Revista Ilustração https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao <p>A Revista Ilustração é um periódico quadrienal da Editora Ilustração, classificada com <strong>Qualis A4 </strong>(<a href="https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoPublicacaoQualis/listaConsultaGeralPeriodicos.jsf" target="_blank" rel="noopener">CLIQUE AQUI</a> para verificar) na última avalição quadrimestral do Qualis CAPES (2021-2024). Tem como missão oportunizar publicações e socialização do conhecimento nos diferentes campos do saber. Busca publicar produções em forma de artigos científicos de pesquisadores, preferencialmente vinculados à Programas de Pós-Graduação, com aportes teóricos ligados a diferentes campos do conhecimento que permeiam o meio acadêmico nacional e internacional.</p> <p>Público-alvo: Pesquisadores de Programas de Pós-Graduação.</p> Editora Ilustração pt-BR Revista Ilustração 2675-908X TEORIAS DO RECONHECIMENTO E MOVIMENTOS FEMINISTAS: CONTRIBUIÇÕES PARA A PARTICIPAÇÃO DE MULHERES NEGRAS NOS ESPAÇOS DE PODER https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/506 <p>Os movimentos feministas têm sido organizações que denunciam as situações das mulheres em espaços privados e públicos, bem como anunciam novas perspectivas rumo a equidade dentro dos moldes democráticos, tendo presente categorias de gênero, raça e poder. São movimentos que englobam diversificadas pautas e, uma delas são as demandas das mulheres negras e sua participação em espaços de poder. Para analisar melhor a situação, por meio de uma abordagem dedutiva, com revisão bibliográfica e aportes fundantes das teorias do reconhecimento, a pesquisa busca refletir sobre qual a contribuição dos movimentos feministas na compreensão sobre a participação das mulheres negras nos espaços de poder da sociedade. O estudo demonstra que o patriarcado tem sido responsável pela hierarquização sexual e de gênero na sociedade, que ocasiona invisibilidade e naturalização de opressões e de violências, bem como gera a subcidadania das mulheres, reservando a elas, prioritariamente, espaços da vida privada. Tal situação das mulheres é agravada por outros recortes de renda e raça, tornando a existência d e mulheres negras ainda mais difíceis do que o geral. As teorias do reconhecimento auxiliam na compreensão acerca do reconhecimento das mulheres negras e sua exclusão dos espaços de poder, revelando a importância da ação dos movimentos feministas como protagonistas desse reconhecimento.</p> Tanise Rosa Klein Santos Osmar Veronese Rosângela Angelin Copyright (c) 2026 Tanise Rosa Klein Santos, Osmar Veronese, Rosângela Angelin https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-02 2026-02-02 7 2 3 24 10.46550/ilustracao.v7i2.506 FUNDAMENTOS DE TERMINOLOGIA COM APOIO VISUAL PARA SURDOS https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/507 <p>A terminologia com apoio visual para surdos redefine a disciplina terminográfica ao integrar sinais em Libras, glossários multimodais, recursos visuais contextualizados e estratégias pedagógicas específicas, promovendo acessibilidade cognitiva na educação bilíngue. Este referencial teórico sistematiza fundamentos semióticos peircianos, ontologias espaciais e pedagogia visual histórico-cultural, evidenciando ganhos empíricos de retenção conceitual superiores a 60% em discentes surdos. Glossários colaborativos validam sinais-termos por comunidades nativas, enquanto diagramas sequenciais e mapas conceituais ancoram abstrações em experiências perceptivas concretas. Estratégias como janelas sinal-imagem-contexto e mediações corporais operacionalizam a zona de desenvolvimento proximal visual. Desafios implementacionais – escassez material, formação docente deficitária e resistências auditivistas – demandam políticas financiadas e IA generativa treinada em corpora surdos. Conclui-se que essa abordagem transcende suplementação acessória, configurando epistemologia visual autônoma alinhada à Convenção da ONU (2008), com perspectivas para ontologias híbridas nacionais até 2028.</p> <div id="floating-button-root">&nbsp;</div> <div class=""> <div class="floating-block floating-power-block">&nbsp;</div> </div> <div class=""> <div class="floating-block floating-refresh-block" style="opacity: 1; pointer-events: auto;">&nbsp;</div> </div> <div class=""> <div class="floating-block floating-search-block" style="opacity: 1; pointer-events: auto;">&nbsp;</div> </div> <div class="floating-img-block" style="background-color: #7513ff; position: relative; right: 0px;">&nbsp;</div> Hannah Araújo Rosendo Ivonne Azevedo Makhoul Francilene Machado de Almeida Diego Alexandre Hackl Priscilla Fonseca Cavalcante Copyright (c) 2026 Hannah Araújo Rosendo, Ivonne Azevedo Makhoul, Francilene Machado de Almeida, Diego Alexandre Hackl, Priscilla Fonseca Cavalcante https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-02 2026-02-02 7 2 25 40 10.46550/ilustracao.v7i2.507 O PEI COMO ESTRATÉGIA DE GARANTIA DO DIREITO À APRENDIZAGEM DE ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/508 <p>O presente artigo teve como objetivo analisar o Plano Educacional Individualizado (PEI) como estratégia pedagógica voltada à personalização do ensino e à promoção da aprendizagem de estudantes com deficiência no âmbito da educação inclusiva. O estudo abordou as implicações do planejamento individualizado para o trabalho docente, bem como os efeitos da atuação colaborativa entre os diferentes profissionais da escola na elaboração e aplicação do PEI. A metodologia adotada consistiu em uma pesquisa bibliográfica, fundamentada na análise de produções científicas publicadas entre 2023 e 2025, localizadas na base SciELO, cuja seleção considerou critérios de atualidade, relevância temática e vínculo com a prática educacional. Os resultados indicaram que o PEI, quando construído de forma coletiva, sistemática e orientada por avaliações diagnósticas, contribuiu para a definição de metas pedagógicas coerentes com as necessidades do estudante, promovendo sua participação nas atividades escolares e favorecendo o desenvolvimento da autonomia e da autorregulação. Verificou-se, contudo, a existência de limitações estruturais, como a escassez de tempo para o planejamento conjunto, a indefinição de responsabilidades institucionais e a ausência de diretrizes normativas uniformes. Concluiu-se que a efetividade do PEI depende do comprometimento da equipe pedagógica, do fortalecimento das políticas públicas e da valorização de práticas colaborativas no cotidiano escolar.</p> Esmael Jacob Scarpin Ana Cristina Ferrari Ávila Maria Cleonice Santos de Melo Penha Thiely Fonseca de Almeida Tais Helena de Paula Monnerat Copyright (c) 2026 Esmael Jacob Scarpin, Ana Cristina Ferrari Ávila, Maria Cleonice Santos de Melo Penha, Thiely Fonseca de Almeida, Tais Helena de Paula Monnerat https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-03 2026-02-03 7 2 41 53 10.46550/ilustracao.v7i2.508 A IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO FORMATIVA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/509 <p>Este artigo teve como objetivo analisar a importância da avaliação formativa no processo de ensino e aprendizagem, considerando suas bases teóricas, suas aplicações práticas e os limites enfrentados por docentes em contextos escolares. A pesquisa abordou o tema da avaliação formativa como estratégia pedagógica voltada ao acompanhamento contínuo das aprendizagens, em contraposição a modelos avaliativos centrados na mensuração e na classificação. Para tanto, foi realizada uma pesquisa bibliográfica, com base na análise de artigos científicos publicados entre 2024 e 2025, selecionados por meio do Google Acadêmico, a partir de critérios de atualidade, relevância e aderência ao tema. Os resultados permitiram identificar que, embora os professores reconhecessem o valor da avaliação formativa, sua implementação sistemática foi dificultada por aspectos como a ausência de formação específica, a limitação de tempo pedagógico e a permanência de uma cultura escolar voltada a resultados quantitativos. Concluiu-se que a efetivação dessa abordagem depende não apenas da disposição individual dos docentes, mas de condições institucionais que favoreçam o planejamento colaborativo, a mediação pedagógica intencional e o uso de instrumentos apropriados. Sugeriu-se, ao final, o desenvolvimento de estudos que examinem a atuação da gestão escolar no incentivo a práticas avaliativas processuais e o papel da autorreflexão docente nesse processo.</p> Laise Katiane Alencar Lima Kátia Alencar Lima Rejane Maria Carvalho Santos Thiely Fonseca de Almeida Marcelo Nunes Pereira Copyright (c) 2026 Laise Katiane Alencar Lima, Kátia Alencar Lima, Rejane Maria Carvalho Santos, Thiely Fonseca de Almeida, Marcelo Nunes Pereira https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-03 2026-02-03 7 2 55 68 10.46550/ilustracao.v7i2.509 DIVERSIDADE CULTURAL E EDUCAÇÃO: CAMINHOS PARA UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA ANTIDISCRIMINATÓRIA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/510 <p>O presente artigo teve como objetivo analisar as relações entre currículo escolar, linguagem e formação docente, considerando suas implicações para a construção de práticas pedagógicas antidiscriminatórias na Educação Básica, à luz da diversidade cultural e das desigualdades historicamente constituídas no contexto educacional brasileiro. O tema abordado centrou-se na compreensão do currículo como espaço de disputas simbólicas, do preconceito linguístico como mecanismo de exclusão e da formação docente como mediação fundamental entre teoria e prática pedagógica. Metodologicamente, realizou-se uma pesquisa bibliográfica, baseada na seleção, leitura e análise crítica de produções acadêmicas recentes e relevantes, o que permitiu o diálogo teórico entre diferentes perspectivas e a articulação conceitual dos eixos investigados. Os resultados indicaram que práticas escolares orientadas por modelos homogêneos de ensino e por abordagens linguísticas normativas tendem a reforçar desigualdades, enquanto propostas pedagógicas intencionais, sustentadas por formação docente crítica, ampliam as possibilidades de pertencimento, participação e reconhecimento dos estudantes. Concluiu-se que o enfrentamento das discriminações no espaço escolar depende da articulação entre escolhas curriculares, tratamento pedagógico da linguagem e processos formativos docentes comprometidos com a justiça social e com o reconhecimento das diferenças.</p> Daiane Duprat Serrano Francilino Paulo de Sousa Jéssica Hiara Oczinski Zanatta Luciana Oczinski Vieira Maria do Socorro da Cruz Brito Copyright (c) 2026 Daiane Duprat Serrano, Francilino Paulo de Sousa, Jéssica Hiara Oczinski Zanatta, Luciana Oczinski Vieira, Maria do Socorro da Cruz Brito https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-03 2026-02-03 7 2 69 81 10.46550/ilustracao.v7i2.510 EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DESAFIOS E POSSIBILIDADES NA CONSTRUÇÃO DE UMA ESCOLA PARA TODOS https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/511 <p>O presente artigo teve como objetivo investigar os principais desafios e possibilidades para a construção de uma escola inclusiva no contexto da educação básica brasileira, com foco nos limites da formação docente, nas barreiras institucionais e nas estratégias educacionais adotadas. O tema abordado envolveu a análise da efetividade das práticas inclusivas diante das exigências legais e das condições concretas das escolas públicas. A pesquisa, de natureza qualitativa, foi conduzida por meio de revisão bibliográfica, fundamentada em obras científicas publicadas entre 2024 e 2025, selecionadas conforme critérios de relevância temática, recorte temporal e alinhamento com os objetivos do estudo. As análises indicaram que a precariedade na formação inicial e continuada dos professores, a carência de infraestrutura adequada e a ausência de apoio técnico e humano configuraram entraves significativos à efetivação da inclusão. Apesar das limitações, identificaram-se estratégias pedagógicas promissoras, como o uso de metodologias diversificadas, o fortalecimento do trabalho colaborativo e a valorização da escuta ativa de estudantes e famílias. Concluiu-se que a efetivação da educação inclusiva depende de ações articuladas entre políticas públicas, formação crítica de profissionais e práticas pedagógicas contextualizadas. Além disso, o estudo evidenciou a necessidade de maior investimento na estrutura física e na cultura institucional das escolas, de modo a garantir condições concretas de acesso, participação e aprendizagem para todos.</p> Daniela Paula de Lima Nunes Malta Maria Cleonice Santos de Melo Penha Jeckson Santos do Nascimento Fabiane Bernadete Batistella Possari Thyara Alves Gregório Pereira Copyright (c) 2026 Daniela Paula de Lima Nunes Malta, Maria Cleonice Santos de Melo Penha, Jeckson Santos do Nascimento, Fabiane Bernadete Batistella Possari, Thyara Alves Gregório Pereira https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-03 2026-02-03 7 2 83 96 10.46550/ilustracao.v7i2.511 COMPETÊNCIAS GERAIS DA BNCC E O DIREITO À EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UMA ANÁLISE CRÍTICA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/512 <p>Este artigo teve como objetivo analisar criticamente o tratamento da educação inclusiva na BNCC, destacando limites e possibilidades para a efetivação de uma aprendizagem significativa nas escolas públicas. Abordou-se a relação entre currículo, gestão escolar e práticas pedagógicas inclusivas, considerando os desafios enfrentados para que as diretrizes normativas resultem em ações concretas. A metodologia adotada baseou-se em uma pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa, com análise de documentos legais e produções acadêmicas publicadas entre 2020 e 2025. Os resultados evidenciaram que, embora o discurso oficial da BNCC reconhecesse a diversidade, a ausência de orientações pedagógicas específicas e de suporte institucional adequado impediu sua efetivação plena. Verificou-se que a distância entre a norma e a prática permanece significativa, em razão de fatores como a formação docente deficiente, a fragilidade da gestão escolar e a permanência de estruturas pedagógicas excludentes. Concluiu-se que o reconhecimento formal da inclusão, sem condições materiais e políticas estruturadas, é insuficiente para promover transformações reais no cotidiano escolar. Por fim, defendeu-se a urgência de investimentos em políticas públicas, revisão dos processos formativos e estudos empíricos que aprofundem a compreensão das práticas pedagógicas inclusivas nas escolas.</p> Valquíria Antônia Alves Pedro Aparecido Barreto de Melo Thyara Alves Gregório Pereira Jorge José Klauch Jeyze Santos de Sousa Vieira Copyright (c) 2026 Valquíria Antônia Alves, Pedro Aparecido Barreto de Melo, Thyara Alves Gregório Pereira, Jorge José Klauch, Jeyze Santos de Sousa Vieira https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-03 2026-02-03 7 2 97 109 10.46550/ilustracao.v7i2.512 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL: NOVOS CAMINHOS PARA A AUTONOMIA DA PESSOA SURDA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/514 <p>A incorporação da inteligência artificial e das tecnologias digitais no campo da educação especial tem provocado transformações significativas nas práticas pedagógicas e nas formas de acesso ao conhecimento, especialmente no contexto da educação de pessoas surdas. Historicamente, esse público enfrentou barreiras linguísticas e comunicacionais decorrentes de modelos educacionais centrados na oralidade e na escrita. Diante desse cenário, o presente artigo tem como objetivo analisar, sob uma perspectiva teórica, o papel da inteligência artificial e das tecnologias digitais na promoção da autonomia da pessoa surda. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter bibliográfico, fundamentada em estudos da educação inclusiva, dos estudos surdos e da literatura contemporânea sobre tecnologias educacionais e acessibilidade. Os resultados evidenciam que as tecnologias digitais, quando orientadas por princípios de acessibilidade e pelo reconhecimento da Libras como língua de mediação, ampliam o acesso à informação, favorecem a personalização da aprendizagem e fortalecem a participação social da pessoa surda. A inteligência artificial destaca-se por possibilitar sistemas adaptativos e recursos de mediação comunicacional, contribuindo para trajetórias educacionais mais autônomas. Contudo, o estudo também aponta desafios relacionados a vieses algorítmicos, padronização excessiva e riscos de exclusão linguística. Conclui-se que a promoção da autonomia da pessoa surda por meio da inteligência artificial depende de escolhas pedagógicas, éticas e políticas comprometidas com os direitos linguísticos e com a participação ativa das comunidades surdas.</p> <div id="floating-button-root">&nbsp;</div> <div class=""> <div class="floating-block floating-power-block">&nbsp;</div> </div> <div class=""> <div class="floating-block floating-refresh-block" style="opacity: 1; pointer-events: auto;">&nbsp;</div> </div> <div class=""> <div class="floating-block floating-search-block" style="opacity: 1; pointer-events: auto;">&nbsp;</div> </div> <div class="floating-img-block" style="background-color: #7513ff; position: relative; right: 0px;">&nbsp;</div> Débora Gonçalves Ribeiro Dias Gleison Fabian Rocha Marceli Lucia Paveglio Romeu Márcio Lopes da Silva Leuciani Aparecida Duelle Rossi Daniel Lopes Romeu Copyright (c) 2026 Débora Gonçalves Ribeiro Dias, Gleison Fabian Rocha, Marceli Lucia Paveglio Romeu, Márcio Lopes da Silva, Leuciani Aparecida Duelle Rossi, Daniel Lopes Romeu https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-04 2026-02-04 7 2 111 123 10.46550/ilustracao.v7i2.514 MINORIAS LINGUÍSTICAS E TERRITÓRIO: O PERFIL SOCIOLINGUÍSTICO DE PESSOAS SURDAS EM REGIÕES DE BAIXA DENSIDADE DEMOGRÁFICA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/515 <p>A relação entre língua, território e poder constitui um eixo central para a compreensão das minorias linguísticas, especialmente quando se analisa a situação sociolinguística de pessoas surdas em regiões de baixa densidade demográfica. Historicamente, os estudos sobre surdez e políticas linguísticas têm privilegiado contextos urbanos, desconsiderando as especificidades territoriais que condicionam o acesso à língua de sinais e à educação bilíngue em áreas rurais e pouco povoadas. Nesse sentido, o presente artigo tem como objetivo analisar o perfil sociolinguístico de pessoas surdas que vivem em contextos de baixa densidade populacional, articulando os conceitos de minorias linguísticas, território e poder. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa de natureza teórica e bibliográfica, fundamentada em contribuições da sociolinguística crítica, dos estudos surdos e das políticas linguísticas. Os resultados evidenciam que a dispersão geográfica, a fragilidade das redes sociais surdas e a centralização urbana das políticas públicas produzem trajetórias linguísticas marcadas por aquisição tardia da língua de sinais, repertórios comunicativos híbridos e limitada participação social. Conclui-se que as desigualdades sociolinguísticas enfrentadas por pessoas surdas em regiões de baixa densidade demográfica não decorrem de déficits individuais, mas de condições estruturais e territoriais que demandam políticas linguísticas e educacionais territorialmente sensíveis, comprometidas com a garantia dos direitos linguísticos e com o reconhecimento da diversidade sociolinguística.</p> <p>&nbsp;</p> <div id="floating-button-root">&nbsp;</div> <div class=""> <div class="floating-block floating-power-block">&nbsp;</div> </div> <div class=""> <div class="floating-block floating-refresh-block" style="opacity: 1; pointer-events: auto;">&nbsp;</div> </div> <div class=""> <div class="floating-block floating-search-block" style="opacity: 1; pointer-events: auto;">&nbsp;</div> </div> <div class="floating-img-block" style="background-color: #7513ff; position: relative; right: 0px;">&nbsp;</div> Paulo Henrique Pereira Marceli Lucia Paveglio Romeu Daniel Lopes Romeu Katiuscia da Silva Avila Ana Carolina Raimundo Ramon Dias de Araújo Copyright (c) 2026 Paulo Henrique Pereira, Marceli Lucia Paveglio Romeu, Daniel Lopes Romeu, Katiuscia da Silva Avila, Ana Carolina Raimundo, Ramon Dias de Araújo https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-04 2026-02-04 7 2 125 138 10.46550/ilustracao.v7i2.515 O INSÓLITO NO CONTO “A ARMADILHA” DE MURILO RUBIÃO https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/516 <p style="text-align: justify;">O presente trabalho apresenta reflexões sobre o conto "A Armadilha", de Murilo Rubião, com base na literatura fantástica. O objetivo do estudo é analisar as angústias vividas pelo personagem Alexandre Saldanha Ribeiro ao ser conduzido ao insólito e sua interação com a figura do “outro” (o velho). A metodologia fundamenta-se em uma pesquisa bibliográfica de cunho analítico, utilizando o aporte teórico de Todorov (2003) sobre o fantástico, Propp (1984) sobre a estrutura do conto. Por meio da análise do conto, busca-se compreender as relações entre o ser humano e o mundo, bem como a fuga para o mundo imaginário presente na literatura fantástica. A narrativa de Murilo Rubião também revela a desestruturação da razão na figura da personagem, insegurança e seu aprisionamento indefinido. A análise destaca o suspense e a hesitação fantástica que emergem da ausência de explicações lógicas vividas pela personagem. Assim, no conto "A Armadilha" há uma metáfora da condição humana, retratando a fragilidade dos indivíduos e a porosidade da realidade. O insólito conduz o leitor a uma autoanálise sobre angústias existenciais, isolamento e a complexidade das relações humanas, em que o passado e o presente se fundem em um labirinto sem saída.</p> Viviani Dias Barradas de Souza Sidnei Luiz Flach Ana Paula Fernandes Massuia Copyright (c) 2026 Viviani Barradas, Sidnei Luiz Flach, Ana Paula Fernandes Massuia https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-06 2026-02-06 7 2 139 148 10.46550/ilustracao.v7i2.516 A BASE DA ESTRUTURA GRAMATICAL EM LIBRAS: APRENDIZAGEM PARA NÍVEL https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/517 <p>O presente artigo analisa a base da estrutura gramatical da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), com ênfase em sua aprendizagem no nível básico, considerando pressupostos da linguística das línguas de sinais, da terminologia e da educação bilíngue. A problemática que fundamenta o estudo reside na persistência de abordagens pedagógicas que desconsideram a lógica gramatical própria da Libras, frequentemente subordinando-a às estruturas da língua portuguesa. Diante desse cenário, o objetivo da pesquisa consiste em discutir os conceitos fundamentais, o contexto histórico e a evolução da gramática da Libras, evidenciando sua autonomia linguística e relevância para os processos iniciais de ensino-aprendizagem. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa, de caráter bibliográfico e documental, baseada na análise de obras clássicas e contemporâneas sobre a gramática das línguas de sinais, bem como em documentos legais que regulamentam o uso da Libras no Brasil. Os resultados apontam que a compreensão dos parâmetros gramaticais visuais, do uso do espaço linguístico e das expressões não manuais constitui elemento central para a aprendizagem básica da língua, contribuindo para o desenvolvimento da competência comunicativa e para práticas educacionais mais consistentes. Conclui-se que o domínio conceitual da estrutura gramatical da Libras é indispensável para a formação linguística inicial e para o fortalecimento de uma educação inclusiva e linguisticamente fundamentada.</p> <div id="floating-button-root">&nbsp;</div> <div class=""> <div class="floating-block floating-power-block">&nbsp;</div> </div> <div class=""> <div class="floating-block floating-refresh-block" style="opacity: 1; pointer-events: auto;">&nbsp;</div> </div> <div class=""> <div class="floating-block floating-search-block" style="opacity: 1; pointer-events: auto;">&nbsp;</div> </div> <div class="floating-img-block" style="background-color: #7513ff; position: relative; right: 0px;">&nbsp;</div> José Sinésio Tôrres Gonçalves Filho Silvia Saraiva de França Calixto Carla Beatriz Medeiros Klein Deonisio Schmitt Ananda Loiola Simões Elias Marcelo de Araújo Costa Copyright (c) 2026 José Sinésio Tôrres Gonçalves Filho , Silvia Saraiva de França Calixto, Carla Beatriz Medeiros Klein , Deonisio Schmitt , Ananda Loiola Simões Elias , Marcelo de Araújo Costa https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-06 2026-02-06 7 2 149 158 10.46550/ilustracao.v7i2.517 APRENDIZAGEM COLABORATIVA E INTERDISCIPLINARIDADE: CAMINHOS PARA UMA EDUCAÇÃO TRANSFORMADORA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/518 <p>O presente artigo teve como objetivo analisar os impactos formativos da articulação entre aprendizagem colaborativa e práticas interdisciplinares na constituição da autonomia discente. A investigação abordou a relação entre metodologias participativas e reorganização curricular, com foco na formação de sujeitos críticos, engajados e corresponsáveis por sua trajetória educacional. A pesquisa foi conduzida por meio de uma revisão bibliográfica, com análise de obras publicadas entre 2024 e 2026, selecionadas com base em critérios de atualidade e pertinência temática. Os resultados evidenciaram que a integração entre propostas pedagógicas interdisciplinares e estratégias colaborativas favoreceu a ampliação da autonomia dos estudantes, sobretudo quando mediadas por docentes que atuaram como facilitadores do processo educativo. Identificou-se que a utilização de tecnologias digitais, a intencionalidade do planejamento e a criação de espaços de escuta ativa foram fatores determinantes para o fortalecimento da responsabilidade discente e da participação consciente. Concluiu-se que a articulação entre essas abordagens representa um caminho promissor para promover uma educação mais significativa, contextualizada e transformadora, desde que acompanhada de condições estruturais adequadas e investimento na formação docente.</p> Daniela Paula de Lima Nunes Malta Joana Cleide Alves Rodrigues Mendes Douglas Barbosa Sousa Paola Carvalho dos Santos Oliveira Ana Lúcia Jakubiak de Albuquerque Copyright (c) 2026 Daniela Paula de Lima Nunes Malta, Joana Cleide Alves Rodrigues Mendes, Douglas Barbosa Sousa, Paola Carvalho dos Santos Oliveira, Ana Lúcia Jakubiak de Albuquerque https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-07 2026-02-07 7 2 159 170 10.46550/ilustracao.v7i2.518 AUTISMO E EDUCAÇÃO: ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA COMUNICAÇÃO E DA SOCIALIZAÇÃO https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/519 <p>O presente artigo teve como objetivo examinar estratégias educacionais que promovem a interação social e a expressão comunicativa de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no contexto da educação infantil inclusiva. O estudo abordou práticas pedagógicas que favorecem o desenvolvimento da comunicação social por meio da articulação entre escola, família e profissionais da saúde, com ênfase em métodos visuais e interativos e no papel da mediação docente. A pesquisa foi realizada por meio de revisão bibliográfica qualitativa, com análise de publicações recentes, extraídas da base SciELO, selecionadas conforme critérios de atualidade, relevância temática e disponibilidade de acesso. A análise dos autores permitiu observar que a eficácia das práticas inclusivas está diretamente relacionada à formação continuada dos professores, à previsibilidade das rotinas escolares e à participação ativa da família no processo educativo. Além disso, constatou-se que os recursos visuais, aliados a estratégias colaborativas entre diferentes setores, contribuem significativamente para a ampliação das habilidades comunicativas de crianças com TEA. Concluiu-se que a inclusão efetiva exige ações coordenadas entre os agentes envolvidos, bem como investimentos em formação e planejamento pedagógico compatíveis com a diversidade neurológica.</p> Mackson Azevedo Mafra Anderson Gonzales Valnei Rocha dos Santos Boaventura Maria Aparecida Schroeder Paola Carvalho dos Santos Oliveira Copyright (c) 2026 Mackson Azevedo Mafra, Anderson Gonzales, Valnei Rocha dos Santos Boaventura, Maria Aparecida Schroeder, Paola Carvalho dos Santos Oliveira https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-07 2026-02-07 7 2 171 183 10.46550/ilustracao.v7i2.519 BENEFÍCIOS DO PRF NA CICATRIZAÇÃO EM IMPLANTODONTIA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/521 <p><strong>Introdução</strong>: A Implantodontia tem buscado constantemente novas estratégias para aprimorar a cicatrização e promover a osseointegração de implantes dentários. Entre essas estratégias, o uso do Plasma Rico em Fibrina (PRF) se destaca pelas suas propriedades regenerativas e cicatrizantes, que favorecem uma resposta tecidual favorável em procedimentos implantodônticos. <strong>Objetivo</strong>: Este estudo tem como objetivo revisar a literatura sobre os benefícios do PRF na cicatrização em Implantodontia, analisando suas aplicações clínicas e seus efeitos na regeneração óssea e tecidual. <strong>Métodos</strong>: Foi realizada uma revisão de literatura nas bases de dados PubMed, Scielo e Google Acadêmico, utilizando termos como “PRF”, “cicatrização”, “Implantodontia” e “regeneração óssea”. Foram selecionados artigos dos últimos 10 anos que abordam o uso do PRF em procedimentos de Implantodontia. <strong>Resultados</strong>: Os estudos indicam que o PRF acelera a cicatrização e melhora a qualidade na formação óssea ao redor dos implantes. Esses benefícios estão associados ao conteúdo de fatores de crescimento do PRF, que estimulam a angiogênese e a diferenciação celular, essenciais para o sucesso do implante. <strong>Conclusão</strong>: O PRF em Implantodontia apresenta benefícios significativos na cicatrização e na osseointegração, mostrando-se uma técnica promissora e de fácil aplicação para otimizar os resultados de implantes dentários.</p> Anselmo Junio Pedroso Matos Elaine Silva Rodrigues Jordanny Santos Oliveira Juçara Brito Meirelles Mário Jorge Souza Ferreira Filho Mônica da Silva Soares Patrícia Nahmias Costa Paula de Oliveira Cunha Regina Cristina Lima da Silva Rodrigo Marrochio Pavane Copyright (c) 2026 Anselmo Junio Pedroso Matos, Elaine Silva Rodrigues, Jordanny Santos Oliveira, Juçara Brito Meirelles, Mário Jorge Souza Ferreira Filho, Mônica da Silva Soares, Patrícia Nahmias Costa, Paula de Oliveira Cunha, Regina Cristina Lima da Silva, Rodrigo Marrochio Pavane https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-07 2026-02-07 7 2 185 198 10.46550/ilustracao.v7i2.521 A RELAÇÃO DO TABAGISMO NA OSSEOINTEGRAÇÃO DE IMPLANTES DENTÁRIOS https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/522 <p>O tabagismo é uma causa de risco vastamente reconhecida para uma multiplicidade de complicações de saúde, no entanto sua repercussão específica nos implantes dentários e tecidos periimplantares constitui-se um campo de gradativo interesse. O fumo possui um notável indicador de risco para implantes osseointegrados e os fracasso estão associados com as fases envolvidas no decorrer do processo de reparo e osseointegração, além da sobrevida dos implantes em consequência do aumento da ocorrência de peri-implantite e mucosite peri-implantar, e como decorrência em alguns casos a perda do implante. A nicotina configura a substância de maior efeito e relevante toxicidade nos cigarros em relação os tecidos bucais. Dessa forma, o presente estudo tem por objetivo revisar a literatura sobre relação do tabagismo na osseointegração de implantes dentários para previsibilidade do tratamento. Dessarte, constata-se que o tabaco intervém desfavoravelmente na osseointegração e sobrevida dos implantes de titânio, em virtude das implicações citotóxicas das suas substâncias.</p> Anselmo Junio Pedroso Matos Elaine Silva Rodrigues Kamila Miranda de Jesus Jordanny Santos Oliveira Juçara Brito Meirelles Mário Jorge Souza Ferreira Filho Patrícia Nahmias Costa Paula de Oliveira Cunha Regina Cristina Lima da Silva Rodrigo Marrochio Pavane Copyright (c) 2026 Anselmo Junio Pedroso Matos, Elaine Silva Rodrigues, Kamila Miranda de Jesus, Jordanny Santos Oliveira, Juçara Brito Meirelles, Mário Jorge Souza Ferreira Filho, Patrícia Nahmias Costa, Paula de Oliveira Cunha, Regina Cristina Lima da Silva, Rodrigo Marrochio Pavane https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-07 2026-02-07 7 2 199 206 10.46550/ilustracao.v7i2.522 PERI-IMPLANTITE: UMA REVISÃO LITERATURA SOBRE CAUSAS, PREVENÇÃO E TRATAMENTO https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/523 <p>Este trabalho realizou uma revisão ampla da literatura sobre peri-implantite, uma condição inflamatória que afeta os tecidos peri-implantares, com foco em suas causas, prevenção e tratamento. Foram analisados 30 estudos selecionados de bases como PubMed, SciELO, BVS Saúde e Scopus, publicados entre 2015 e 2024. Os resultados indicam que o biofilme bacteriano é o principal fator etiológico, com fatores de risco como higiene oral inadequada, tabagismo, diabetes e histórico de periodontite. A prevenção depende de manutenção rigorosa e educação do paciente, enquanto o tratamento varia de abordagens não cirúrgicas (desbridamento mecânico, antimicrobianos) a cirúrgicas (ressectivas ou regenerativas), com eficácia variável. Conclui-se que a padronização diagnóstica e a detecção precoce são essenciais, sendo necessários mais estudos para otimizar protocolos terapêuticos.</p> Anselmo Junio Pedroso Matos Elaine Silva Rodrigues Jordanny Santos Oliveira Juçara Brito Meirelles Mário Jorge Souza Ferreira Filho Patrícia Nahmias Costa Paula de Oliveira Cunha Regina Cristina Lima da Silva Rodrigo Marrochio Pavane Wyllyna Kelle Torres de Sá Copyright (c) 2026 Anselmo Junio Pedroso Matos, Elaine Silva Rodrigues, Jordanny Santos Oliveira, Juçara Brito Meirelles, Mário Jorge Souza Ferreira Filho, Patrícia Nahmias Costa, Paula de Oliveira Cunha, Regina Cristina Lima da Silva, Rodrigo Marrochio Pavane, Wyllyna Kelle Torres de Sá https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-07 2026-02-07 7 2 207 220 10.46550/ilustracao.v7i2.523 A RELAÇÃO ESCOLA-FAMÍLIA-COMUNIDADE NA FORMAÇÃO INTEGRAL DO EDUCANDO https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/528 <p>O presente artigo teve como objetivo analisar a importância da relação entre escola, família e comunidade na promoção da educação integral, considerando a corresponsabilidade dos sujeitos envolvidos e a atuação da gestão escolar como mediadora desse processo. O estudo abordou a interação entre esses três núcleos formativos a partir de uma perspectiva dialógica e humanizadora, com foco nas implicações pedagógicas, sociais e institucionais dessa articulação. A metodologia adotada foi de natureza qualitativa, fundamentada em pesquisa bibliográfica, com análise de produções acadêmicas publicadas entre 2020 e 2025, selecionadas por meio de critérios de relevância temática e atualidade. A investigação permitiu observar que a integração entre os espaços escolar, familiar e comunitário favoreceu o desenvolvimento global dos estudantes, especialmente quando mediada por práticas participativas e estratégias comunicacionais eficazes. Além disso, constatou-se que a gestão escolar desempenhou papel decisivo na construção de vínculos permanentes, atuando como promotora de ambientes colaborativos e de pertencimento. Contudo, a pesquisa também evidenciou limitações estruturais, como desigualdades de acesso, fragilidade na formação docente e ausência de políticas permanentes de escuta e envolvimento das famílias. Como resultado, destacou-se a necessidade de planejamento institucional contínuo, investimento em formação e valorização dos saberes comunitários como elementos fundamentais para a efetivação de uma educação integral.</p> Davi Souza da Silva Allany Calaça da Silva Juliana Ayres da Silva Maria do Socorro da Cruz Brito Laise Katiane Alencar Lima Copyright (c) 2026 Davi Souza da Silva, Allany Calaça da Silva, Juliana Ayres da Silva, Maria do Socorro da Cruz Brito, Laise Katiane Alencar Lima https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-09 2026-02-09 7 2 221 233 10.46550/ilustracao.v7i2.528 FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES: UM CAMINHO PARA A INOVAÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/529 <p>O presente artigo teve como objetivo analisar a formação continuada de professores como um meio de promoção da inovação pedagógica no âmbito da educação básica, tomando como eixo central a relação entre desenvolvimento profissional docente, práticas pedagógicas e contextos institucionais de formação em serviço. O estudo abordou a formação continuada enquanto processo articulado à reconstrução dos saberes docentes, à incorporação crítica de tecnologias digitais e à adoção de modelos formativos colaborativos no interior das escolas. A metodologia adotada caracterizou-se como pesquisa bibliográfica de natureza qualitativa, realizada por meio da seleção, leitura e análise sistemática de artigos científicos recentes, organizados tematicamente a partir de critérios de relevância e aderência ao tema. Os resultados indicaram que propostas formativas contextualizadas, integradas ao projeto pedagógico da escola e fundamentadas na reflexão coletiva tendem a apresentar maior impacto na prática docente, ao passo que ações fragmentadas e desarticuladas do cotidiano escolar revelaram limitações significativas. Concluiu-se que a formação continuada, quando concebida como prática institucional estruturante e sustentada por políticas educacionais consistentes, contribuiu para o fortalecimento da autonomia docente, para a ressignificação das práticas pedagógicas e para a construção de ambientes escolares mais abertos à inovação.</p> Sandra Maria dos Santos Vital Jéssica Hiara Oczinski Zanatta José Luiz Alves Janete Silva de Senna Barreto Bonfim Maria da Fé Silva Moreira Copyright (c) 2026 Sandra Maria dos Santos Vital, Jéssica Hiara Oczinski Zanatta, José Luiz Alves, Janete Silva de Senna Barreto Bonfim, Maria da Fé Silva Moreira https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-09 2026-02-09 7 2 235 247 10.46550/ilustracao.v7i2.529 A ELABORAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DO PEI À LUZ DA BNCC: CAMINHOS PARA A EQUIDADE EDUCACIONAL https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/530 <p>O presente artigo teve como objetivo analisar a elaboração e a implementação do Plano Educacional Individualizado (PEI) à luz da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), considerando sua potencialidade como dispositivo promotor de equidade no âmbito da Educação Especial. O estudo abordou o PEI como instrumento pedagógico voltado ao atendimento das necessidades específicas de estudantes com deficiência, discutindo sua articulação com as diretrizes curriculares nacionais. A pesquisa foi de natureza bibliográfica, com abordagem qualitativa, fundamentada na leitura e análise crítica de produções científicas publicadas entre 2020 e 2025. Os dados foram coletados na base Google Acadêmico, por meio de combinações de palavras-chave que permitiram localizar textos pertinentes ao objeto de estudo. Os resultados evidenciaram que, embora o PEI esteja previsto nos marcos legais da inclusão escolar, sua aplicação prática ainda enfrenta entraves relacionados à ausência de planejamento coletivo, à desarticulação entre os profissionais envolvidos e à limitação de recursos pedagógicos. Constatou-se, ademais, que a efetividade do PEI depende da superação de modelos homogêneos de ensino e da promoção de práticas flexíveis e colaborativas. O estudo concluiu que a articulação entre o PEI e a BNCC constitui uma estratégia viável para garantir trajetórias escolares mais justas, desde que haja condições institucionais, políticas formativas e compromisso pedagógico com a diversidade.</p> Daiane de Lourdes Alves Velho Aline Klimeck Souza Geisiélli Aparecida Carvalho Marin de Medeiros Angela Cutolo Expedito Lima de Medeiros Júnior Copyright (c) 2026 Daiane de Lourdes Alves Velho, Aline Klimeck Souza, Geisiélli Aparecida Carvalho Marin de Medeiros, Angela Cutolo, Expedito Lima de Medeiros Júnior https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-09 2026-02-09 7 2 249 260 10.46550/ilustracao.v7i2.530 EDUCAÇÃO INCLUSIVA E TECNOLOGIAS ASSISTIVAS: PERSPECTIVAS PARA UMA ESCOLA ACESSÍVEL https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/531 <p>O presente artigo teve como objetivo analisar criticamente o uso pedagógico das tecnologias assistivas no contexto da educação inclusiva, buscando compreender suas contribuições e limitações na construção de ambientes escolares acessíveis. O estudo tratou das relações entre recursos tecnológicos e práticas educacionais voltadas à garantia do direito à aprendizagem de estudantes com deficiência, à luz de marcos legais, conceituais e pedagógicos. A pesquisa foi desenvolvida por meio de revisão bibliográfica, com base na análise de publicações científicas recentes, extraídas da base Google Acadêmico, considerando como critérios de inclusão o recorte temporal entre 2020 e 2025 e a relevância temática. A partir do diálogo entre diferentes autores, verificou-se que a efetividade das tecnologias assistivas depende de sua articulação ao planejamento pedagógico, à formação docente e à gestão escolar comprometida com a equidade. Os resultados indicaram que, embora esses recursos possam promover maior participação e autonomia dos estudantes, persistem barreiras estruturais, técnicas e formativas que limitam seu uso adequado. Concluiu-se que a tecnologia assistiva, quando utilizada de forma descontextualizada ou tecnicista, tende a reforçar práticas excludentes, sendo necessário integrá-la a uma abordagem pedagógica ética e situada. Recomenda-se a ampliação de estudos empíricos e o desenvolvimento de avaliações sistemáticas que considerem a perspectiva dos sujeitos envolvidos no processo educativo.</p> Anderson Gonzales Georgina de Oliveira Rico Daiane de Lourdes Alves Velho Eliane Siqueira Barrozo Rogeri Ione Hack de Souza Copyright (c) 2026 Anderson Gonzales, Georgina de Oliveira Rico, Daiane de Lourdes Alves Velho, Eliane Siqueira Barrozo Rogeri, Ione Hack de Souza https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-09 2026-02-09 7 2 261 272 10.46550/ilustracao.v7i2.531 A INFLUÊNCIA DA QUALIDADE ÓSSEA NA PREVISIBILIDADE DOS PROTOCOLOS DE CARGA IMEDIATA EM IMPLANTES DENTÁRIOS https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/525 <p>O presente trabalho, realizado por meio de uma revisão narrativa da literatura, teve como objetivo analisar a influência da qualidade óssea na previsibilidade dos protocolos de carga imediata aplicados a implantes dentários. A estabilidade primária, fator determinante para o êxito da osseointegração, demonstrou estar diretamente relacionada à densidade (D) e à microarquitetura do tecido ósseo receptor. Evidências apontam que ossos classificados como D1 e D2 proporcionam maior previsibilidade clínica, favorecendo a ancoragem inicial do implante e, consequentemente, o sucesso do protocolo de carga imediata. Em contrapartida, ossos do tipo D3 e D4, caracterizados por menor densidade trabecular e maior conteúdo medular, representam um desafio adicional para o clínico, exigindo adaptações no planejamento cirúrgico e protético. Dentre as estratégias recomendadas para otimizar os resultados em substratos ósseos menos densos, destacam-se a utilização de implantes com macrogeometria cônica, roscas de padrão mais agressivo, fresagem subdimensionada do leito ósseo e rigoroso controle de contatos oclusais durante a fase inicial da osseointegração. Os estudos analisados reforçam que, embora a carga imediata seja um protocolo consagrado e amplamente utilizado, sua aplicação requer uma avaliação criteriosa da qualidade óssea, aliada à adoção de parâmetros biomecânicos adequados para minimizar micro movimentações e garantir estabilidade. Conclui-se que os avanços tecnológicos no <em>design </em>dos implantes, nas superfícies tratadas e nas técnicas cirúrgicas, quando integrados a um planejamento individualizado e bem fundamentado, permitem a execução segura e eficaz da carga imediata, mesmo em condições ósseas desfavoráveis. Dessa forma, a correta interpretação das características do tecido ósseo e a seleção de abordagens clínicas apropriadas são fatores cruciais para o sucesso a longo prazo dos implantes dentários em protocolos de carga imediata.</p> Anselmo Junio Pedroso Matos Elaine Silva Rodrigues Jaqueline Miquelin Todesco Jordanny Santos Oliveira Juçara Brito Meirelles Mário Jorge Souza Ferreira Filho Patrícia Nahmias Costa Paula de Oliveira Cunha Regina Cristina Lima da Silva Rodrigo Marrochio Pavane Copyright (c) 2026 Anselmo Junio Pedroso Matos, Elaine Silva Rodrigues, Jaqueline Miquelin Todesco, Jordanny Santos Oliveira, Juçara Brito Meirelles, Mário Jorge Souza Ferreira Filho, Patrícia Nahmias Costa, Paula de Oliveira Cunha, Regina Cristina Lima da Silva, Rodrigo Marrochio Pavane https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-09 2026-02-09 7 2 273 287 10.46550/ilustracao.v7i2.525 VANTANGENS E DESVANTAGENS DO IMPLANTE IMEDIATO PROVISÓRIO EM ÁREA ESTÉTICA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/526 <p>Este estudo apresenta como objetivo geral analisar as vantagens e desvantagens sobre implantes imediatos provisórios em áreas estéticas. Temática que traz um leque de possibilidades devido à importância da estética atualmente e dos implantes dentários que se tornaram uma boa solução para reabilitação em casos de perdas dentárias. Nesse sentido, a problemática do estudo: qual a necessidade de promover resultados mais rápidos permitindo que a proposta de aplicação imediata de carga sobre implantes fosse considerada. Assim, a metodologia foi de estudo bibliométrico, trabalhando com artigos, teses e dissertações no período de publicações de 2015 a 2025, cronologicamente entre outros com data anterior de extrema relevância para entendimentos da temática a partir de inúmeros estudos demonstrando que um único estágio cirúrgico em Implantodontia poderia ser tão aceitável e previsível quanto dois, surgindo a possibilidade da colocação de uma prótese sobre implantes que acabaram de ser fixados. Os resultados mostraram que o uso de implantes dentários com carga imediata na zona estética está bem documentado na literatura, onde inúmeros estudos clínicos controlados mostram que as respectivas taxas de sobrevivência e de sucesso são semelhantes aos relatados para o protocolo original e para outros segmentos da maxila. Nessa ambiência, conclui-se que as vantagens são maiores do que as desvantagens, uma vez que a instalação do implante imediatamente após a extração elimina a necessidade de esperar pela cicatrização do alvéolo, o que encurta o tempo total do tratamento e a espera do paciente.</p> Anselmo Junio Pedroso Matos Elaine Silva Rodrigues Ediana Celi Moura Jordanny Santos Oliveira Jean Carlos Barbosa de Sousa Juçara Brito Meirelles Mário Jorge Souza Ferreira Filho Patrícia Nahmias Costa Paula de Oliveira Cunha Regina Cristina Lima da Silva Rodrigo Marrochio Pavane Copyright (c) 2026 Anselmo Junio Pedroso Matos, Elaine Silva Rodrigues, Ediana Celi Moura, Jordanny Santos Oliveira, Jean Carlos Barbosa de Sousa, Juçara Brito Meirelles, Mário Jorge Souza Ferreira Filho, Patrícia Nahmias Costa, Paula de Oliveira Cunha, Regina Cristina Lima da Silva, Rodrigo Marrochio Pavane https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-10 2026-02-10 7 2 275 309 10.46550/ilustracao.v7i2.526 ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL (ANPP): ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE JUSTIÇAS MILITARES ESTADUAIS E FEDERAIS https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/505 <p>Este estudo teve por objetivo abordar o ANPP com vistas a analisar e comparar as justiças militares estaduais e a justiça militar federal. Para tanto, o presente estudo foi concretizado através de uma abordagem qualitativa, fundamentada em pesquisa bibliográfica, com o objetivo de se aprofundar no conhecimento acerca do tema aqui abordado. Concluiu-se que a maior parte dos especialistas é contrária a implementação do ANPP, principalmente devido aos argumentos de que o legislador usou um silêncio eloquente ao não prever o ANPP para crimes militares. Isso viola a estrutura da hierarquia e disciplina castrense, além de contrariar os princípios de especialidade e obrigatoriedade. No entanto, em uma avaliação sob a perspectiva da CRFB/1988, observou-se que os princípios para a implementação do ANPP aos militares estaduais são fundamentais para evitar que a CRFB/1988 se transforme numa constitucionalização simbólica.</p> <p>&nbsp;</p> José Antonio da Silva Copyright (c) 2026 José Antonio da Silva https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-12 2026-02-12 7 2 311 326 10.46550/ilustracao.v7i2.505 DO INTER PARTES AO ERGA OMNES: O NOVO ALCANCE NORMATIVO DAS DECISÕES DO STF E A MUTAÇÃO CONSTITUCIONAL DO CONTROLE DIFUSO https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/532 <p>O presente artigo analisa a transformação contemporânea do controle difuso de constitucionalidade no Brasil, a partir da ampliação do alcance normativo das decisões do Supremo Tribunal Federal. Sustenta-se que a prática jurisprudencial do STF tem promovido uma mutação constitucional não formal, por meio da qual decisões proferidas em casos concretos passam a produzir efeitos gerais, tradicionalmente associados ao controle concentrado. Esse fenômeno, frequentemente descrito como “abstrativização do controle difuso”, implica a ressignificação do papel do Senado Federal previsto no art. 52, X, da Constituição da República e contribui para a erosão da distinção clássica entre controle difuso e controle concentrado. Na atual conjuntura, é de suma importância destacar que, “vozes importantes se levantaram preconizando a eficácia <em>erga omnes </em>das decisões”. &nbsp;Aliás, o próprio Supremo Tribunal Federal já foi palco de discussão para o tema, em julgamentos de ampla repercussão nacional, e “agudizou-se, assim o grave inconveniente do controle difuso, que põe em perigo os princípios da isonomia e segurança jurídica”. Neste contexto, a pesquisa passará pela (origem, desenvolvimento e efeitos) do controle de constitucionalidade; pela coisa julgada na órbita das sentenças de jurisdição constitucional; pelas formas de expansão dos efeitos subjetivos das decisões; e ao final o trabalho terá um resultado reflexivo decorrente da pesquisa, quanto à existência da aludida mutação constitucional. Em se tratando de método científico, o artigo adota abordagem qualitativa, com pesquisa bibliográfica e documental, e propõe uma leitura crítica do fenômeno à luz da teoria constitucional contemporânea e do impacto da digitalização do Judiciário.</p> Marvyson Darley Albuquerque Alves Elaine Silva Rodrigues Amós Alves Santos Beckembauer Silva Rodrigues Priscila da Silva Lavareda Copyright (c) 2026 Marvyson Darley Albuquerque Alves, Elaine Silva Rodrigues, Amós Alves Santos, Beckembauer Silva Rodrigues, Priscila da Silva Lavareda https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-12 2026-02-12 7 2 327 336 10.46550/ilustracao.v7i2.532 PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO: DA TEORIA À PRÁTICA NO CONTEXTO ESCOLAR INCLUSIVO https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/533 <p>Este artigo teve como objetivo analisar os aspectos teóricos, práticos e institucionais que envolveram a estruturação e a implementação do Plano Educacional Individualizado (PEI) na educação básica pública, com foco em sua função mediadora no processo de inclusão escolar. Abordou-se o PEI como um instrumento pedagógico fundamental para a organização de intervenções ajustadas às necessidades específicas de estudantes com deficiência. A investigação foi realizada por meio de pesquisa bibliográfica, com base em publicações científicas recentes selecionadas na base SciELO, considerando critérios de atualidade, relevância temática e rigor metodológico. Os dados foram interpretados a partir da leitura crítica e da articulação entre diferentes autores, organizando-se a discussão em três eixos: estrutura interna do PEI, sua aplicação colaborativa e os limites institucionais para sua efetivação. Constatou-se que, embora o PEI apresente potencial para favorecer práticas pedagógicas individualizadas e colaborativas, sua implementação ainda enfrentou restrições ligadas à ausência de normativas oficiais, à escassez de recursos humanos e materiais e à insuficiência de formação docente específica. Mesmo diante desses entraves, observou-se que o engajamento das equipes escolares e a clareza na definição de metas educacionais possibilitaram experiências significativas de inclusão. O estudo evidenciou a necessidade de pesquisas futuras que considerem diferentes etapas da escolarização e ampliem a análise sob a perspectiva de estudantes e famílias.</p> Maria Cleonice Santos de Melo Penha Simone do Socorro Azevedo Lima Larissa Campos Leandro Maria Angélica Dornelles Dias Maria Alexsandra Sanches da Silva Copyright (c) 2026 Maria Cleonice Santos de Melo Penha, Simone do Socorro Azevedo Lima, Larissa Campos Leandro, Maria Angélica Dornelles Dias, Maria Alexsandra Sanches da Silva https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-13 2026-02-13 7 2 337 350 10.46550/ilustracao.v7i2.533 O PAPEL DO PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO NA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DOCENTE https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/534 <p>O presente artigo teve como objetivo analisar o papel do planejamento pedagógico na organização do trabalho docente, considerando sua relação com a coordenação pedagógica e com o projeto político-pedagógico no contexto das redes públicas de ensino. Abordou-se o planejamento como elemento estruturador da prática educativa, compreendido para além de sua dimensão técnica ou burocrática, em articulação com os processos de gestão escolar e as condições institucionais de funcionamento das escolas. A pesquisa foi desenvolvida a partir de uma metodologia de natureza qualitativa, fundamentada em revisão bibliográfica, com seleção de publicações científicas disponíveis em domínio público e filtradas com base em critérios de relevância, atualidade e aderência ao tema. Os resultados apontaram que, quando o planejamento é realizado de forma coletiva, com apoio da coordenação pedagógica e vinculação aos objetivos institucionais, ele favoreceu a coerência entre ensino e aprendizagem, a tomada de decisões pedagógicas fundamentadas e a autonomia profissional docente. Contudo, verificaram-se limitações estruturais que comprometem sua efetivação, como a ausência de tempos institucionais, a precarização das condições de trabalho e a desvalorização das práticas formativas. Concluiu-se que o fortalecimento do planejamento pedagógico requer mudanças estruturais e investimento em políticas de valorização profissional, além de processos participativos de gestão escolar.</p> Laise Katiane Alencar Lima Rosiane Moraes Costa de Souza Dinael Marques da Silva Kátia Alencar Lima Marlene da Silva Miranda Copyright (c) 2026 Laise Katiane Alencar Lima, Rosiane Moraes Costa de Souza, Dinael Marques da Silva, Kátia Alencar Lima, Marlene da Silva Miranda https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2026-02-13 2026-02-13 7 2 351 364 10.46550/ilustracao.v7i2.534