilson Ferreira de Souzarevista@gmail.comGlauber Gonçalves Holandarevista@gmail.comFlaviane Liberato Ferreirarevista@gmail.comOdair José da Silvarevista@gmail.com<p>A síndrome de burnout constitui fenômeno relacionado ao contexto ocupacional e ganhou crescente relevância jurídica diante da intensificação das exigências produtivas, da hiperconectividade, das jornadas prolongadas e dos riscos psicossociais presentes na organização do trabalho. O presente artigo analisa a responsabilidade do empregador diante do adoecimento psíquico relacionado ao trabalho, com ênfase na síndrome de burnout, examinando os fundamentos constitucionais, trabalhistas, previdenciários e civis aplicáveis. A pesquisa utiliza abordagem qualitativa, método dedutivo e procedimentos bibliográfico, documental e jurisprudencial. São estudados o dever empresarial de proporcionar ambiente laboral seguro e saudável, a caracterização da doença ocupacional, o nexo causal e concausal, a responsabilidade civil, os danos materiais e extrapatrimoniais, a estabilidade acidentária e as medidas preventivas. Também se examina a nova redação da NR-1, vigente desde 26 de maio de 2026, que passou a explicitar a inclusão dos fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. Conclui-se que o diagnóstico de burnout, isoladamente, não conduz à responsabilização automática do empregador; esta depende da análise das condições de trabalho, do nexo entre atividade e adoecimento, do dano e dos pressupostos jurídicos aplicáveis. Ao mesmo tempo, o ordenamento impõe ao empregador deveres concretos de prevenção, identificação e gerenciamento dos riscos ocupacionais, inclusive psicossociais.</p>2026-10-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Eduardo Brizola Ocampos, Karen Karoline Gomes Ito, Maria Celeste Hoffmann, Ronilson Ferreira de Souza, Glauber Gonçalves Holanda, Flaviane Liberato Ferreira, Odair José da Silvahttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/850ESTABILIDADE DO SERVIDOR PÚBLICO E AS HIPÓTESES CONSTITUCIONAIS DE PERDA DO CARGO2026-10-05T15:05:12-03:00Eduardo Brizola Ocamposrevista@gmail.comKaren Karoline Gomes Itorevista@gmail.comMaria Celeste Hoffmannrevista@gmail.comRonilson Ferreira de Souzarevista@gmail.comGlauber Gonçalves Holandarevista@gmail.comMaria Jarina de Souza Manoelrevista@gmail.comOdair José da Silvarevista@gmail.com<p>A estabilidade do servidor público constitui garantia institucional destinada a proteger a continuidade, a impessoalidade e a profissionalização da Administração Pública, não se confundindo com privilégio pessoal ou impossibilidade absoluta de desligamento. A Constituição Federal de 1988, especialmente após a Emenda Constitucional nº 19/1998, estabelece requisitos para aquisição da estabilidade e prevê hipóteses específicas de perda do cargo. O presente artigo analisa a natureza jurídica da estabilidade, sua relação com o concurso público e o estágio probatório, bem como as hipóteses constitucionais de perda do cargo por sentença judicial transitada em julgado, processo administrativo com ampla defesa, procedimento de avaliação periódica de desempenho e necessidade de redução de despesas com pessoal nos termos do art. 169 da Constituição. Examina-se ainda a distinção entre demissão, exoneração, extinção do cargo e disponibilidade, além das garantias do contraditório, ampla defesa, motivação e devido processo legal. A pesquisa utiliza abordagem qualitativa, método dedutivo e procedimentos bibliográfico, documental e jurisprudencial, com fundamento na Constituição Federal, Lei nº 8.112/1990 e precedentes do Supremo Tribunal Federal. Conclui-se que a estabilidade protege o exercício imparcial da função pública, mas convive com mecanismos constitucionais de responsabilização e gestão administrativa, desde que observadas as garantias jurídicas impostas pelo Estado de Direito.</p>2026-10-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Eduardo Brizola Ocampos, Karen Karoline Gomes Ito, Maria Celeste Hoffmann, Ronilson Ferreira de Souza, Glauber Gonçalves Holanda, Maria Jarina de Souza Manoel, Odair José da Silvahttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/851FEMINICÍDIO NO BRASIL:EVOLUÇÃO LEGISLATIVA, CONFIGURAÇÃO DO CRIME E DESAFIOS PARA A EFETIVIDADE DA PROTEÇÃO PENAL DA MULHER2026-10-05T15:23:25-03:00Eduardo Brizola Ocamposrevista@gmail.comKaren Karoline Gomes Itorevista@gmail.comMaria Celeste Hoffmannrevista@gmail.comRonilson Ferreira de Souzarevista@gmail.comGlauber Gonçalves Holandarevista@gmail.comMaria Jarina de Souza Manoelrevista@gmail.comOdair José da Silvarevista@gmail.com<p>O presente artigo analisa o feminicídio no ordenamento jurídico brasileiro, sua evolução legislativa e os desafios relacionados à efetividade da proteção penal da mulher. A pesquisa parte da Lei nº 13.104/2015, que introduziu o feminicídio como qualificadora do homicídio, e examina a profunda alteração promovida pela Lei nº 14.994/2024, que instituiu o feminicídio como crime autônomo no art. 121-A do Código Penal, com pena de reclusão de vinte a quarenta anos. São analisados os elementos do tipo penal, as razões da condição do sexo feminino, a violência doméstica e familiar, o menosprezo ou discriminação à condição de mulher, as causas de aumento de pena, a tentativa, a coautoria e participação, a competência do Tribunal do Júri e a relação com a Lei Maria da Penha. O estudo aborda ainda a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal sobre a inconstitucionalidade da tese da legítima defesa da honra e precedentes do Superior Tribunal de Justiça construídos sob a legislação anterior, relevantes para compreender a natureza do feminicídio e sua relação com outras circunstâncias penais. Adota-se método dedutivo, com pesquisa bibliográfica, legislativa e jurisprudencial. Conclui-se que o agravamento penal representa importante transformação normativa, mas a resposta criminal deve integrar uma política mais ampla de prevenção, proteção e interrupção dos ciclos de violência.</p>2026-10-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Eduardo Brizola Ocampos, Karen Karoline Gomes Ito, Maria Celeste Hoffmann, Ronilson Ferreira de Souza, Glauber Gonçalves Holanda, Maria Jarina de Souza Manoel, Odair José da Silvahttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/852GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS E RESPONSABILIDADE DAS EMPRESAS PELO DESCARTE INADEQUADO2026-10-05T15:28:28-03:00Eduardo Brizola Ocamposrevista@gmail.comKaren Karoline Gomes Itorevista@gmail.comMaria Celeste Hoffmannrevista@gmail.comRonilson Ferreira de Souzarevista@gmail.comGlauber Gonçalves Holandarevista@gmail.comFlaviane Liberato Ferreirarevista@gmail.comOdair José da Silvarevista@gmail.com<p>A gestão adequada de resíduos sólidos constitui uma das principais exigências do Direito Ambiental contemporâneo. A expansão do consumo, da produção industrial e da urbanização amplia a geração de resíduos e torna juridicamente relevante a atuação das empresas em todas as etapas de seu gerenciamento. Este artigo analisa a responsabilidade empresarial pelo descarte inadequado de resíduos sólidos à luz da Constituição Federal, da Lei nº 6.938/1981, da Lei nº 9.605/1998, da Lei nº 12.305/2010 e do Decreto nº 10.936/2022. Examina-se a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a ordem de prioridade no gerenciamento, a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, a logística reversa, os planos de gerenciamento e as consequências civis, administrativas e penais da destinação irregular. A pesquisa adota abordagem qualitativa, método dedutivo e procedimentos bibliográfico, documental e jurisprudencial. Sustenta-se que a responsabilidade ambiental empresarial não se limita ao momento final do descarte, alcançando decisões de produção, acondicionamento, transporte, tratamento, reaproveitamento e destinação final. A prevenção, a rastreabilidade e a governança ambiental são instrumentos essenciais para reduzir riscos e assegurar o cumprimento da legislação.</p>2026-10-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Eduardo Brizola Ocampos, Karen Karoline Gomes Ito, Maria Celeste Hoffmann, Ronilson Ferreira de Souza, Glauber Gonçalves Holanda, Flaviane Liberato Ferreira, Odair José da Silvahttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/853INFIDELIDADE CONJUGAL E RESPONSABILIDADE CIVIL: OS LIMITES PARA A CONFIGURAÇÃO DO DANO MORAL NAS RELAÇÕES FAMILIARES2026-10-05T15:33:43-03:00Eduardo Brizola Ocamposrevista@gmail.comKaren Karoline Gomes Itorevista@gmail.comMaria Celeste Hoffmannrevista@gmail.comRonilson Ferreira de Souzarevista@gmail.comGlauber Gonçalves Holandarevista@gmail.comMaria Jarina de Souza Manoelrevista@gmail.comOdair José da Silvarevista@gmail.com<p>O presente artigo analisa a possibilidade de responsabilização civil decorrente da infidelidade conjugal e os limites para configuração do dano moral nas relações familiares. O Código Civil estabelece a fidelidade recíproca entre os deveres de ambos os cônjuges, mas a violação desse dever não conduz automaticamente à obrigação de indenizar. A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça distingue o sofrimento inerente à ruptura afetiva das situações em que a conduta ultrapassa o campo da intimidade conjugal e viola concretamente direitos da personalidade, como honra, dignidade, imagem e integridade psíquica. São examinados os pressupostos da responsabilidade civil, a aplicação dos arts. 186, 187 e 927 do Código Civil, a função contemporânea dos deveres conjugais, a ausência de responsabilidade do terceiro envolvido na relação extraconjugal e hipóteses agravadas, como ocultação deliberada da verdadeira paternidade biológica. A pesquisa adota abordagem qualitativa, método dedutivo e procedimentos bibliográfico, documental e jurisprudencial. Conclui-se que a infidelidade, isoladamente considerada, não é suficiente para gerar dano moral indenizável, sendo necessária a demonstração de circunstâncias adicionais que configurem ato ilícito e lesão juridicamente relevante.</p>2026-10-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Eduardo Brizola Ocampos, Karen Karoline Gomes Ito, Maria Celeste Hoffmann, Ronilson Ferreira de Souza, Glauber Gonçalves Holanda, Maria Jarina de Souza Manoel, Odair José da Silvahttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/854RESPONSABILIDADE CIVIL DOS HOSPITAIS POR FALHAS NA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE: PRESSUPOSTOS, RESPONSABILIDADE OBJETIVA E DEVER DE INDENIZAR2026-10-05T15:38:48-03:00Eduardo Brizola Ocamposrevista@gmail.comKaren Karoline Gomes Itorevista@gmail.comMaria Celeste Hoffmannrevista@gmail.comRonilson Ferreira de Souzarevista@gmail.comGlauber Gonçalves Holandarevista@gmail.comMaria Jarina de Souza Manoelrevista@gmail.comOdair José da Silvarevista@gmail.com<p>A prestação de serviços hospitalares envolve deveres de segurança, organização, informação e assistência que, quando violados, podem produzir danos de elevada gravidade. O presente artigo analisa a responsabilidade civil dos hospitais por falhas na prestação dos serviços de saúde, distinguindo a responsabilidade decorrente de defeitos próprios da estrutura hospitalar daquela relacionada a atos técnicos de médicos. A pesquisa examina o Código Civil, o Código de Defesa do Consumidor e a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, abordando falhas de enfermagem, erro de medicação, infecção hospitalar, quedas de pacientes, demora no atendimento, indisponibilidade de recursos, falhas de equipamentos, ausência de vigilância e perda de uma chance. Analisa-se também o nexo causal, as excludentes de responsabilidade, os danos materiais, morais e estéticos e a relevância do prontuário e da prova pericial. A jurisprudência do STJ diferencia os serviços diretamente atribuíveis ao estabelecimento hospitalar, submetidos à responsabilidade objetiva por defeito do serviço, dos atos técnicos médicos, cuja responsabilização exige análise da culpa profissional e do vínculo existente com o hospital. Conclui-se que a responsabilidade hospitalar não é automática diante de todo resultado adverso, mas o estabelecimento deve responder quando demonstrados defeito do serviço, dano e nexo causal nos termos do regime jurídico aplicável.</p>2026-10-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Eduardo Brizola Ocampos, Karen Karoline Gomes Ito, Maria Celeste Hoffmann, Ronilson Ferreira de Souza, Glauber Gonçalves Holanda, Maria Jarina de Souza Manoel, Odair José da Silvahttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/855DO SEI-APOSTILA AO APOSTIL: A CONSTRUÇÃO NORMATIVA DO APOSTILAMENTO ELETRÔNICO NO BRASIL2026-10-05T21:40:59-03:00Kendi Felipe Yamamotorevista@gmail.com<p>O artigo reconstrói, a partir dos atos normativos, a formação do apostilamento eletrônico no Brasil. Parte da Convenção da Haia de 1961, que substituiu a legalização consular por uma formalidade única, e da adesão brasileira, em vigor desde 14 de agosto de 2016. Em seguida, distingue três fases. Na primeira, de 2016 a 2020, a apostila era gerada em sistema eletrônico, o SEI-Apostila, mas entregue em papel. Na segunda, o sistema APOSTIL, instituído em junho de 2020, tornou-se, em 3 de agosto de 2020, o meio único de emissão e de registro. Na terceira, a partir de julho de 2021, o documento eletrônico passou a ser apostilado sem impressão, com apostila eletrônica salva em arquivo único. O capítulo examina, ainda, a opção brasileira de confiar o apostilamento às serventias extrajudiciais, por delegação do Conselho Nacional de Justiça, e aponta o limite do modelo: o registro eletrônico permite conferir a existência da apostila, mas a aceitação do documento eletrônico depende do direito do Estado de destino. O método é o indutivo, com leitura das fontes normativas no texto oficial.</p>2026-10-05T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Kendi Felipe Yamamotohttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/856COSMOVISÃO INDÍGENA NOS ESPAÇOS ESCOLARES2026-10-06T18:24:33-03:00Clara Rosa Cruz Gomesrevista@gmail.comPedro Henrique Cavendish Schimmelpfengrevista@gmail.comClaudia Patorevista@gmail.com<p>O objetivo deste artigo é analisar as contribuições da literatura acadêmica sobre cosmovisões indígenas e conexão com a natureza, considerando as relações entre crianças indígenas, ambiente escolar e brincadeiras. Utilizou-se o método de revisão bibliográfica, com foco na análise aprofundada e interpretativa da literatura. Os resultados evidenciam a importância das cosmovisões indígenas nos espaços escolares para favorecer a conexão com a natureza, fortalecer a educação ambiental e contribuir para a implementação da Lei nº 11.645/2008, por meio da valorização das histórias, culturas, conhecimentos e modos de vida dos povos indígenas. Os estudos também apontam a relevância da formação continuada de educadores na perspectiva da educação ambiental intercultural. Conclui-se que a valorização das cosmovisões indígenas, das brincadeiras e das experiências em contato com a natureza, articulada à formação docente, pode contribuir para uma educação sensível, inclusiva, intercultural e transformadora.</p>2026-10-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Clara Rosa Cruz Gomes, Pedro Henrique Cavendish Schimmelpfeng, Cláudia Patohttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/857ASPECTOS HISTÓRICOS NOS MODELOS ATÔMICOS EM LIVROS DIDÁTICOS DE CIÊNCIAS DO PNLD 20242026-10-06T19:02:48-03:00Guilherme Daniel Roberevista@gmail.comFabiane de Andrade Leiterevista@gmail.com<p>Apresenta-se neste texto uma pesquisa com objetivo de analisar os aspectos da História da Ciência (HC) apresentados nos Modelos Atômicos em Livros Didáticos do PNLD de 2024. No contexto dos Livros toma-se como foco de investigação a apresentação do conteúdo de estrutura atômica, sendo os Modelos Atômicos um conceito estruturante no pensamento Químico. Nesse sentido, a pesquisa se caracteriza como documental qualitativa, tendo como objeto de análise seis livros de quatro diferentes editoras com mais de um milhão de cópias distribuídas. Utilizamos da Análise de Conteúdo para o tratamento dos dados e, com isso, emergiram duas categorias: <em>A História da Ciência de forma linear e fragmentada</em> e; <em>A História da Ciência contextualizada e interdisciplinar</em>. A partir da análise identificou-se a predominância dos excertos na primeira categoria, com uma abordagem superficial e sem valorizar as informações históricas, muitas vezes contendo apenas nome, nacionalidade, ano de nascimento e morte. Dessa forma, conclui-se que há necessidade de superar as concepções ingênuas sobre o currículo e buscar uma formação crítica que ultrapasse os limites do livro didático, almejando que esta pesquisa contribua para um Ensino de Ciências que valorize a abordagem histórica mais humanizadora.</p>2026-10-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Guilherme Daniel Robe, Fabiane de Andrade Leitehttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/858O IMPACTO DOS RECURSOS MULTIMÍDIA NA EDUCAÇÃO2026-10-07T18:34:57-03:00Thomy Bonin Tetznerrevista@gmail.comLuciana Coutinho Barros da Silvarevista@gmail.comGeysyane Rodrigues de Moraes Gonçalves Silvarevista@gmail.comEraida Maria Antonia de Jesus Souza Mirandarevista@gmail.comJucileide das Chagas Limarevista@gmail.comAline Souza de Paularevista@gmail.comJucelia Guerreirorevista@gmail.com<p>Este artigo tem como objetivo discutir o impacto dos recursos multimídia na educação atual, analisando sua relevância para o processo de ensino-aprendizagem e sua capacidade de promover uma educação mais inclusiva e personalizada. A metodologia adotada envolve uma pesquisa bibliográfica que explora as transformações promovidas pelas tecnologias digitais no campo educacional. A educação contemporânea está cada vez mais imersa em um ambiente digital, onde o uso de recursos multimídia vem transformando significativamente as práticas pedagógicas e ampliando o acesso ao conhecimento. A análise evidencia que, embora esses recursos ofereçam vastas oportunidades para promover uma educação mais inclusiva e personalizada, sua implementação precisa ser cuidadosamente planejada. Apenas através de uma aplicação estratégica é possível garantir que essas ferramentas realmente ampliem as oportunidades de aprendizagem, favorecendo uma abordagem pedagógica mais equitativa e eficaz. Conclui-se que o uso consciente e planejado dos recursos digitais pode transformar a educação, desde que haja um foco claro em promover a equidade e a inclusão.</p>2026-10-07T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Thomy Bonin Tetzner, Luciana Coutinho Barros da Silva, Geysyane Rodrigues de Moraes Gonçalves Silva, Eraida Maria Antonia de Jesus Souza Miranda, Jucileide das Chagas Lima, Aline Souza de Paula, Jucelia Guerreirohttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/859CONTRIBUTOS DA TEORIA DA LEGISLAÇÃO À RACIONALIDADE DAS LEIS PENAIS NA OBRA DE MANUEL ATIENZA2026-10-12T15:22:33-03:00Diego Marafiga Cordeirorevista@gmail.comLuziana Colombo Lunardirevista@gmail.com<p>A produção das leis não se limita ao cumprimento de procedimentos formais, mas envolve escolhas políticas, jurídicas e sociais que precisam ser justificadas, especialmente quando se trata da legislação penal e de seus efeitos sobre direitos e liberdades individuais. Nesse contexto, o presente artigo analisa os contributos da Teoria da Legislação de Manuel Atienza para a racionalidade das leis penais, partindo da compreensão de que a exigência de racionalidade deve alcançar não apenas a interpretação e a aplicação do Direito, mas também o momento de sua produção. O estudo aborda os níveis de racionalidade propostos pelo autor: linguística ou comunicativa, jurídico-formal, pragmática, teleológica e ética, além da discussão acerca da razoabilidade como elemento de equilíbrio entre as diferentes exigências presentes na atividade legislativa. A análise também considera a importância da argumentação e da justificação das escolhas realizadas pelo legislador, bem como a necessidade de observar a legislação desde sua elaboração até a avaliação dos efeitos produzidos após sua entrada em vigor. A partir dessa perspectiva, verifica-se que a Teoria da Legislação oferece critérios importantes para identificar possíveis irracionalidades e refletir sobre a qualidade das escolhas legislativas. No campo penal, essa contribuição assume especial relevância diante da intensidade da intervenção estatal e das consequências que a criação ou o agravamento de normas penais pode produzir sobre a liberdade das pessoas. Conclui-se que a proposta de Manuel Atienza, embora não elimine as limitações políticas e institucionais próprias do processo legislativo, contribui para uma produção normativa mais refletida, coerente e justificada, aproximando a legislação dos problemas concretos que pretende enfrentar e dos valores que sustentam o Estado de Direito.</p>2026-10-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Diego Marafiga Cordeiro, Luziana Colombo Lunardihttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/860ENTRE A LEGISLAÇÃO E A REALIDADE: DESAFIOS DA CORRESPONSABILIDADE ENTRE ESTADO, FAMÍLIA E ESCOLA PARA A EFETIVAÇÃO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA2026-10-16T17:40:32-03:00Cleria Arantes Santiagorevista@gmail.com<p>A educação inclusiva constitui um direito fundamental assegurado pela legislação brasileira, cuja efetivação exige ações articuladas entre o Estado, a família e a escola. Entretanto, apesar dos avanços normativos, persistem desafios que dificultam a concretização desse direito no cotidiano das instituições de ensino. Diante desse contexto, o presente artigo tem como objetivo analisar como a atuação conjunta do Estado, da família e da escola interfere na efetivação da educação inclusiva, identificando os principais obstáculos que dificultam a concretização dos direitos assegurados pela legislação brasileira. A pesquisa adota abordagem qualitativa, de natureza bibliográfica e documental, fundamentada na análise da legislação educacional e de produções científicas relacionadas às políticas públicas, às práticas pedagógicas inclusivas e à corresponsabilidade dos agentes envolvidos. A discussão evidencia que a garantia de matrícula não assegura, isoladamente, a inclusão, sendo necessárias condições de acessibilidade, formação docente, recursos pedagógicos adequados e participação familiar. Conclui-se que a efetivação da educação inclusiva depende do cumprimento das responsabilidades específicas de cada agente, com destaque para o dever estatal de assegurar políticas públicas e condições estruturais que possibilitem o acesso, a permanência, a participação e a aprendizagem de todos os estudantes.</p>2026-10-16T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Cleria Arantes Santiagohttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/861O DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIAS ATIVAS NO ATENDIMENTO NEUROPSICOPEDAGÓGICO DE CRIANÇAS COM TDAH NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO2026-10-17T11:32:09-03:00Raquel Spadottorevista@gmail.comSarah Fragoso Bragarevista@gmail.comSueli Aparecida dos Santos Silvarevista@gmail.comMateus dos Santosrevista@gmail.comFrancielli Maciel Rodrigues Portorevista@gmail.comKarine de Santana Andraderevista@gmail.comVeruscka Ferreira Silva Cavalcanti de Jesusrevista@gmail.comThálita dos Santos Queiroz Ferreira Siqueirarevista@gmail.com<p style="margin: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">O atendimento neuropsicopedagógico de crianças com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) demanda estratégias de intervenção que considerem as particularidades cognitivas, comportamentais e educacionais envolvidas no processo de ensino e aprendizagem. Nesse contexto, o desenvolvimento de metodologias ativas apresenta-se como uma possibilidade de organização de práticas interventivas que valorizem a participação da criança, a construção do conhecimento e o estímulo à autonomia. O presente artigo tem como objetivo analisar as contribuições das metodologias ativas no atendimento neuropsicopedagógico de crianças com TDAH, considerando suas potencialidades para o desenvolvimento de habilidades relacionadas à atenção, à memória de trabalho, ao planejamento e à autorregulação. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter descritivo-exploratório, fundamentada na análise de produções científicas e documentos pertinentes à temática. A discussão contempla estratégias como jogos educativos, resolução de problemas, atividades práticas e propostas colaborativas, considerando sua adequação às necessidades individuais das crianças. A análise teórica indica que a utilização planejada dessas estratégias pode favorecer o envolvimento nas atividades, a organização das tarefas e a aprendizagem significativa, desde que articulada ao acompanhamento individualizado e aos objetivos da intervenção neuropsicopedagógica. Conclui-se que as metodologias ativas constituem recursos potencialmente relevantes para qualificar o atendimento neuropsicopedagógico, sem desconsiderar a diversidade dos perfis de aprendizagem e a necessidade de intervenções fundamentadas em evidências científicas.</span></p>2026-10-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Raquel Spadotto, Sarah Fragoso Braga, Sueli Aparecida dos Santos Silva, Mateus dos Santos, Francielli Maciel Rodrigues Porto, Karine de Santana Andrade, Veruscka Ferreira Silva Cavalcanti de Jesus, Thálita dos Santos Queiroz Ferreira Siqueirahttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/862QUEM DECIDE SOBRE AS MARGENS URBANAS? AUTONOMIA MUNICIPAL, DIAGNÓSTICO SOCIOAMBIENTAL E DEVER DE FUNDAMENTAÇÃO TERRITORIAL APÓS A LEI Nº 14.285/20212026-10-18T18:49:53-03:00Mirela Marquezanrevista@gmail.comGuilherme Cortez dos Santosrevista@gmail.comJerônimo Siqueira Tybuschrevista@gmail.com<p>A Lei nº 14.285/2021 reconfigurou a disciplina das áreas de preservação permanente marginais a cursos d’água em áreas urbanas consolidadas ao admitir, sob condições legais, a definição municipal de faixas distintas das previstas no art. 4º, I, do Código Florestal. O artigo investiga em que condições essa autonomia pode produzir diferenciações territoriais juridicamente justificadas sem transformar a consolidação urbana em presunção de segurança ou fundamento autossuficiente para reduzir a proteção ambiental. O diagnóstico socioambiental é examinado como elemento de produção e organização do conhecimento necessário à decisão pública, articulando prevenção de riscos, funções ecológicas, sociais e econômicas, justiça ambiental, planejamento urbano e motivação administrativa. A teoria de base é sistêmico-complexa, em diálogo com a sociobiodiversidade e estudos sobre conhecimento e decisão pública; a abordagem é qualitativa e predominantemente dedutiva; os procedimentos compreendem revisão bibliográfica, pesquisa documental e estudo de caso institucional longitudinal; e as técnicas incluem análise jurídico-normativa, reconstrução cronológica, análise de conteúdo temática-categorial e triangulação documental. O recorte empírico acompanha a trajetória normativa de Santa Maria/RS entre 2022 e 2026, incluindo a Lei Complementar nº 195/2025, o Decreto Executivo nº 59/2026 e a preparação de diagnóstico por microbacias. Sustenta-se que a diferenciação local exige fundamentação territorial adequada, capaz de explicitar base legal, atributos ambientais relevantes, riscos, alternativas, participação institucional e condições de revisão, sem substituir a avaliação técnica competente nem criar requisito legal autônomo.</p>2026-10-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Mirela Marquezan, Guilherme Cortez dos Santos, Jerônimo Siqueira Tybuschhttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/863DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO COM BASE NA ANÁLISE SWOT: POTENCIALIDADES E DESAFIOS DA GESTÃO INSTITUCIONAL EDUCACIONAL2026-10-19T09:44:57-03:00Paulo Jorge Teixeira de Souzarevista@gmail.comOrcilene Gomes Lopesrevista@gmail.comAdriane dos Santos Pintorevista@gmail.comCibele Wanessa Tureckrevista@gmail.comJosi Mara da Silva Marchezanrevista@gmail.comFred Farias Cavalcanterevista@gmail.comOrnildo Roberto de Souzarevista@gmail.comFabricia dos Santos Limarevista@gmail.com<p>Este estudo abordou o diagnóstico estratégico baseado na análise SWOT como instrumento de apoio à compreensão das condições internas e externas que influenciam a gestão institucional educacional. O objetivo geral deste estudo foi analisar como o diagnóstico estratégico baseado na análise SWOT contribui para a identificação de potencialidades e desafios da gestão institucional educacional. Para alcançar esse propósito, adotou-se a pesquisa bibliográfica, com abordagem qualitativa, fundamentada em estudos sobre análise SWOT, diagnóstico estratégico, planejamento e gestão educacional. Os resultados evidenciaram que a identificação de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças favorece uma leitura estruturada da realidade institucional e fornece subsídios para o planejamento e a tomada de decisão. Verificou-se também que a participação dos diferentes sujeitos, a contextualização das informações e o acompanhamento das ações ampliam as possibilidades de utilização da ferramenta. Em contrapartida, aplicações isoladas, superficiais ou sem continuidade podem limitar seu alcance estratégico. Concluiu-se que a análise SWOT contribui para a gestão educacional quando o diagnóstico é interpretado criticamente e convertido em decisões e estratégias compatíveis com as necessidades e possibilidades concretas da instituição. </p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Paulo Jorge Teixeira de Souza, Orcilene Gomes Lopes, Adriane dos Santos Pinto, Cibele Wanessa Tureck, Josi Mara da Silva Marchezan, Fred Farias Cavalcante, Ornildo Roberto de Souza, Fabricia dos Santos Limahttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/864DIÁLOGOS ENTRE ENSINO DE BIOLOGIA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM DISSERTAÇÕES E TESES DA PLATAFORMA FRACALANZA (1981 - 2023)2026-10-19T14:32:35-03:00Álvaro Ítalo Firmino da Nobregaalvaroitalofirmino@gmail.comLeticia Kelly Feitosakleticia913@gmail.comDaiane da Silva Ribeirodaianeribeiroprp@gmail.comJoão Lucas Raiol de Andradejoao.raiol@academico.ufpb.brIsabelle Silva Cavalcanteisabellecaval@gmail.comDieison Prestes da Silveiradieisonprestes@gmail.com<p>O presente artigo tem como objetivo mapear e analisar teses e dissertações brasileiras, presentes na Plataforma Fracalanza, que discutem as aproximações entre o Ensino de Biologia no Ensino Médio, articulado com a Educação Ambiental. Por meio de uma pesquisa do tipo estado da arte, utilizou-se o termo “ensino de biologia” nos filtros “título” e/ou “palavras-chave” da Plataforma Fracalanza, possibilitando a localização de 25 pesquisas, no recorte temporal compreendido entre os anos de 1981 e 2023. As produções foram analisadas por meio da Análise de Conteúdo, permitindo identificar tendências, aproximações e contribuições relacionadas às práticas educativas desenvolvidas no espaço escolar. Os resultados evidenciaram discussões voltadas à contextualização das questões socioambientais, à interdisciplinaridade e à necessidade de práticas pedagógicas mais críticas e reflexivas, no contexto do Ensino Médio</p>2026-10-20T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Álvaro Ítalo Firmino da Nobrega, Leticia Kelly Feitosa, Daiane da Silva Ribeiro, João Lucas Raiol de Andrade, Isabelle Silva Cavalcante, Dieison Prestes da Silveirahttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/866LEITURA INTERDISCIPLINAR NOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: FORMAÇÃO DO LEITOR E RESPONSABILIDADE PEDAGÓGICA COMPARTILHADA2026-10-20T14:52:41-03:00Elisabete Batista Ottobelirevista@gmail.comKeila Regina de Sousa Figueiredorevista@gmail.com<p>Este artigo analisa a leitura interdisciplinar nos Anos Finais do Ensino Fundamental, com ênfase na formação do leitor e na responsabilidade pedagógica compartilhada entre os diferentes componentes curriculares. O estudo parte da compreensão de que ler não corresponde apenas à decodificação de palavras, mas envolve construção de sentidos, mobilização de conhecimentos prévios, inferências, objetivos de leitura e interação com gêneros que circulam em práticas sociais diversas. A pesquisa caracteriza-se como revisão bibliográfica e documental de natureza analítico-interpretativa. O núcleo de análise reúne quatorze referências acadêmicas sobre leitura, compreensão, letramentos, interdisciplinaridade e formação do leitor, publicadas entre 1998 e 2025, além da Base Nacional Comum Curricular e do Documento Curricular para Goiás - Ampliado, destinado aos Anos Finais. A discussão foi organizada em três movimentos: leitura como prática social e processo de construção de sentidos; interdisciplinaridade e leitura nas diferentes áreas do conhecimento; e formação do leitor como responsabilidade compartilhada no planejamento e no acompanhamento pedagógico. Os resultados da revisão indicam que a competência leitora se desenvolve de forma mais consistente quando os estudantes enfrentam textos, linguagens e finalidades de leitura variadas, com mediações explícitas sobre estratégias de compreensão. Também mostram que a interdisciplinaridade não implica eliminar especificidades das áreas, mas criar articulações em torno de problemas, textos e objetivos comuns. Nos Anos Finais, a fragmentação do currículo e a multiplicidade de professores tornam necessária uma coordenação pedagógica capaz de estabelecer continuidade entre práticas de leitura. Conclui-se que a formação leitora precisa ser assumida como compromisso coletivo da escola, preservando a responsabilidade específica da Língua Portuguesa e, simultaneamente, reconhecendo que História, Geografia, Ciências, Matemática e demais componentes também ensinam modos próprios de ler, interpretar e produzir conhecimento.</p>2026-10-20T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Elisabete Batista Ottobeli, Keila Regina de Sousa Figueiredohttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/865ACOMPANHAMENTO DO PACIENTE ONCOLÓGICO NA ESTRATÉGIA DA SAÚDE DA FAMÍLIA: UMA REVISÃO DA LITERATURA CONTEMPORÂNEA2026-10-19T22:38:31-03:00Sandra Daniela Renata Garciasrevista@gmail.comRenata Pasolini Santosrevista@gmail.comAna Claudia Costa Rutkoskirevista@gmail.comRenata do Nascimento Gonçalves Cordeirorevista@gmail.comCláudia Mendesrevista@gmail.comMarcos André Fernandes Pereirarevista@gmail.comBruno Rodrigues de Amorimrevista@gmail.comGilvânia Cristina de Souzarevista@gmail.comMaría de Lourdes Gomes Evangelistarevista@gmail.com<p style="margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">O acompanhamento de pacientes oncológicos na Estratégia Saúde da Família (ESF) constitui um componente relevante da organização da atenção à saúde, especialmente pela possibilidade de desenvolver ações integradas de prevenção, identificação de sinais suspeitos, acompanhamento terapêutico e suporte ao paciente e à família. Este estudo tem como objetivo analisar, com base na literatura científica, a atuação da ESF no acompanhamento de pessoas com câncer, considerando as potencialidades e os desafios relacionados à continuidade e à integralidade da assistência. Trata-se de uma revisão da literatura, de abordagem narrativa, fundamentada na análise de publicações sobre atenção primária à saúde, cuidado oncológico, assistência domiciliar e cuidados paliativos. A literatura examinada evidencia que as equipes de Saúde da Família podem contribuir para a identificação de necessidades clínicas e psicossociais, o fortalecimento do vínculo com os usuários, a orientação aos familiares e a coordenação do cuidado em articulação com os serviços especializados. As visitas domiciliares, o acolhimento e a atuação multiprofissional destacam-se como estratégias que favorecem a proximidade entre os profissionais, os pacientes e seus contextos familiares e comunitários. Entretanto, limitações estruturais, lacunas na qualificação profissional e dificuldades de comunicação entre os diferentes níveis assistenciais podem comprometer a continuidade do acompanhamento. Conclui-se que a qualificação da assistência oncológica na ESF requer o fortalecimento da educação permanente das equipes, a integração efetiva da rede de atenção à saúde e a organização de práticas centradas nas necessidades individuais e familiares, com vistas à promoção da qualidade de vida e à humanização do cuidado.</p> <p style="margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"> </p>2026-10-20T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Sandra Daniela Renata Garcias, Renata Pasolini Santos, Ana Claudia Costa Rutkoski, Renata do Nascimento Gonçalves Cordeiro, Cláudia Mendes, Marcos André Fernandes Pereira, Bruno Rodrigues de Amorim, Gilvânia Cristina de Souza, María de Lourdes Gomes Evangelistahttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/867DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA2026-10-20T22:05:10-03:00Hélio da Silvarevista@gmail.comAntônio Soares de Oliveira Filhorevista@gmail.comEmanuel Adeilton de Oliveira Andraderevista@gmail.comMateus de Macedorevista@gmail.comMaria Wellytha Reis dos Reisrevista@gmail.comAlysson Anderson Costa dos Santosrevista@gmail.comThaysse Rodrigues da Silva Valiatirevista@gmail.com<p>O ensino de Matemática na educação contemporânea enfrenta desafios relacionados à superação de práticas pedagógicas tradicionais, à contextualização dos conteúdos, à formação docente e às desigualdades de acesso aos recursos tecnológicos. Nesse cenário, este artigo tem como objetivo analisar os principais desafios que permeiam o ensino de Matemática e discutir perspectivas pedagógicas capazes de favorecer a aprendizagem, o pensamento crítico, o desenvolvimento da autoeficácia discente e a participação ativa dos estudantes. Metodologicamente, a pesquisa caracteriza-se como bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter exploratório-descritivo, fundamentada na análise interpretativa da literatura sobre Educação Matemática, metodologias de ensino, tecnologias educacionais e interdisciplinaridade. A discussão contempla o potencial das metodologias ativas, da resolução de problemas, da gamificação e das ferramentas digitais para ampliar as possibilidades de compreensão dos conceitos matemáticos e aproximá-los de situações concretas e fortalecer a confiança dos alunos em sua própria capacidade de raciocínio. Também são considerados os limites estruturais e pedagógicos que condicionam a incorporação dessas estratégias, especialmente a necessidade de formação continuada dos professores, de infraestrutura adequada e de práticas que respeitem a diversidade dos ritmos e das necessidades de aprendizagem. A análise evidencia que a inovação no ensino de Matemática não depende exclusivamente da adoção de tecnologias ou de novas metodologias, mas da articulação entre intencionalidade pedagógica, mediação docente, contextualização curricular e condições institucionais favoráveis. Conclui-se que a construção de uma Educação Matemática mais significativa, inclusiva e socialmente relevante requer investimentos na valorização profissional dos docentes, na democratização dos recursos educacionais e no desenvolvimento de práticas que promovam a autonomia intelectual, a crença na própria capacidade de aprender e a capacidade de resolver problemas.</p>2026-10-21T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Hélio da Silva, Antônio Soares de Oliveira Filho, Emanuel Adeilton de Oliveira Andrade, Mateus de Macedo, Maria Wellytha Reis dos Reis, Alysson Anderson Costa dos Santos, Thaysse Rodrigues da Silva Valiatihttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/868POLÍTICAS DE SAÚDE NO TRABALHO PARA SERVIDORES DO SETOR PÚBLICO MUNICIPAL2026-10-21T22:33:28-03:00Ana Paula Soares Antesrevista@gmail.comSandra Testarevista@gmail.comNeusa Maria Gonçalves Sallarevista@gmail.com<p>A saúde do trabalhador no setor público municipal configura-se como um eixo estratégico para a eficiência da gestão pública, a qualidade dos serviços prestados à população e a sustentabilidade institucional. Os servidores públicos desempenham funções essenciais na execução das políticas públicas, especialmente nas áreas de saúde, educação, assistência social, infraestrutura e segurança, estando frequentemente expostos a condições laborais que favorecem o adoecimento físico e mental. Diante desse cenário, este estudo tem como objetivo analisar a relevância da implementação de uma política municipal de saúde no trabalho, articulada à gestão de pessoas, à saúde ocupacional e ao planejamento estratégico organizacional. Trata-se de uma pesquisa de natureza bibliográfica e documental, fundamentada em literatura científica, legislações e diretrizes técnicas nacionais. Os resultados apontam que a adoção de políticas preventivas, baseadas na vigilância em saúde, ergonomia, promoção da saúde, educação permanente e gestão participativa, contribui para a redução dos afastamentos, melhoria do clima organizacional e aumento da eficiência administrativa. Conclui-se que a política de saúde no trabalho deve ser incorporada como instrumento permanente de gestão estratégica, orientada por indicadores de desempenho, governança pública e valorização do servidor, promovendo ambientes laborais saudáveis e sustentáveis.</p>2026-10-21T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Ana Paula Soares Antes, Sandra Testa, Neusa Maria Gonçalves Sallahttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/869PESQUISA DE INTERVENÇÃO E INTERLOCUÇÃO COM AS FAMÍLIAS: A RODA DE CONVERSA E A CONSTRUÇÃO DO CADERNO INFORMATIVO “INFORMA CREIO”2026-10-22T14:47:54-03:00Valéria Antunes Dias Fernandesrevista@gmail.comSandra Célia Coelho Gomes da Silvarevista@gmail.com<p>Este artigo apresenta o percurso e os resultados de uma pesquisa de intervenção realizada no Centro de Referência de Educação Inclusiva Operacional (CREIO), em Guanambi, Bahia, cujo objeto foi a interlocução da equipe multiprofissional com as famílias dos alunos atendidos. De abordagem qualitativa, exploratória, documental e de campo, a pesquisa realizou entrevistas semiestruturadas com quatro profissionais (psicopedagoga, psicóloga, fonoaudióloga e assistente social) e duas mães, analisadas pela técnica de análise de conteúdo. A fundamentação teórica, elaborada a partir da dissertação que originou o estudo, articula educação inclusiva, equipe multiprofissional, família e pesquisa de intervenção. As entrevistas indicaram que há interlocução no CREIO, mas que o acompanhamento familiar enfrenta obstáculos ligados à falta de tempo e ao pouco conhecimento das famílias sobre as necessidades dos filhos. Planejou-se, então, uma intervenção por grupo focal que, em razão da pandemia de Covid-19, foi substituída por uma roda de conversa virtual, com 13 participantes, na qual se apresentou o esboço de um caderno informativo. As contribuições da equipe orientaram os ajustes do produto, o caderno <em>informa CREIO</em>. Conclui-se que a construção colaborativa fortaleceu a interlocução e consolidou um recurso de orientação familiar nos formatos impresso, virtual e audiovisual.</p>2026-10-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Valéria Antunes Dias Fernandes, Sandra Célia Coelho Gomes da Silvahttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/870TEORIAS DA APRENDIZAGEM E DESIGN DE AMBIENTES DE E-LEARNING: FORMAÇÃO DOCENTE PARA UMA EDUCAÇÃO DIGITAL TRANSFORMADORA EM TEMPOS DE CRISE 2026-10-22T15:34:02-03:00George Henrique Ferreira dos Santosrevista@gmail.comLeandro Wendel Martinsrevista@gmail.com<p>A expansão do e-learning ampliou as possibilidades de acesso, flexibilidade e continuidade educacional, sobretudo diante das crises contemporâneas. Entretanto, a simples adoção de plataformas e recursos digitais não garante aprendizagem eficiente, pois ambientes virtuais sem fundamentação pedagógica podem reproduzir práticas transmissivas e excludentes. Este artigo objetiva analisar as contribuições das teorias da aprendizagem para o design de ambientes de e-learning e para a formação docente voltada a uma educação digital transformadora. Trata-se de pesquisa bibliográfica, qualitativa, exploratória e desenvolvida por meio de revisão narrativa. A discussão aborda behaviorismo, cognitivismo, construtivismo, sociointeracionismo e conectivismo, além do planejamento pedagógico, da acessibilidade, da interação, da avaliação, das competências digitais docentes e da educação em contextos de crise. Conclui-se que a articulação entre teorias da aprendizagem, design pedagógico e formação docente é essencial para construir ambientes digitais autônomos, colaborativos, inclusivos e socialmente responsáveis.</p>2026-10-22T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 George Henrique Ferreira dos Santos, Leandro Wendel Martinshttps://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/871DESAFIOS PARA A PREVENÇÃO DO BURNOUT E A PROMOÇÃO DA SAÚDE DO TRABALHADOR2026-10-23T14:53:45-03:00Ana Paula Soares Antesrevista@gmail.comSandra Testarevista@gmail.comNeusa Maria Gonçalves Sallarevista@gmail.com<p>A síndrome de burnout representa um desafio para a saúde do trabalhador, estando associada às exigências profissionais e aos fatores psicossociais do trabalho. Este artigo tem como objetivo analisar os desafios da prevenção do burnout e da promoção da saúde do trabalhador. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica baseada em publicações científicas, documentos institucionais e normas relacionadas à saúde ocupacional. A análise evidencia que a sobrecarga de trabalho, a baixa autonomia e a falta de apoio organizacional podem comprometer o bem-estar e o desempenho profissional. Conclui-se que a prevenção exige acompanhamento adequado, intervenções organizacionais e gestão contínua dos riscos psicossociais, visando à promoção de ambientes de trabalho mais saudáveis.</p>2026-10-23T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Ana Paula Soares Antes, Sandra Testa, Neusa Maria Gonçalves Salla