Revista Ilustração https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao <p>A Revista Ilustração é um periódico quadrienal da Editora Ilustração, classificada com <strong>Qualis A4 </strong>(<a href="https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoPublicacaoQualis/listaConsultaGeralPeriodicos.jsf" target="_blank" rel="noopener">CLIQUE AQUI</a> para verificar) na última avalição quadrimestral do Qualis CAPES (2021-2024). Tem como missão oportunizar publicações e socialização do conhecimento nos diferentes campos do saber. Busca publicar produções em forma de artigos científicos de pesquisadores, preferencialmente vinculados à Programas de Pós-Graduação, com aportes teóricos ligados a diferentes campos do conhecimento que permeiam o meio acadêmico nacional e internacional.</p> <p>Público-alvo: Pesquisadores de Programas de Pós-Graduação.</p> <p><a class="show_extras" href="https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/management/settings/workflow"><span class="pkp_screen_reader">Configurações</span></a><em><span id="cell-0-content" class="gridCellContainer"><span class="label">Obs.: Assim que aprovado para publicação, será cobrada uma Taxa de Processamento de Artigos (despesas com servidor, domínio, DOI, serviço editorial). Contato pelo WhatsApp 55 99661-7792. E-mail: eilustracao@gmail.com</span></span></em></p> pt-BR eilustracao@gmail.com (Revista Ilustração) fabiocesarjunges@yahoo.com.br (Fábio César Junges) Thu, 23 Jul 2026 20:43:16 -0300 OJS 3.3.0.11 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 GEOPARQUE QUARTA COLÔNIA E JORNADAS INTERDISCIPLINARES DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM EDUCAÇÃO PATRIMONIAL: UMA ANÁLISE NAS OFICINAS OFERTADAS NA IV EDIÇÃO https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/716 <p>As oficinas didático-pedagógicas, voltadas à Educação Patrimonial, são importantes estratégias para mediar o conhecimento, especialmente quando se busca o processo de ensino e aprendizagem. Este estudo tem o objetivo de analisar as potencialidades e contribuições formativas das oficinas didático-pedagógicas, ofertadas na IV Jornada Interdisciplinar de Formação de Professores em Educação Patrimonial (JIFPEP) sobre Geoparque Quarta Colônia (GQC). A IV JIFPEP foi desenvolvida por meio da parceria entre a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a Universidade Franciscana (UFN), ambas do Rio Grande do Sul, Brasil. A presente pesquisa, de abordagem qualitativa e documental, adotada como técnica de análise dos dados, a Análise de Conteúdo. Elegeram-se três categorias, <em>a</em> <em>priori,</em> denominadas: Categoria I: Dados de identificação; Categoria II: Público-Alvo e Categoria III: Eixos temáticos. Constatou-se que a IV edição da JIFPEP contou com 193 participantes, sendo disponibilizadas 11 oficinas. Destaca-se que a participação de docentes e a oferta de oficinas é reflexo da busca por novos conhecimentos, de sentido identitário e pertencimento, fomentando a reflexão, agregação e perpetuação de saberes inerentes ao patrimônio do GQC. Observa-se que as oficinas desenvolvidas integraram conhecimentos voltados aos docentes da Educação Básica em seus diferentes níveis de escolaridade. As atividades versaram sobre o patrimônio histórico-cultural e natural do território do GQC, enfocando aspectos da Geodiversidade, Biodiversidade e Sociodiversidade.</p> Adriele Prestes da Silveira, Mariana Sarturi Hundertmarck, Rosemar de Fátima Vestena Copyright (c) 2026 Adriele Prestes da Silveira, Mariana Sarturi Hundertmarck, Rosemar de Fátima Vestena https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/716 Thu, 23 Jul 2026 00:00:00 -0300 A PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM INSTITUIÇÕES COMUNITÁRIAS DO RIO GRANDE DO SUL: UMA ANÁLISE NA PERSPECTIVA CRÍTICA DA LINGUAGEM https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/720 <p>O presente estudo tem, como objetivo, analisar os caminhos percorridos pela Pós-Graduação <em>Stricto Sensu</em> nas instituições que integram o Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung), a partir de uma perspectiva crítica da linguagem. Considerando a relevância dessas instituições no desenvolvimento regional, social e educacional do Rio Grande do Sul, a pesquisa busca compreender as tendências, avanços e delineamentos da produção científica no âmbito dos PPG. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter bibliográfico e documental, ancorada no estado da arte de dissertações e teses, produzidas desde a criação do Comung, em 1996. A análise qualitativa/dissertativa da pesquisa bibliográfica será orientada pelos pressupostos da Teoria Social do Discurso (TSD) e pela Análise de Conteúdo (AC), possibilitando a identificação de sentidos, recorrências e lacunas na produção acadêmica. Espera-se contribuir com a reflexão crítica acerca da Pós-Graduação nas instituições comunitárias, fortalecendo práticas socioculturais alinhadas às realidades locais e ao desenvolvimento regional.</p> Denise da Costa Dias, Denise Tatiane Girardon dos Santos, Eliane de Souza Rangel, Dieison Prestes da Silveira, Antonio Escandiel de Souza Copyright (c) 2026 Denise da Costa Dias, Denise Tatiane Girardon dos Santos, Eliane de Souza Rangel, Dieison Prestes da Silveira, Antonio Escandiel de Souza https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/720 Thu, 23 Jul 2026 00:00:00 -0300 A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS PROJETOS POLÍTICO-PEDAGÓGICOS DE ESCOLAS PÚBLICAS DA PARAÍBA: ABORDAGEM E MACROTENDÊNCIAS https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/719 <p>Fundamentado nas macrotendências político-pedagógicas da Educação Ambiental (EA), este trabalho investiga a abordagem da EA nos Projetos Político-Pedagógicos (PPPs) de escolas públicas da Paraíba. A problemática parte da seguinte questão: a EA está sendo abordada nesses documentos? O objetivo é analisar como se apresenta (ou não) a abordagem da EA nos PPPs. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa e documental, com análise de conteúdo temático-categorial do PPP de sete escolas de João Pessoa e região metropolitana. Os resultados indicam que a EA é tratada de forma fragmentada e periférica, com hegemonia das macrotendências Conservacionista e Pragmática, enquanto a vertente Crítica aparece de forma incipiente. Conclui-se que os PPPs analisados não atendem plenamente à transversalidade prevista na legislação, demandando revisão participativa e ampliação da cobertura amostral em estudos futuros.</p> Jackson Paulo de Lima Santos, Breno Sobreira Gonçalves, Maria Júlia de Lima Santos Copyright (c) 2026 Jackson Paulo de Lima Santos, Breno Sobreira Gonçalves, Maria Júlia de Lima Santos https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/719 Thu, 23 Jul 2026 00:00:00 -0300 EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO CAMINHO DE TRANSFORMAÇÃO EM TEMPOS DE CRISE https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/718 <p>A Educação Ambiental é um tema de grande abrangência, consistente em um processo que visa sensibilizar e conscientizar indivíduos e comunidades sobre a importância da preservação do meio ambiente. Diante disso, explicita-se que este ensaio teórico enseja reflexões acerca da relevância da Educação Ambiental na contemporaneidade, tanto no espaço formal quanto não-formal, fortalecendo a busca por sujeitos críticos e comprometidos com as problemáticas emergentes. A metodologia desta pesquisa pauta-se em um estudo qualitativo, de natureza exploratória, por meio da análise jurídico-dogmática. Este estudo sinaliza que o a Educação Ambiental abrange uma série de práticas e abordagens que buscam promover a sustentabilidade, a conservação dos recursos naturais e a responsabilidade socioambiental, tendo em vista que não se limita apenas ao ensino formal, mas também se estende a iniciativas informais, envolvendo a participação ativa da sociedade como agente propulsor de uma sociedade mais justa e engajada com as questões socioambientais.</p> Bruno Véras de Queiroz Copyright (c) 2026 Bruno Véras de Queiroz https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/718 Thu, 23 Jul 2026 00:00:00 -0300 A EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA COMO PEDAGOGIA PARA O ENFRENTAMENTO DO NEGACIONISMO CIENTÍFICO https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/717 <p>A intensificação da crise socioambiental, nos últimos anos, tem ampliado os desafios da Educação Ambiental Crítica, especialmente no enfrentamento do negacionismo científico. Nesse contexto, este estudo analisa como produções científicas, fundamentadas na Educação Ambiental Crítica (EAC), no Ensino de Biologia, apresentam elementos para o enfrentamento do negacionismo. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, de “estado da arte”, desenvolvida a partir do Banco de Dados de Educação Ambiental Crítica (Banco EAC). O <em>corpus</em> desta pesquisa foi constituído por nove dissertações de Mestrado Profissional selecionadas mediante busca pelo descritor “ensino de biologia”. Para análise dos dados, utilizou-se a Análise de Conteúdo, possibilitando a identificação de duas categorias: a problematização da realidade como fundamento da EAC e as estratégias pedagógicas no Ensino de Biologia. Os resultados evidenciam a centralidade da reflexão crítica e da articulação entre conhecimento científico e questões socioambientais. Conclui-se que a EAC fortalece o pensamento crítico e contribui para enfrentar o negacionismo no contexto escolar.</p> Álvaro Ítalo Firmino da Nobrega, Daiane da Silva Ribeiro, Isabelle Silva Cavalcante, Denise da Costa Dias, Eliane de Souza Rangel, Dieison Prestes da Silveira Copyright (c) 2026 Álvaro Ítalo Firmino da Nobrega, Daiane da Silva Ribeiro, Isabelle Silva Cavalcante, Denise da Costa Dias, Eliane de Souza Rangel, Dieison Prestes da Silveira https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/717 Thu, 23 Jul 2026 00:00:00 -0300 DESCOLONIZANDO O STEM COM ÁLVARO VIEIRA PINTO https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/710 <p>Este artigo analisa a interseção entre o pensamento do filósofo brasileiro Álvaro Vieira Pinto e as abordagens educacionais STEM e STEAM, estabelecendo um contraponto crítico à formação técnica contemporânea. Argumenta-se que Vieira Pinto rejeitaria o modelo STEM tradicional devido ao seu caráter puramente tecnocrático, que reduz o ensino de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática a um depósito de habilidades práticas. Para o autor, essa lógica atende apenas aos interesses mercadológicos do Norte Global e da Indústria 4.0, gerando uma consciência ingênua e transformando estudantes em operários submissos. Em contrapartida, o artigo defende que a transição para o modelo STEAM, que incorpora as Artes e as Humanidades, é fundamental para resgatar a dignidade cultural da técnica. Contudo, adverte-se que essa inclusão não pode ser um mero verniz estético para aumentar a produtividade. Inspirado na pedagogia libertadora de Paulo Freire, o trabalho propõe um STEAM emancipatório, concebido como práxis crítica voltada à resolução de problemas da realidade local com materiais do próprio ecossistema. Assim, o objetivo final da educação técnica deixa de ser a produção de meros operadores de máquinas e passa a ser a formação de cidadãos conscientes e cientistas em potencial. A fusão dessas teorias resulta em uma ferramenta pedagógica de soberania nacional, justiça social e libertação humana.</p> Ariane Prates Brum, Eliziane da Silva Dávila, Elena Maria Mallmann Copyright (c) 2026 Washington José Laranjeiras Borges https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/710 Thu, 23 Jul 2026 00:00:00 -0300 A ESCRITA DA HISTÓRIA “ENTRE” A MODERNIDADE E A PÓS-MODERNIDADE https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/731 <p>Este texto aborda a problemática da produção da escrita da história a partir da relação modernidade e pós-modernidade, analisando algumas “condições de possibilidade” que temos para pensar os estudos históricos na contemporaneidade. O movimento se realiza à luz de referencial bibliográfico. O texto retoma a preocupação sobre os diferentes lugares de pensar a escrita da história na atualidade, evidenciando a emergência de alguns estudos que enfatizam as questões implicadas na escrita da história.</p> Jenerton Arlan Schütz; Fábio César Junges; Sidinei Pithan da Silva Copyright (c) 2026 Jenerton Arlan Schütz; Fábio César Junges; Sidinei Pithan da Silva https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/731 Fri, 24 Jul 2026 00:00:00 -0300 IMPACTOS DO EXERCÍCIO FÍSICO NA SAÚDE MENTAL E QUALIDADE DE SONO EM MULHERES FISICAMENTE ATIVAS https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/732 <p>O presente estudo teve como objetivo investigar os impactos da prática regular de exercícios físicos na saúde mental e na qualidade do sono de mulheres fisicamente ativas de uma academia localizada no município de Ibirubá (RS). Participaram 28 mulheres, praticantes regulares de exercício há pelo menos seis meses, avaliadas por meio dos instrumentos IPAQ, DASS-21 e PSQI, além de questionário sociodemográfico. Os resultados apontaram predominância de níveis normais de estresse, ansiedade e depressão entre as participantes, embora também tenham sido identificados casos leves, moderados e severos desses sintomas, sugerindo variações emocionais mesmo em mulheres ativas. A qualidade do sono foi classificada como boa para a maioria, mas uma parcela significativa apresentou sono ruim ou indícios de distúrbios. A análise de correlação revelou que a ansiedade foi a única variável emocional associada à pior qualidade do sono, enquanto o nível de atividade física não demonstrou relação significativa com os indicadores emocionais ou do sono. Conclui-se que, embora o exercício físico contribua para o bem-estar psicológico geral, fatores emocionais e contextuais exercem influência independente sobre a qualidade do sono e a saúde mental, reforçando a importância de estratégias integradas de cuidado para mulheres adultas.</p> Solange Beatriz Billig Garcês, Joana Emília dos Santos Weber, Roberta Cattaneo, Adriana da Silva Silveira, Camila Kuhn Vieira Copyright (c) 2026 Solange Beatriz Billig Garcês, Joana Emília dos Santos Weber, Roberta Cattaneo, Adriana da Silva Silveira, Camila Kuhn Vieira https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/732 Sun, 26 Jul 2026 00:00:00 -0300 TECNOLOGIAS DIGITAIS NAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DA GRADUAÇÃO: POSSIBILIDADES PARA A APRENDIZAGEM ATIVA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/736 <p>Este artigo teve como objetivo analisar as possibilidades das tecnologias digitais nas práticas pedagógicas da graduação para a promoção da aprendizagem ativa. O tema delimitou-se ao estudo da mediação tecnológica, das metodologias ativas com suporte digital e dos recursos educacionais digitais no ensino superior. A pesquisa foi desenvolvida por meio de revisão bibliográfica, com abordagem qualitativa, baseada na seleção e análise de artigos científicos que discutiram práticas pedagógicas mediadas por tecnologias, participação discente e personalização da aprendizagem. A análise indicou que as tecnologias digitais favoreceram a aprendizagem ativa quando estiveram articuladas ao planejamento docente, à produção de conhecimento, à colaboração e à autoria discente. Também se verificou que plataformas, dispositivos móveis, softwares e webcomics não produziram mudanças pedagógicas de modo isolado, pois sua contribuição dependeu da intencionalidade didática, da mediação do professor e da relação entre recursos digitais e objetivos formativos. Concluiu-se que o uso pedagógico das tecnologias na graduação apresentou maior valor quando promoveu participação, interpretação, criação e corresponsabilidade no processo de aprendizagem. </p> Kennedy Almeida dos Santos, Daiane de Lourdes Alves Velho, Mackson Azevedo Mafra, Matozalém de Sousa, Jacqueline Oliveira Garcia Copyright (c) 2026 Kennedy Almeida dos Santos, Daiane de Lourdes Alves Velho, Mackson Azevedo Mafra, Matozalém de Sousa, Jacqueline Oliveira Garcia https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/736 Thu, 30 Jul 2026 00:00:00 -0300 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA E ESCRITA ACADÊMICA: DESAFIOS ÉTICOS, AUTORIA E PRODUÇÃO CIENTÍFICA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/737 <p>Entre promessas de apoio textual e exigências de responsabilidade científica, este artigo teve como tema o uso da inteligência artificial generativa na produção acadêmica, considerando seus efeitos sobre a escrita, a ética e a formação intelectual. O objetivo consistiu em analisar os limites, as possibilidades e os desafios éticos do uso da inteligência artificial generativa na escrita acadêmica, com ênfase na autoria e na responsabilidade humana. A metodologia adotada foi bibliográfica, baseada na seleção, leitura e análise de artigos científicos publicados entre 2020 e 2025, organizados por eixos temáticos relacionados à autoria, aos riscos éticos e ao uso da tecnologia como apoio à escrita. O estudo concluiu que a inteligência artificial generativa pôde auxiliar atividades como revisão linguística, organização textual e geração de ideias, desde que submetida à curadoria humana, à conferência de fontes e à declaração de uso. Também se verificou que a ferramenta não substituiu o julgamento crítico do pesquisador, pois não assumiu responsabilidade moral, jurídica ou científica pelo conteúdo produzido. Desse modo, a legitimidade de seu uso dependeu da preservação da autoria humana, da transparência no processo de escrita e da proteção dos dados utilizados.</p> Elisângela Dias Brugnera, Rita de Cássia Moura, Janine de Aquino Pinheiro Fleury Curado, Maia Eliana Rabelo da Silva, Paula Ribeiro Copyright (c) 2026 Elisângela Dias Brugnera, Rita de Cássia Moura, Janine de Aquino Pinheiro Fleury Curado, Maia Eliana Rabelo da Silva, Paula Ribeiro https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/737 Thu, 30 Jul 2026 00:00:00 -0300 DESAFIOS E POSSIBILIDADES DO USO DE RECURSOS MULTIMÍDIA NA PRÁTICA DOCENTE https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/739 <p>A presença das tecnologias digitais e dos recursos multimídia no cotidiano escolar tem provocado transformações significativas nas práticas pedagógicas e nos modos de ensinar e aprender na educação do século XXI. Este artigo, de natureza qualitativa e abordagem bibliográfica, analisa o papel dos recursos multimídia na prática docente contemporânea, considerando a cultura digital como elemento estruturante das experiências educacionais atuais. A discussão fundamenta-se em autores que abordam tecnologias educacionais, cultura digital e processos de ensino-aprendizagem, como Moran, Kenski, Buckingham, Prensky e Freire, articulando esses referenciais teóricos com reflexões oriundas da experiência docente no Ensino Médio da rede pública brasileira. O estudo busca compreender de que maneira os recursos multimídia podem contribuir para a ampliação do engajamento dos estudantes, para a diversificação metodológica e para a promoção de aprendizagens mais significativas, sem desconsiderar os desafios impostos pelas desigualdades de acesso às tecnologias, pelas limitações estruturais das escolas e pela necessidade de formação continuada dos professores. Defende-se que o uso pedagógico dos recursos multimídia deve ser orientado por intencionalidade didática, criticidade e compromisso ético, evitando práticas superficiais ou meramente instrumentais. Conclui-se que, quando integrados de forma planejada, reflexiva e humanizada, os recursos multimídia podem potencializar o processo educativo, fortalecer a mediação pedagógica e contribuir para a formação de sujeitos críticos e participativos, alinhados às demandas educacionais e sociais da contemporaneidade.</p> Estefânia Viana Lima, Ornildo Roberto de Souza, Fred Farias Cavalcante, Felipe Bernardo Gomes da Silva, Cilene Francelina dos Santos, Irani Francisca dos Santos Freitas Copyright (c) 2026 Estefânia Viana Lima, Ornildo Roberto de Souza, Fred Farias Cavalcante, Felipe Bernardo Gomes da Silva, Cilene Francelina dos Santos, Irani Francisca dos Santos Freitas https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/739 Sat, 01 Aug 2026 00:00:00 -0300 EDUCAÇÃO INCLUSIVA E PROCESSOS DE APRENDIZAGEM: COGNIÇÃO, ASPECTOS EMOCIONAIS E METODOLÓGICOS NA DIVERSIDADE ESCOLAR https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/740 <p>Este estudo analisa os processos de aprendizagem e cognição de estudantes com necessidades educacionais específicas no contexto da educação inclusiva, considerando as dimensões cognitivas, emocionais, motoras e sensoriais que influenciam seu desenvolvimento escolar. Busca-se compreender como as práticas pedagógicas respondem à diversidade presente nas salas de aula e identificar metodologias capazes de favorecer o acesso, a participação e a aprendizagem desses estudantes. Metodologicamente, realizou-se uma revisão qualitativa da literatura, com base em publicações indexadas nas bases Lilacs, Periódicos Capes e SciELO, no período de 2022 a 2026. Os resultados evidenciam que a aprendizagem inclusiva depende da articulação entre funções executivas, neuroplasticidade, aspectos socioemocionais, processamento sensorial, participação familiar e práticas docentes qualificadas. O Desenho Universal para Aprendizagem, as tecnologias assistivas e a colaboração entre professores do ensino regular e da educação especial destacam-se como estratégias fundamentais para a ampliação do acesso curricular e para a personalização do ensino. Constatou-se, entretanto, que limitações na formação docente e a escassez de pesquisas empíricas dificultam a efetivação dessas práticas no cotidiano escolar. Conclui-se que a construção de uma escola efetivamente inclusiva exige formação continuada, investimento institucional e integração entre neurociência, emoção, sensorialidade e planejamento pedagógico, de modo a assegurar equidade educacional e respeito às singularidades dos estudantes.</p> Vanderleia da Rosa de Deus, Rosemeri Seibel Zuffo, Paula Grasiela Martini, Danielle Cristina Pazinato, Edilamar Nava Bicego, Ana Paula Ribeiro Messias de Andrade Copyright (c) 2026 Vanderleia da Rosa de Deus, Rosemeri Seibel Zuffo, Paula Grasiela Martini, Danielle Cristina Pazinato, Edilamar Nava Bicego, Ana Paula Ribeiro Messias de Andrade https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/740 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 -0300 ARTE, SENSIBILIDADE E INCLUSÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES PEDAGÓGICAS A PARTIR DA OBRA DE FRANS KRAJCBERG https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/741 <p>Este artigo reflete sobre a obra de Frans Krajcberg como possibilidade pedagógica para uma educação inclusiva no ensino fundamental, considerando as relações entre arte, sensibilidade, diversidade e consciência socioambiental. Parte-se da compreensão de que o ensino de arte não deve ser reduzido a uma prática complementar, pois favorece formas variadas de expressão, percepção e participação dos estudantes. A pesquisa assume caráter bibliográfico e interpretativo, dialogando com autores da arte-educação, da inclusão escolar e da educação ambiental. O estudo evidencia que a produção de Krajcberg, marcada pelo uso de materiais naturais e pela denúncia da devastação ambiental, permite desenvolver experiências pedagógicas sensíveis, críticas e contextualizadas. Conclui-se que sua obra pode contribuir para práticas escolares mais inclusivas, ao valorizar diferentes modos de aprender, sentir e participar, fortalecendo o pertencimento, a formação humana e o cuidado com a vida no cotidiano escolar.</p> Rosilda Alves Bessa Nunes Copyright (c) 2026 Rosilda Alves Bessa Nunes https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/741 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 -0300 A IMPORTÂNCIA DO RIGOR METODOLÓGICO NAS PESQUISAS EM EDUCAÇÃO https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/742 <p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">A produção do conhecimento científico exige procedimentos metodológicos que assegurem a consistência, a credibilidade e a confiabilidade dos resultados obtidos. No campo da Educação, marcado pela complexidade dos fenômenos investigados e pela diversidade de abordagens teóricas e metodológicas, o rigor metodológico constitui um princípio indispensável para a qualidade das pesquisas e para o fortalecimento da ciência. Nesse contexto, o presente estudo tem como objetivo analisar a importância do rigor metodológico nas pesquisas em Educação, discutindo sua relação com a produção do conhecimento científico e com a validade das investigações acadêmicas. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de natureza bibliográfica, fundamentada em obras clássicas da filosofia da ciência e em estudos contemporâneos sobre metodologia da pesquisa. A análise articula as contribuições de Karl Popper, Thomas Kuhn, Bernardete Gatti, Augusto et al. (2013) e Oliveira et al. (2021), buscando compreender como diferentes perspectivas epistemológicas e metodológicas convergem para a defesa de procedimentos científicos consistentes, transparentes e eticamente fundamentados. Os resultados evidenciam que o rigor metodológico não se restringe ao cumprimento de etapas formais da pesquisa, mas envolve coerência entre problema, objetivos, referencial teórico, procedimentos metodológicos e análise dos dados. Conclui-se que a qualidade da pesquisa em Educação depende da adoção de critérios metodológicos que garantam a confiabilidade das investigações e contribuam para a produção de conhecimentos cientificamente relevantes. </span></p> Daiane de Lourdes Alves Velho, Sandra Maria dos Santos Vital, Luciana Oczinski Vieira, Paula Grasiela Martini, Kamilla de Carvalho Almeida Copyright (c) 2026 Daiane de Lourdes Alves Velho, Sandra Maria dos Santos Vital, Luciana Oczinski Vieira, Paula Grasiela Martini, Kamilla de Carvalho Almeida https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/742 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 -0300 MEMÓRIA, ANCESTRALIDADE E PERTENCIMENTO: A DIMENSÃO SOCIOCULTURAL DA COMUNIDADE QUILOMBOLA MONTE ALEGRE https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/743 <p>O presente artigo analisa como memória, ancestralidade e pertencimento constituem dimensões estruturantes da identidade sociocultural da comunidade quilombola Monte Alegre, localizada no estado do Espírito Santo, Brasil. Parte-se da compreensão de que as comunidades quilombolas configuram territórios de produção de conhecimentos, preservação de patrimônios culturais e elaboração de estratégias históricas de resistência diante dos processos de invisibilização racial e territorial. O estudo fundamenta-se em uma abordagem qualitativa, de natureza bibliográfica e interpretativa, articulando contribuições dos estudos da memória social, identidade cultural, territorialidade, epistemologias quilombolas e dialogismo. A análise evidencia que a memória coletiva, materializada nas narrativas orais, nas práticas religiosas, nos saberes agrícolas, nas manifestações culturais e nas formas comunitárias de organização social, constitui um patrimônio vivo continuamente reconstruído pelas gerações. Os resultados indicam que a ancestralidade opera como princípio organizador das relações entre sujeitos, território e conhecimento, fortalecendo processos de pertencimento, reconhecimento identitário e resistência sociopolítica. Conclui-se que a valorização dos saberes comunitários da comunidade Monte Alegre amplia a compreensão das comunidades quilombolas como produtoras de epistemologias próprias, contribuindo para o reconhecimento da diversidade cultural brasileira, para a preservação do patrimônio cultural imaterial e para a afirmação dos direitos territoriais e coletivos desses grupos.</p> Adriana de Medeiros Marcolano, Cleonara Maria Schwartz Copyright (c) 2026 Adriana de Medeiros Marcolano, Cleonara Maria Schwartz https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/743 Mon, 03 Aug 2026 00:00:00 -0300 ENSINO REMOTO EMERGENCIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: UMA REVISÃO DE ESCOPO SOB A ÓTICA DA CONCEPÇÃO DIALÓGICA DA LINGUAGEM https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/744 <p>A implementação do Ensino Remoto Emergencial (ERE) no contexto da pandemia da Covid-19 influenciou diretamente as práticas pedagógicas de ensino da Língua Portuguesa na Educação Básica, uma vez que a interação, a mediação pedagógica e a produção de sentidos são o alicerce desse processo. Este artigo visa mapear, sistematizar e analisar as evidências científicas acerca das limitações, dos desafios e das potencialidades do Ensino Remoto Emergencial no ensino de Língua Portuguesa na Educação Básica, no Ensino Fundamental Anos Finais e no Ensino Médio, com foco nas percepções de docentes e discentes. Trata-se de uma revisão de escopo, cuja análise se encontra fundamentada na concepção dialógica da linguagem proposta pelo Círculo de Bakhtin (2011) e Bakhtin/Volóchinov (2017). As buscas foram realizadas nas bases do Portal de Periódicos CAPES, SciELO, Scopus, Web of Science e Google Acadêmico, incluindo publicações entre os anos 2020 e 2025. Evidenciou-se que o ERE desvelou as desigualdades que já se encontravam presentes na Educação Básica relacionadas tanto ao acesso quanto ao domínio das tecnologias digitais, assim como desafios no processo de reorganização das práticas pedagógicas e na reconfiguração das formas de interação entre os sujeitos. Em contrapartida, foram identificadas potencialidades como o desenvolvimento das competências digitais e a ampliação do repertório metodológico com a incorporação de gêneros discursivos multimodais. A partir da perspectiva bakhtiniana, entende-se que as limitações, os desafios e as potencialidades do ERE não podem ser vistas separadamente, mas como interdependentes dentro desse processo de ressignificação das relações dialógicas que fundamentam o ensino da Língua Portuguesa.</p> Érika Almeida Furtado, Cleonara Maria Schwartz Copyright (c) 2026 Érika Almeida Furtado, Cleonara Maria Schwartz https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/744 Tue, 04 Aug 2026 00:00:00 -0300 MATEMÁTICA INCLUSIVA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: EXPERIÊNCIAS LÚDICAS COM CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/745 <p>A promoção de práticas pedagógicas inclusivas na Educação Infantil exige que o ensino da Matemática seja organizado a partir de experiências que respeitem as diferentes formas de aprender e participar da vida escolar. Nesse contexto, este estudo apresenta um relato de experiência desenvolvido em uma turma de Pré I da Escola Municipal Francisco Donizeti de Lima, no município de Sorriso, Mato Grosso, envolvendo toda a turma, com destaque para a participação de duas crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), com necessidade de suporte nível 2. O objetivo foi analisar de que maneira atividades lúdicas, associadas ao uso de materiais concretos, contribuíram para a aprendizagem de conceitos matemáticos iniciais em um contexto de educação inclusiva. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, caracterizada como relato de experiência, fundamentada em registros sistemáticos da prática pedagógica e na análise reflexiva das intervenções realizadas. As atividades contemplaram jogos pedagógicos, pareamento entre números e quantidades, reconhecimento de formas geométricas, sequenciação numérica, classificação, coordenação motora fina e exploração de recursos manipuláveis, planejadas de acordo com os princípios da Base Nacional Comum Curricular e da educação inclusiva. Os registros analisados indicaram avanços na participação das crianças, no desenvolvimento da atenção, da autonomia, da interação social e da compreensão de conceitos matemáticos, especialmente entre os estudantes com TEA. Constatou-se que a ludicidade, quando articulada a práticas pedagógicas intencionalmente planejadas, amplia as possibilidades de aprendizagem, fortalece os processos de inclusão e favorece a construção de ambientes escolares mais participativos, acolhedores e acessíveis para todas as crianças.</p> Kamilla de Carvalho Almeida, Marcos Aurélio Chagas Cardoso, Daiane de Lourdes Alves Velho, Rosilda Aparecida Costa, Daise Telles Fernandes, Cleria Arantes Santiago Copyright (c) 2026 Kamilla de Carvalho Almeida, Marcos Aurélio Chagas Cardoso, Daiane de Lourdes Alves Velho, Rosilda Aparecida Costa, Daise Telles Fernandes, Cleria Arantes Santiago https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/745 Tue, 04 Aug 2026 00:00:00 -0300 WEB CURRÍCULO E EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: CARACTERÍSTICAS, BENEFÍCIOS E PONTOS DE ATENÇÃO NA ORGANIZAÇÃO DO ENSINO ONLINE https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/746 <p>As Tecnologias Educacionais Digitais têm causado transformações consideráveis no âmbito educacional, especialmente no que se refere à organização curricular na Educação a Distância (EaD). O presente estudo tem como objetivo aprofundar conhecimentos para analisar de forma minuciosa os benefícios e malefícios dos currículos na educação remota, com ênfase na perspectiva do currículo virtual e sua importância na construção do conhecimento. Por meio de análise e pesquisa de relevância, evidenciou-se que a implementação dos recursos tecnológicos ao currículo possibilita maior flexibilidade, ampliando e oportunizando uma educação diferenciada com grande potencial e diversificação das práticas pedagógicas, favorecendo flexibilidade a participação ativa dos educandos. Nesse contexto, o currículo virtual se destaca por promover uma organização curricular dinamizada, interativa e colaborativa, alinhada às orientações no que diz respeito a cultura digital contemporânea. Por outro lado, o estudo também identificou empecilhos relacionados à mediação pedagógica, à formação do magistério e ao uso crítico das tecnologias, ressaltando que a qualidade do ensino não depende apenas dos recursos tecnológicos disponíveis, mas da intencionalidade pedagógica que orienta sua utilização. Conclui-se que os currículos na EaD, quando bem estruturados, contribuem consideravelmente para a consolidação de aprendizagens mais significativas e coerentes.</p> Estefânia Viana Lima, Flávio Fernandes da Silva, Éder Figueredo de Azenha, Maria Eliane Rios de Abreu, Gisele Pitz Pereira, Raimunda Rosa de Sousa, Irani Francisca dos Santos Freitas Copyright (c) 2026 Estefânia Viana Lima, Flávio Fernandes da Silva, Éder Figueredo de Azenha, Maria Eliane Rios de Abreu, Gisele Pitz Pereira, Raimunda Rosa de Sousa, Irani Francisca dos Santos Freitas https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/746 Wed, 05 Aug 2026 00:00:00 -0300 CONSTRUINDO CIÊNCIA: REFLEXÕES SOBRE A METODOLOGIA CIENTÍFICA NA FORMAÇÃO DO PESQUISADOR https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/748 <p>A produção do conhecimento científico resulta de um processo investigativo fundamentado em princípios metodológicos que garantem rigor, coerência e confiabilidade às pesquisas. Mais do que um conjunto de normas técnicas, a metodologia científica representa um percurso intelectual que orienta o pesquisador na definição do problema, na escolha dos procedimentos metodológicos, na análise dos dados e na construção de conclusões fundamentadas. Conforme Carvalho et al. (2000), a ciência distingue-se de outras formas de conhecimento por adotar métodos sistemáticos, críticos e passíveis de validação pela comunidade científica. Este estudo tem como objetivo analisar a importância da metodologia científica para a produção do conhecimento e para a formação de pesquisadores comprometidos com a investigação científica. Para isso, desenvolveu-se uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter descritivo, fundamentada em livros e artigos científicos que discutem os fundamentos epistemológicos da ciência, os métodos de investigação e os procedimentos metodológicos empregados na pesquisa acadêmica. A pesquisa bibliográfica foi compreendida como um processo sistemático de busca, seleção, interpretação e análise crítica da literatura, ultrapassando a simples revisão de textos, conforme defendem Lima e Mioto (2007). Os resultados evidenciam que a metodologia científica constitui elemento essencial para o desenvolvimento da investigação, pois favorece a organização do pensamento, amplia a capacidade crítica do pesquisador e assegura maior consistência aos resultados produzidos. Além disso, verificou-se que o domínio dos métodos científicos contribui para a formação acadêmica, possibilitando que a pesquisa seja conduzida de maneira ética, sistemática e comprometida com a produção de conhecimentos socialmente relevantes. Conclui-se que a metodologia científica ultrapassa sua dimensão instrumental, consolidando-se como um dos principais fundamentos da prática investigativa e da construção do conhecimento científico.</p> Marcos Aurelio chagas Cardoso, Daiane de Lourdes Alves Velho, Elinete Lins de Vieira, Rosemeri Seibel Zuffo, Eliane Lazarotto, Lorena Dayane Freitas Pereira Copyright (c) 2026 Marcos Aurelio chagas Cardoso, Daiane de Lourdes Alves Velho, Elinete Lins de Vieira, Rosemeri Seibel Zuffo, Eliane Lazarotto, Carla Arce de Deus https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/748 Thu, 06 Aug 2026 00:00:00 -0300 CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E NARRATIVAS VISUAIS NA ALFABETIZAÇÃO: ESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E DA ESCRITA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/749 <p>O artigo analisa como a contação de histórias e as narrativas visuais podem atuar como estratégias pedagógicas integradas para fortalecer a alfabetização nos anos iniciais, ampliando a compreensão e a produção textual. Defende-se que ler e escrever não se reduzem à decodificação, pois envolvem construção de sentidos, repertório cultural e participação ativa das crianças. A contação de histórias é apresentada como prática que mobiliza oralidade e escuta, favorecendo atenção, memória, imaginação e organização narrativa, além de fortalecer vínculos e reduzir inseguranças diante de atividades formais. As narrativas visuais, por sua vez, são compreendidas como textos que comunicam ideias e emoções, permitindo que o estudante observe, interprete e formule hipóteses, criando suporte para a escrita e ampliando a autoria. O texto destaca que a mediação docente é decisiva para transformar imagens e histórias em aprendizagem, por meio de propostas como recontos, criação de legendas, organização de sequências, produção de diálogos e escrita colaborativa. Ressalta-se que estratégias integradas tornam o ensino mais inclusivo ao oferecer diferentes caminhos de acesso ao texto, respeitando ritmos e modos de aprender, sem empobrecer o currículo. Conclui-se que a alfabetização se qualifica quando a escola planeja experiências de linguagem significativas, contínuas e humanizadas, garantindo participação, equidade e desenvolvimento leitor.</p> Aparecida Donizete Silva Santos, Fernanda Pessoa de Sousa Silva, Érika Regina Martins , Aline Cácia de Sousa, Anita Maria Gonçalves de Melo Oliveira, Cleidiane Cardoso de Oliveira Brito, Telma Pereira de Melo, Nilva Alves de Sousa Silva Copyright (c) 2026 Aparecida Donizete Silva Santos, Fernanda Pessoa de Sousa Silva, Érika Regina Martins , Aline Cácia de Sousa, Anita Maria Gonçalves de Melo Oliveira, Cleidiane Cardoso de Oliveira Brito, Telma Pereira de Melo, Nilva Alves de Sousa Silva https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/749 Thu, 06 Aug 2026 00:00:00 -0300 A IMPORTÂNCIA DA METODOLOGIA CIENTÍFICA NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/750 <p>A metodologia científica constitui um dos principais fundamentos da produção do conhecimento, uma vez que organiza o processo investigativo e orienta o pesquisador na definição do problema, na escolha dos procedimentos metodológicos e na análise dos resultados. Nesse contexto, o presente artigo tem como objetivo analisar a importância da metodologia científica para a construção do conhecimento científico e para a formação acadêmica do pesquisador. Para alcançar esse propósito, realizou-se uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter descritivo, fundamentada em livros e artigos científicos que discutem os fundamentos da ciência, os métodos de investigação e os procedimentos metodológicos empregados na pesquisa acadêmica. A análise da literatura evidenciou que a metodologia científica ultrapassa a dimensão instrumental, constituindo-se como elemento essencial para a organização do pensamento, o desenvolvimento da capacidade crítica e a produção de conhecimentos confiáveis. Conclui-se que o domínio dos fundamentos metodológicos fortalece a qualidade da pesquisa científica, favorece a formação de pesquisadores comprometidos com princípios éticos e contribui para a produção de conhecimentos socialmente relevantes.</p> Edilamar Nava Bicego, Adnilce Lara Araujo, Liliane Oliveira Souza Rodrigues, Charlene Muller da Silva, Carla Arce de Deus, Eliamar Borges de Andrade Copyright (c) 2026 Edilamar Nava Bicego, Adnilce Lara Araujo, Liliane Oliveira Souza Rodrigues, Charlene Muller da Silva, Carla Arce de Deus, Eliamar Borges de Andrade https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/750 Fri, 07 Aug 2026 00:00:00 -0300 CULTURA DO CAMPO E ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL I: A LUDICIDADE COMO MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/751 <p>Este artigo discute a alfabetização no Ensino Fundamental I no contexto da Educação do Campo, considerando a identidade, o território e os desafios estruturais que atravessam o cotidiano escolar rural. Parte-se do entendimento de que alfabetizar não se limita ao domínio do sistema de escrita, mas envolve práticas sociais de linguagem, pertencimento e reconhecimento cultural. O estudo tem como objetivo analisar a ludicidade como mediação pedagógica na construção da leitura e da escrita, articulando jogos, narrativas e participação comunitária como estratégias capazes de favorecer a aprendizagem significativa. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, sustentada por autores que problematizam a relação entre currículo, cultura do campo e práticas alfabetizadoras. As reflexões apontam que experiências lúdicas, quando planejadas com intencionalidade docente, ampliam a interação, fortalecem repertórios linguísticos e contribuem para a autoria dos estudantes, reduzindo bloqueios produzidos por métodos repetitivos e descontextualizados. Além disso, a integração entre escola, família e comunidade reforça a continuidade do percurso alfabetizador, conferindo sentido social à escrita e ampliando a permanência escolar. Conclui-se que a alfabetização no campo exige práticas flexíveis, críticas e contextualizadas, capazes de unir rigor pedagógico e sensibilidade cultural, garantindo o direito à aprendizagem com equidade e dignidade.</p> Dilene Lopes de Almeida, Diana Lopes de Almeida, Lenice Lopes de Almeida, Dilene Bastos Dourado, Aldinei Marques de Almeida Copyright (c) 2026 Dilene Lopes de Almeida, Diana Lopes de Almeida, Lenice Lopes de Almeida, Dilene Bastos Dourado, Aldinei Marques de Almeida https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/751 Fri, 07 Aug 2026 00:00:00 -0300 FORMAÇÃO CONTINUADA E INOVAÇÃO PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: A ESCOLA COMO ESPAÇO FORMATIVO https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/752 <p>A formação continuada de professores na Educação Infantil constitui o tema deste estudo, que parte do problema de como processos formativos podem favorecer práticas pedagógicas inovadoras e contextualizadas. O objetivo é analisar contribuições da formação continuada para o desenvolvimento profissional docente e para a ressignificação das práticas pedagógicas, considerando a escola como espaço de formação. Desenvolve-se pesquisa qualitativa, de natureza bibliográfica e documental, com análise interpretativa de produções acadêmicas sobre formação docente e Educação Infantil e de documentos normativos brasileiros. A análise identifica que a formação ganha maior potencial quando articula conhecimentos teóricos, experiências profissionais, colaboração entre pares e problemas concretos do cotidiano. Os resultados também indicam que inovação pedagógica não se reduz ao uso de tecnologias ou à adoção de métodos novos, pois envolve mudanças na organização dos tempos, espaços, materiais, interações, brincadeiras e formas de participação das crianças. Conclui-se que processos formativos contextualizados podem fortalecer a autonomia profissional, a reflexão sobre a prática e a capacidade de planejamento intencional, desde que sejam sustentados por condições institucionais de estudo, diálogo e acompanhamento. O estudo ainda evidencia a necessidade de distinguir formação continuada de desenvolvimento profissional, compreendendo a primeira como dimensão relevante, mas não suficiente, de trajetórias docentes marcadas por aprendizagem permanente, condições de trabalho e participação coletiva.</p> Aliny Jorge Torres, Marina Mourão Lôbo Sampaio, Maria do Carmo Mourão Lôbo Sampaio, Liana de Oliveira Bandeira, Terezinha Torres Ribeiro Farias, Francisca Aline Teixeira da Silva Barbosa Copyright (c) 2026 Aliny Jorge Torres, Marina Mourão Lôbo Sampaio, Maria do Carmo Mourão Lôbo Sampaio, Liana de Oliveira Bandeira, Terezinha Torres Ribeiro Farias, Francisca Aline Teixeira da Silva Barbosa https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/752 Fri, 07 Aug 2026 00:00:00 -0300 BIOESTATÍSTICA NA PESQUISA EDUCACIONAL: CONTRIBUIÇÕES DA ANÁLISE QUANTITATIVA PARA A PRODUÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE EVIDÊNCIAS https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/753 <p>A produção do conhecimento no campo educacional demanda procedimentos metodológicos capazes de organizar e interpretar informações provenientes de diferentes contextos, sujeitos e processos de aprendizagem. Nesse cenário, a bioestatística apresenta possibilidades para o tratamento de dados quantitativos, favorecendo a identificação de padrões, variações, associações e tendências que podem subsidiar a construção de evidências em pesquisas. Este artigo tem como objetivo analisar as contribuições da bioestatística para a pesquisa educacional, considerando suas possibilidades de aplicação e os cuidados necessários à interpretação dos resultados. Metodologicamente, caracteriza-se como uma pesquisa bibliográfica, fundamentada em produções que discutem princípios estatísticos, procedimentos de investigação científica e aplicações da análise quantitativa nas Ciências Humanas. A discussão contempla aspectos relacionados à organização e descrição dos dados, população e amostra, medidas de tendência central e variabilidade, testes de hipóteses e análise de associações, reconhecendo que a escolha dos procedimentos deve estar articulada ao problema e ao delineamento da investigação. Os estudos examinados também indicam que o rigor quantitativo não dispensa uma leitura criteriosa dos fenômenos humanos, uma vez que a interpretação dos resultados requer atenção às características dos sujeitos e aos contextos nos quais os dados são produzidos. Conclui-se que a bioestatística, quando empregada de maneira metodologicamente coerente, pode contribuir para o rigor da pesquisa educacional e para uma interpretação mais fundamentada das evidências, sem reduzir a complexidade dos processos educativos à dimensão numérica.</p> Daiane de Lourdes Alves Velho, Luciana Oczinski Vieira, Marcos Aurelio chagas Cardoso, Sandra Maria dos Santos Vital, Elinete Lins de Vieira, Eliane Siqueira Barrozo Rogeri, Idalina Miranda Silva Copyright (c) 2026 Daiane de Lourdes Alves Velho, Luciana Oczinski Vieira, Marcos Aurelio chagas Cardoso, Sandra Maria dos Santos Vital, Elinete Lins de Vieira, Eliane Siqueira Barrozo Rogeri, Idalina Miranda Silva https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/753 Fri, 07 Aug 2026 00:00:00 -0300 FORMAÇÃO DIDÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO: CONTRIBUIÇÕES PARA A PRÁTICA DOCENTE NO ENSINO SUPERIOR https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/754 <p>A docência universitária exige conhecimentos que ultrapassam o domínio de uma área específica, pois envolve planejamento, mediação pedagógica, seleção de estratégias e acompanhamento da aprendizagem. Este artigo tem como objetivo analisar as contribuições da formação didático-pedagógica para a prática de professores do Ensino Superior, considerando a relação entre saberes acadêmicos, preparação para o ensino, estratégias didáticas e desenvolvimento profissional. A investigação é de abordagem qualitativa, natureza bibliográfica e caráter exploratório-descritivo. O corpus foi constituído por três estudos sobre didática universitária e formação pedagógica, examinados por meio de leitura analítica, comparação de argumentos e organização de eixos temáticos. Os resultados mostram que a titulação e a experiência profissional são relevantes, mas não substituem conhecimentos próprios da docência. Também evidenciam que a escolha de estratégias de ensino precisa estar vinculada aos objetivos formativos, às características dos estudantes e às condições concretas de aprendizagem. A formação continuada aparece como possibilidade de reflexão sobre a prática e de construção coletiva de conhecimentos pedagógicos. Conclui-se que a formação didático-pedagógica fortalece a profissionalização docente ao favorecer decisões mais fundamentadas, diversificação metodológica e maior atenção à participação do estudante no processo educativo.</p> Daiane de Lourdes Alves Velho, Edena Cristina Broch, Cátia Oliveira Fernandes Peres, Maria Eliete Andrade Vitorino, Claudiomiro dos Santos Pereira, Adnilce Lara Araujo, Priscila Vignerom Lira Copyright (c) 2026 Daiane de Lourdes Alves Velho, Edena Cristina Broch, Cátia Oliveira Fernandes Peres, Maria Eliete Andrade Vitorino, Claudiomiro dos Santos Pereira, Adnilce Lara Araujo, Priscila Vignerom Lira https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/754 Sun, 09 Aug 2026 00:00:00 -0300 MULTIDISCIPLINARIDADE, INTERDISCIPLINARIDADE, TRANSDISCIPLINARIDADE E TRANSVERSALIDADE NA RELAÇÃO EDUCACIONAL COMO BENEFÍCIOS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/756 <p>O artigo discutiu a integração entre Multidisciplinaridade, Interdisciplinaridade, Transdisciplinaridade e Transversalidade no constituir uma importante estratégia para fortalecer a prática pedagógica e promover uma educação mais significativa. Pontuou-se que nessas abordagens há o favorecer da articulação entre diferentes áreas do conhecimento, possibilitando que os estudantes compreendam os fenômenos de forma ampla, crítica e contextualizada, com os professores inovando em suas aulas com práticas pedagógicas significativas. mostrou como objetivo, o analisar de como a Multidisciplinaridade, a Interdisciplinaridade, a Transdisciplinaridade e a Transversalidade contribuem para o fortalecimento da prática pedagógica e para a promoção de uma aprendizagem significativa na educação básica. Discutiu como indagação como estas abordagens podem contribuir para a melhoria das práticas pedagógicas atuais e para a aprendizagem significativa dos estudantes. Tratou-se de uma investigação de natureza qualitativa, do tipo bibliográfica e cunho descritivo, fundamentada em produções científicas atuais, documentos legais e referenciais da educação brasileira. Os resultados pontuaram que essas abordagens contribuem para o desenvolvimento de competências cognitivas, socioemocionais e éticas, promovendo uma aprendizagem significativa, colaborativa e voltada para a resolução de problemas reais; focando na formação docente para o bom uso de tais artifícios. Pontuou em sua conclusão, a implementação no favorecer da inovação pedagógica e da formação integral docentes e discentes, alinhando-se às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).</p> Nivaldo Pedro de Oliveira Copyright (c) 2026 Nivaldo Pedro de Oliveira https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/756 Tue, 11 Aug 2026 00:00:00 -0300 EDUCAÇÃO SUPERIOR NO BRASIL: POLÍTICAS DE ACESSO, EXPANSÃO E DEMOCRATIZAÇÃO https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/757 <p>A educação superior brasileira foi constituída em meio a desigualdades históricas que condicionaram o ingresso de diferentes grupos sociais nas instituições universitárias. Embora sua expansão tenha se intensificado ao longo das últimas décadas, o aumento de vagas e matrículas não eliminou as dificuldades relacionadas ao acesso, à permanência e à conclusão dos cursos. Este artigo tem como objetivo analisar o processo de democratização da educação superior no Brasil, considerando sua trajetória histórica, as políticas públicas de ampliação do acesso e as contradições presentes na relação entre expansão e efetivação do direito à educação. Metodologicamente, desenvolve-se uma pesquisa qualitativa, de natureza bibliográfica e documental, fundamentada em produções acadêmicas sobre educação superior e em documentos normativos e indicadores educacionais utilizados pela literatura examinada. A análise evidencia que a ampliação das oportunidades de ingresso representou importante mudança no cenário brasileiro, sobretudo pela implementação de políticas destinadas a grupos historicamente afastados desse nível de ensino. Entretanto, a predominância da oferta privada, as desigualdades socioeconômicas e as dificuldades de permanência demonstram que expansão quantitativa não corresponde, necessariamente, à democratização. Conclui-se que a efetivação desse processo requer políticas articuladas de acesso, permanência, financiamento e qualidade acadêmica. O estudo contribui para compreender a educação superior como direito social e como dimensão estratégica das políticas educacionais brasileiras.</p> Daiane de Lourdes Alves Velho, Rosemeri Seibel Zuffo, Paula Grasiela Martini, Edilamar Nava Bicego, Claudiomiro dos Santos Pereira, Adnilce Lara Araujo Copyright (c) 2026 Daiane de Lourdes Alves Velho, Rosemeri Seibel Zuffo, Paula Grasiela Martini, Edilamar Nava Bicego, Claudiomiro dos Santos Pereira, Adnilce Lara Araujo https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/757 Tue, 11 Aug 2026 00:00:00 -0300 AS VERSATILIDADES DOS SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO: EFICIÊNCIA, CONTROLE E TOMADA DE DECISÃO NAS ORGANIZAÇÕES https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/759 <p>Este artigo analisa as versatilidades dos sistemas integrados de gestão (SIG), também conhecidos como ERP (Enterprise Resource Planning), destacando seus impactos na eficiência operacional, no controle organizacional e na tomada de decisão estratégica. O objetivo central é compreender como tais sistemas contribuem para a integração de processos e para a competitividade empresarial em diferentes contextos. A pesquisa foi conduzida por meio de uma abordagem qualitativa e descritiva, baseada em revisão bibliográfica de livros, artigos científicos e estudos de caso. Os resultados evidenciam que os ERP otimizam processos, centralizam informações e oferecem suporte à gestão estratégica, mas enfrentam desafios como altos custos de implementação, resistência cultural e necessidade de treinamento contínuo. Exemplos práticos em grandes corporações, como Nestlé, Siemens e Toyota, demonstram a aplicação dos sistemas em escala global, enquanto pequenas e médias empresas enfrentam barreiras específicas de custo e infraestrutura. Além disso, identificou-se uma lacuna na literatura quanto à aplicação dos ERP em PMEs e sua integração com tecnologias emergentes como inteligência artificial, big data e internet das coisas. Conclui-se que os sistemas integrados de gestão não devem ser vistos apenas como ferramentas tecnológicas, mas como instrumentos estratégicos capazes de redefinir a gestão organizacional e ampliar a competitividade em ambientes de constante transformação digital.</p> Karen Louize Trento, Manoel Gonçalo de Almeida, Alex Pavese, Edilaine Polletti Leinat de Sena, Losimeire Andrade Leite Copyright (c) 2026 Karen Louize Trento, Manoel Gonçalo de Almeida, Alex Pavese, Edilaine Poletti Leinat de Sena, Losimeire Andrade Leite https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/759 Wed, 12 Aug 2026 00:00:00 -0300 DIDÁTICA E TECNOLOGIAS DIGITAIS: MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA, FLUÊNCIA DIGITAL E FORMAÇÃO DOCENTE https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/417-432 <p>Este artigo analisa as relações entre Didática e tecnologias digitais, com ênfase na mediação pedagógica, no planejamento e na formação docente. Desenvolveu-se uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter analítico-interpretativo, tendo como corpus central os estudos de Santa Rosa (1989), Vermelho (2003) e Modelski, Giraffa e Casartelli (2019), articulados a referências mobilizadas nessas produções, como Lévy (1999), Kenski (2002), Coll e Monereo (2010) e Perrenoud (1999; 2000). A leitura comparativa foi organizada em quatro eixos: relação entre Didática e tecnologia; crítica à perspectiva instrumental; formação e fluência digital docente; planejamento e mediação pedagógica. Os resultados indicam que a presença de recursos digitais, isoladamente, não caracteriza inovação educacional. Seu potencial formativo depende da intencionalidade pedagógica, da coerência entre objetivos, conteúdos, metodologias e avaliação, das condições institucionais e da atuação mediadora do professor. Evidenciou-se, ainda, que a fluência digital não se confunde com domínio operacional de ferramentas, pois envolve capacidade de seleção, adaptação e uso crítico dos recursos em situações concretas de ensino. Conclui-se que a integração das tecnologias à educação exige formação docente contínua, reflexiva e colaborativa, orientada por finalidades pedagógicas e pela formação crítica dos estudantes.</p> Antonio Carlos Oczinski, Jéssica Hiara Oczinski Zanatta, Rosilda Aparecida Costa, Luciana Oczinski Vieira, Daiane de Lourdes Alves Velho, Marcos Aurelio chagas Cardoso Copyright (c) 2026 Antonio Carlos Oczinski, Jéssica Hiara Oczinski Zanatta, Rosilda Aparecida Costa, Luciana Oczinski Vieira, Daiane de Lourdes Alves Velho, Marcos Aurelio chagas Cardoso https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/417-432 Wed, 12 Aug 2026 00:00:00 -0300 PSICOLOGIA ESCOLAR E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: CONTRIBUIÇÕES PARA APRENDIZAGEM, PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO HUMANO https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/761 <p>A Psicologia Escolar e Educacional ocupa posição relevante na compreensão dos processos de aprendizagem, desenvolvimento e participação dos estudantes, especialmente diante da diversidade que caracteriza os espaços educativos contemporâneos. Superar interpretações centradas exclusivamente no indivíduo constitui um dos principais desafios desse campo, uma vez que dificuldades escolares, situações de exclusão e obstáculos à participação não podem ser compreendidos de maneira dissociada das relações sociais, pedagógicas, institucionais e culturais. Este artigo tem como objetivo analisar as contribuições da Psicologia Escolar para a construção de práticas educacionais inclusivas, considerando sua atuação na identificação e no enfrentamento de barreiras que interferem na aprendizagem, na participação e no desenvolvimento humano. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter analítico-reflexivo, fundamentada em produções científicas relacionadas à Psicologia Escolar Crítica, à educação inclusiva e aos processos de escolarização. A análise evidencia que a atuação psicológica no contexto educacional não deve restringir-se à avaliação ou ao atendimento individual do estudante, mas envolver professores, famílias, equipes pedagógicas e demais integrantes da comunidade educativa. Conclui-se que uma perspectiva crítica e institucional da Psicologia Escolar pode contribuir para deslocar o foco das supostas limitações individuais para a análise das condições concretas de escolarização, favorecendo práticas mais acessíveis, participativas e comprometidas com o direito à educação.</p> Daiane de Lourdes Alves Velho, Vanderleia da Rosa de Deus, Danielle Cristina Pazinato, Ana Paula Ribeiro Messias de Andrade, Rosemeri Seibel Zuffo, Kamilla de Carvalho Almeida Copyright (c) 2026 Daiane de Lourdes Alves Velho, Vanderleia da Rosa de Deus, Danielle Cristina Pazinato, Ana Paula Ribeiro Messias de Andrade, Rosemeri Seibel Zuffo, Kamilla de Carvalho Almeida https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/761 Wed, 12 Aug 2026 00:00:00 -0300 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES PARA O PLANEJAMENTO DOCENTE https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/762 <p>A presença das tecnologias digitais no cotidiano escolar tem provocado mudanças nas formas de ensinar, aprender e organizar o trabalho pedagógico. Entre os recursos que ganharam maior visibilidade nos últimos anos encontra-se a Inteligência Artificial Generativa (IAG), capaz de produzir textos, atividades, imagens e outros conteúdos a partir das orientações fornecidas pelo usuário. No campo educacional, sua utilização amplia possibilidades de criação e organização de materiais, mas também suscita questões relacionadas à confiabilidade das informações, à formação docente, à autoria, à privacidade e aos limites éticos de sua aplicação. Este artigo tem como objetivo analisar contribuições e desafios da Inteligência Artificial Generativa, especialmente do ChatGPT, para o planejamento de professores de Matemática nos anos finais do Ensino Fundamental. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, bibliográfica e exploratória, fundamentada na análise de literatura sobre Inteligência Artificial, tecnologias educacionais, planejamento pedagógico e Educação Matemática, considerando também a Base Nacional Comum Curricular e os resultados apresentados por Riegel (2024). As análises indicam que ferramentas generativas podem auxiliar na elaboração de planos de aula, atividades, problemas contextualizados e estratégias didáticas, desde que os conteúdos produzidos sejam examinados criticamente pelo professor. Conclui-se que a IAG não substitui os conhecimentos profissionais docentes, mas pode constituir recurso complementar ao planejamento quando utilizada com intencionalidade pedagógica, responsabilidade, domínio curricular e critérios de validação.</p> Joeusa Barbosa Cavalcante de Barba, Edena Cristina Broch, Cristina Tondatto Garcia, Maria Eliete Andrade Vitorino, Tamires Cristina Fiuza Velho, Daiane de Lourdes Alves Velho Copyright (c) 2026 Joeusa Barbosa Cavalcante de Barba, Edena Cristina Broch, Cristina Tondatto Garcia, Maria Eliete Andrade Vitorino, Tamires Cristina Fiuza Velho, Daiane de Lourdes Alves Velho https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/762 Wed, 12 Aug 2026 00:00:00 -0300 DIDÁTICA CRÍTICA E TECNOLOGIAS DIGITAIS: DESAFIOS À FORMAÇÃO DOCENTE CONTEMPORÂNEA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/763 <p>Este artigo analisa as relações entre Didática crítica, tecnologias digitais e formação docente, problematizando concepções instrumentais que subordinam o ensino à eficiência, à padronização e ao desenvolvimento de competências orientadas predominantemente pelas demandas do mercado. Parte-se do entendimento de que os recursos tecnológicos não possuem neutralidade pedagógica e de que sua incorporação aos processos educativos precisa ser examinada à luz das finalidades sociais, políticas e formativas da educação. Metodologicamente, desenvolveu-se uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter analítico-interpretativo, fundamentada em produções que discutem a trajetória da Didática, as relações entre currículo e cibercultura e as tensões contemporâneas entre perspectivas críticas, neoliberalismo e tecnocracia educacional. A análise foi organizada em três eixos: a constituição histórica da racionalidade técnico-instrumental na Didática; as relações entre currículo, tecnologias digitais e formação docente; e as possibilidades da Didática crítica diante das tendências neotecnicistas contemporâneas. Os resultados evidenciam que a inovação tecnológica, quando dissociada de intencionalidade pedagógica e reflexão crítica, pode reproduzir práticas centradas no controle, na eficiência e na adaptação dos sujeitos. Em contraposição, perspectivas críticas compreendem as tecnologias como mediações culturais que podem favorecer autoria, diálogo, colaboração e produção de conhecimentos. Conclui-se que a formação docente necessita articular domínio tecnológico, conhecimento pedagógico e leitura crítica das condições sociais que atravessam o trabalho educativo.</p> Joeusa Barbosa Cavalcante de Barba , Cátia Oliveira Fernandes Peres, Edena Cristina Broch, Edineia Silva Macedo Escaliar, Sonia Maria de Santana, Daiane de Lourdes Alves Velho Copyright (c) 2026 Joeusa Barbosa Cavalcante de Barba , Cátia Oliveira Fernandes Peres, Edena Cristina Broch, Edineia Silva Macedo Escaliar, Sonia Maria de Santana, Daiane de Lourdes Alves Velho https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/763 Wed, 12 Aug 2026 00:00:00 -0300 TECNOLOGIA, TRABALHO E FORMAÇÃO HUMANA: DESAFIOS PARA O CURRÍCULO DO ENSINO MÉDIO https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/764 <p>As transformações tecnológicas e produtivas ocorridas nas últimas décadas repercutiram de maneira significativa sobre as políticas educacionais e sobre as concepções de formação destinadas ao Ensino Médio. Nesse contexto, a aproximação entre educação, tecnologia e mundo do trabalho passou a ocupar posição relevante nas reformas curriculares, especialmente por meio da valorização das competências, das habilidades e da aplicação dos conhecimentos escolares em situações sociais e profissionais. Este artigo tem como objetivo analisar criticamente as relações entre tecnologia, trabalho e formação humana presentes nas políticas curriculares do Ensino Médio, problematizando os limites de uma concepção educacional orientada predominantemente pelas demandas do setor produtivo. Trata-se de pesquisa bibliográfica e documental, de abordagem qualitativa, fundamentada principalmente nas discussões desenvolvidas por Silva (2009), em diálogo com Bernstein (1996), Tanguy e Ropé (1997), Ferretti (1997), Kuenzer (2000, 2002), Lopes (2002) e Macedo (2002), além dos documentos educacionais examinados pela literatura de referência. A análise evidencia que a inserção das noções de competência e tecnologia no currículo não ocorre de maneira neutra, pois envolve diferentes concepções de conhecimento, trabalho e formação. Verifica-se, ainda, que as instituições escolares reinterpretam as prescrições oficiais conforme suas condições institucionais e práticas pedagógicas. Conclui-se que a articulação entre educação, tecnologia e trabalho precisa ultrapassar perspectivas meramente instrumentais, favorecendo uma formação que associe conhecimentos científicos e tecnológicos à compreensão crítica das relações sociais e históricas.</p> Marcos Aurélio Chagas Cardoso, Barbara Soraya Lima dos Santos, Patricia Dias da Costa Marinho, Volnei Fehlauer, Paula Grasiela Martini, Daiane de Lourdes Alves Velho Copyright (c) 2026 Marcos Aurélio Chagas Cardoso, Barbara Soraya Lima dos Santos, Patricia Dias da Costa Marinho, Volnei Fehlauer, Paula Grasiela Martini, Daiane de Lourdes Alves Velho https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/764 Wed, 12 Aug 2026 00:00:00 -0300 BULLYING NO CONTEXTO ESCOLAR: DESAFIOS, CONSEQUÊNCIAS E POSSIBILIDADES DE PREVENÇÃO https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/765 <p>O bullying constitui uma das manifestações de violência presentes no cotidiano escolar e exige atenção por seus efeitos sobre a convivência, o desenvolvimento socioemocional e o processo de escolarização de crianças e adolescentes. Diferentemente de conflitos ocasionais, caracteriza-se pela repetição das agressões, pela intencionalidade e pela existência de desequilíbrio de poder entre os envolvidos. Este artigo tem como objetivo analisar as características do bullying no contexto escolar, suas repercussões para os sujeitos envolvidos e as possibilidades de prevenção e enfrentamento construídas pela escola em articulação com professores, famílias e profissionais da Psicologia Escolar/Educacional. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter descritivo-analítico, fundamentada principalmente em Freire e Aires (2012) e Gomes et al. (2022), além de autores mobilizados por esses estudos. A análise evidencia que o fenômeno não pode ser explicado exclusivamente pelo comportamento individual do estudante, pois envolve relações estabelecidas nos espaços escolar, familiar e social. Os estudos examinados também apontam dificuldades de professores na identificação de determinadas manifestações do bullying e indicam a necessidade de formação específica para reconhecer situações de intimidação e realizar encaminhamentos adequados. Conclui-se que ações pontuais e exclusivamente punitivas apresentam alcance limitado. O enfrentamento requer políticas institucionais permanentes, espaços de escuta, fortalecimento dos vínculos, participação estudantil, aproximação com as famílias, formação dos profissionais e atuação articulada da comunidade escolar.</p> Marcos Aurélio Chagas Cardoso, Paula Grasiela Martini, Edilamar Nava Bicego, Claudiomiro dos Santos Pereira, Daiane de Lourdes Alves Velho, Adnilce Lara Araujo Copyright (c) 2026 Marcos Aurélio Chagas Cardoso, Paula Grasiela Martini, Edilamar Nava Bicego, Claudiomiro dos Santos Pereira, Daiane de Lourdes Alves Velho, Adnilce Lara Araujo https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/765 Wed, 12 Aug 2026 00:00:00 -0300 ALGORITMOS E A FRAGMENTAÇÃO DO MUNDO COMUM NA EDUCAÇÃO: PLATAFORMIZAÇÃO, REALIDADES PARALELAS E RESISTÊNCIA PEDAGÓGICA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/766 <p>Este artigo analisa de que modo a personalização algorítmica e a plataformização da educação interferem nas condições de construção de um mundo comum, compreendido, a partir de Hannah Arendt, como espaço compartilhado entre sujeitos plurais. Adota-se abordagem qualitativa, bibliográfica e documental, desenvolvida em perspectiva teórico-ensaística. O corpus reúne obras de Arendt e de comentadores brasileiros, estudos do Sul Global sobre colonialidade dos dados, racismo algorítmico e soberania tecnológica, pesquisas nacionais sobre currículo, inteligência artificial e trabalho docente, além de indicadores das pesquisas TIC Kids Online Brasil 2024 e TIC Educação 2024. A análise evidencia que os sistemas algorítmicos não determinam mecanicamente opiniões, mas reorganizam visibilidades, frequências, ausências e oportunidades de encontro com perspectivas divergentes. No campo educacional, a plataformização converte experiências em dados, amplia a participação de agentes privados e pode transferir parte da autoridade curricular e pedagógica para infraestruturas corporativas. Conclui-se que a escola pode resistir a esse processo ao preservar a mediação docente, o tempo do estudo, o julgamento crítico e a construção coletiva de critérios para o uso das tecnologias. A literacia algorítmica, articulada à responsabilidade pública, constitui uma possibilidade de reconstrução do mundo comum sem rejeição das culturas digitais.</p> Tatiana dos Santos, Camila do Nascimento Kuhnen, Edinaldo Enoque da Silva Júnior, Jenerton Arlan Schütz Copyright (c) 2026 Tatiana dos Santos, Camila do Nascimento Kuhnen, Edinaldo Enoque da Silva Júnior, Jenerton Arlan Schütz https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/766 Thu, 13 Aug 2026 00:00:00 -0300 BURNOUT E SAÚDE MENTAL DE PROFISSIONAIS DA SAÚDE: DETERMINANTES ORGANIZACIONAIS, REPERCUSSÕES ASSISTENCIAIS E DESAFIOS À PROTEÇÃO DO TRABALHADOR https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/767 <p class="pdq2pgselectionanchorcontainer" style="margin: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-size: 10.0pt;">O burnout e o adoecimento mental entre profissionais da saúde constituem desafios relevantes para a saúde do trabalhador, com repercussões que ultrapassam a dimensão individual e alcançam a qualidade da assistência, a segurança do paciente e a proteção do trabalhador. Este estudo teve como objetivo analisar criticamente as evidências científicas acerca do burnout e da saúde mental de profissionais da saúde, com ênfase nos determinantes organizacionais, nas repercussões assistenciais e nos desafios relacionados à proteção da saúde do trabalhador. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, conduzida conforme as recomendações do Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses (PRISMA 2020). As buscas foram realizadas nas bases PubMed/MEDLINE, SciELO, LILACS/BVS e Portal de Periódicos CAPES, mediante descritores controlados DeCS/MeSH e operadores booleanos. Foram considerados estudos publicados entre 2021 e 2026, nos idiomas português, inglês e espanhol, sendo selecionados 23 estudos para composição do corpus analítico. Os resultados evidenciaram elevada ocorrência de burnout, especialmente entre médicos, enfermeiros e residentes, associada principalmente à sobrecarga laboral, jornadas prolongadas, insuficiência de recursos, precarização das relações de trabalho, violência ocupacional e baixo suporte organizacional. A exaustão emocional destacou-se como manifestação recorrente, relacionada a ansiedade, depressão, absenteísmo, intenção de abandono profissional, comprometimento da segurança do paciente e redução da qualidade da assistência. Conclui-se que o burnout constitui fenômeno multifatorial fortemente relacionado às condições de organização do trabalho, demandando estratégias institucionais e políticas públicas que ultrapassem intervenções centradas exclusivamente na responsabilização individual e fortaleçam a promoção da saúde mental, a valorização profissional e a proteção do trabalhador.</span></p> Jádia Elane Oliveira, Ederson de Paula Nero, Karina Lage Vianna Terceiro, Arcanja Dalva Caldeira Santana, Vanessa Juliana Rodrigues Pereira, Nilza Suarez da Motta, Marcia Silva de Oliveira, Vânia Gomes de Meira Freitas Gomes, Gilberto Marcio de Castro, Rafael Martins de Souza Copyright (c) 2026 Jádia Elane Oliveira, Ederson de Paula Nero, Karina Lage Vianna Terceiro, Arcanja Dalva Caldeira Santana, Vanessa Juliana Rodrigues Pereira, Nilza Suarez da Motta, Marcia Silva de Oliveira, Vânia Gomes de Meira Freitas Gomes, Gilberto Marcio de Castro, Rafael Martins de Souza https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/767 Fri, 14 Aug 2026 00:00:00 -0300 HISTÓRIA, EDUCAÇÃO E CULTURA: NOVOS OLHARES SOBRE A ESCOLA E AS PRÁTICAS EDUCATIVAS https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/768 <p>O artigo analisa as contribuições da História Cultural para a renovação da História da Educação, com atenção à constituição do campo, à ampliação de objetos e fontes e à interpretação da escola como espaço histórico e cultural. Trata-se de pesquisa bibliográfica, qualitativa e histórico-interpretativa, fundamentada principalmente no estudo de Francisco José Calazans Falcon sobre as relações entre História Cultural e História da Educação e, para a organização metodológica, nas contribuições de Galvão e Ricarte sobre revisão de literatura. A análise evidencia que a trajetória da História da Educação foi marcada por fronteiras disciplinares e institucionais, mas a aproximação com a História Cultural favoreceu a incorporação de práticas, representações, leituras, impressos, mediações, memórias e experiências cotidianas como problemas de investigação. Argumenta-se que a renovação historiográfica não elimina o estudo das instituições e políticas, mas permite articulá-las às apropriações e ações dos sujeitos. Conclui-se que compreender historicamente a educação exige situá-la na complexa trama cultural e social em que se produz, reconhecendo a escola como espaço de circulação, produção e transformação de saberes e sentidos.</p> Adriana Coelho Biazatti, Cleonice Bortolomedi Zitkoski, Kamilla de Carvalho Almeida, Adnilce Lara Araujo, Liliane Oliveira Souza Rodrigues, Daiane de Lourdes Alves Velho Copyright (c) 2026 Adriana Coelho Biazatti, Cleonice Bortolomedi Zitkoski, Kamilla de Carvalho Almeida, Adnilce Lara Araujo, Liliane Oliveira Souza Rodrigues, Daiane de Lourdes Alves Velho https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/768 Sat, 15 Aug 2026 00:00:00 -0300 FILOSOFIA E EDUCAÇÃO NA FORMAÇÃO DO PENSAMENTO CRÍTICO: DIÁLOGO, AUTONOMIA E CIDADANIA NA ERA DIGITAL https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/722 <p>Este artigo analisa as contribuições da Filosofia para a Educação, com ênfase na formação do pensamento crítico, na autonomia intelectual, no diálogo e nos desafios introduzidos pela cultura digital. A pesquisa é bibliográfica, qualitativa e analítico-interpretativa, fundamentada em dois artigos científicos publicados em 2026 e nas obras por eles mobilizadas. A discussão articula formação filosófica e docência, experiência do pensar, práxis emancipadora, cibercultura, ética, inteligência artificial e cidadania digital. Os resultados da análise indicam que a Filosofia amplia a capacidade de problematizar informações, examinar argumentos, reconhecer implicações éticas das tecnologias e construir posicionamentos fundamentados. Evidenciam, ainda, que a presença de recursos digitais não substitui a mediação pedagógica nem assegura, por si só, inovação ou aprendizagem crítica. Conclui-se que a formação filosófica permanece indispensável a uma educação humanizadora e democrática, especialmente em contextos marcados pela aceleração informacional, pela desinformação e pelo uso crescente de sistemas de inteligência artificial. A contribuição do estudo está em aproximar os debates sobre formação docente e cultura digital, defendendo a Filosofia como espaço de reflexão, responsabilidade e participação cidadã.</p> Aureliana Rosa da Silva, Ronaldo Manoel das Mercês, Eliane Terezinha Dapper, Danielle Cristina Pazinato, Daiane de Lourdes Alves Velho Copyright (c) 2026 Aureliana Rosa da Silva, Ronaldo Manoel das Mercês, Eliane Terezinha Dapper, Danielle Cristina Pazinato, Daiane de Lourdes Alves Velho https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/722 Sat, 15 Aug 2026 00:00:00 -0300 TECNOLOGIAS, COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO: NOVOS CAMINHOS PARA A PRÁTICA PEDAGÓGICA CONTEMPORÂNEA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/769 <p>As transformações tecnológicas ocorridas nas últimas décadas modificaram significativamente as formas pelas quais as pessoas se comunicam, acessam informações, estabelecem relações sociais e constroem conhecimentos. No campo educacional, essas mudanças colocam a escola diante da necessidade de rever práticas pedagógicas historicamente consolidadas, sobretudo aquelas centradas na transmissão unilateral de conteúdos. Este artigo tem como objetivo analisar as relações entre comunicação, tecnologias da informação e comunicação e prática pedagógica, discutindo suas contribuições para os processos de ensino e aprendizagem e os desafios relacionados à atuação docente. Trata-se de pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter analítico-interpretativo, desenvolvida a partir de produções presentes no material documental utilizado, com ênfase em autores que discutem comunicação, cultura, cibercultura, tecnologias educacionais, hipertexto e mediação pedagógica. A análise evidencia que a presença de recursos tecnológicos na escola, isoladamente, não assegura inovação educacional. Sua contribuição depende da intencionalidade pedagógica, do planejamento, da formação dos professores e da capacidade de articular diferentes linguagens aos objetivos educacionais. Conclui-se que a integração das tecnologias ao ensino precisa ultrapassar a dimensão instrumental, constituindo-se como possibilidade de ampliar formas de expressão, participação, pesquisa, autoria e construção compartilhada do conhecimento.</p> Marcos Aurelio chagas Cardoso, Barbara Soraya Lima dos Santos, Lindiana Maria Côgo Lordelo, Vanderleia da Rosa de Deus, Ana Paula Ribeiro Messias de Andrade, Daiane de Lourdes Alves Velho Copyright (c) 2026 Marcos Aurelio chagas Cardoso, Barbara Soraya Lima dos Santos, Lindiana Maria Côgo Lordelo, Vanderleia da Rosa de Deus, Ana Paula Ribeiro Messias de Andrade, Daiane de Lourdes Alves Velho https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/769 Sat, 15 Aug 2026 00:00:00 -0300 ENSINO COLABORATIVO, ACOLHIMENTO E CUIDADO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: CAMINHOS PARA PARTICIPAÇÃO E APRENDIZAGEM https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/770 <p>Este artigo analisa de que modo o ensino colaborativo, o acolhimento e o cuidado podem contribuir para a construção de práticas pedagógicas inclusivas orientadas à participação e à aprendizagem. Trata-se de pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter analítico-interpretativo, desenvolvida a partir de produções sobre educação inclusiva, trabalho colaborativo, coensino, formação docente, consultoria colaborativa e metodologias ativas. O corpus reuniu produções diretamente relacionadas ao ensino colaborativo, à educação inclusiva e à organização de práticas pedagógicas capazes de ampliar a participação dos estudantes. A seleção privilegiou textos que permitissem discutir, de maneira articulada, corresponsabilização docente, planejamento conjunto, acessibilidade curricular e formação profissional. A leitura do material foi organizada em quatro eixos de análise: colaboração docente; acesso ao currículo e estratégias pedagógicas; acolhimento e cuidado; formação continuada e condições institucionais. A análise mostra que a simples presença de dois profissionais na sala de aula não configura ensino colaborativo: sua efetivação depende da definição compartilhada de objetivos, da divisão equilibrada de responsabilidades e do acompanhamento conjunto da aprendizagem. Também se verificou que propostas flexíveis, inclusive as inspiradas no Desenho Universal para a Aprendizagem, ampliam possibilidades de participação quando articuladas a mediações intencionais. Conclui-se que a inclusão escolar requer uma cultura institucional de colaboração, sustentada por formação em serviço, tempo de planejamento e compromisso ético com as singularidades dos estudantes.</p> Daiane de Lourdes Alves Velho, Sandra Maria dos Santos Vital, Irene Carillo Romero Beber, Chiara Maria Seidel Luciano Dias Copyright (c) 2026 Daiane de Lourdes Alves Velho, Sandra Maria dos Santos Vital, Irene Carillo Romero Beber, Chiara Maria Seidel Luciano Dias https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/770 Sun, 16 Aug 2026 00:00:00 -0300 A INDEFINIÇÃO NORMATIVO-INSTITUCIONAL DAS ATRIBUIÇÕES DA ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL E SEUS IMPACTOS NA GESTÃO ESCOLAR https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/771 <p>O presente artigo analisa como a literatura e os referenciais normativos caracterizam a indefinição das atribuições da Orientação Educacional, o desvio de função e a sobrecarga na gestão escolar. Realizou-se uma pesquisa bibliográfico-documental, de abordagem qualitativa, fundamentada na análise de conteúdo temática de um corpus fechado composto por três artigos científicos e pela legislação educacional brasileira (Decreto nº 72.846/1973 e Lei nº 9.394/1996). Os resultados indicam que, segundo a literatura analisada, a ausência de delimitação funcional tende a criar uma área de sobreposição entre o Coordenador Pedagógico e o Orientador Educacional. Ademais, aponta-se que a omissão da obrigatoriedade do cargo na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional favoreceu processos de precarização e desvio de atuação, manifestados na absorção de tarefas burocráticas, condutas punitivas e cobranças por práticas clínicas. Conclui-se que o corpus investigado caracteriza a ambiguidade funcional como fator que compromete a identidade profissional do orientador e desorganiza a estrutura colaborativa da gestão escolar.</p> Alan Eder Pereira Copyright (c) 2026 Alan Eder Pereira https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/771 Sun, 16 Aug 2026 00:00:00 -0300 CULTURA VISUAL E LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: DESAFIOS E POSSIBILIDADES PEDAGÓGICAS https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/772 <p>Este artigo analisa a cultura visual e o letramento na educação de estudantes surdos, considerando a experiência visuoespacial, a Libras e a língua portuguesa escrita como segunda língua. Objetiva compreender de que modo esses fundamentos podem orientar práticas pedagógicas bilíngues, multimodais e culturalmente responsivas, bem como identificar desafios que limitam sua efetivação. Desenvolve-se uma pesquisa bibliográfica, qualitativa e interpretativa, com base em dezenove estudos brasileiros publicados entre 2009 e 2025, distribuídos nos campos da educação, da linguagem, do currículo e da educação especial. A análise evidencia que a simples inserção de imagens não constitui pedagogia visual, pois os recursos precisam ser planejados em relação aos objetivos, às línguas de instrução, à organização da atenção, à participação autoral e à avaliação. Os resultados apontam como obstáculos o acesso tardio à Libras, práticas fonocêntricas, formação docente insuficiente, dependência exclusiva do intérprete e descontinuidade institucional. Conclui-se que a articulação entre Libras, português escrito e recursos multimodais amplia o acesso ao currículo e reconhece o estudante surdo como leitor, interlocutor, autor e produtor de conhecimento.</p> Gleice Kelly Rocha do Nascimento, Carlos Roberto Martins, Taynan Alécio da Silva Copyright (c) 2026 Gleice Kelly Rocha do Nascimento, Carlos Roberto Martins, Taynan Alécio da Silva https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/772 Mon, 17 Aug 2026 00:00:00 -0300 HERANÇAS VISUAIS ENTRE GERAÇÕES: IDENTIDADE, CULTURA E MEMÓRIA SURDA NA EXPERIÊNCIA DODA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/773 <p>Este artigo analisa as heranças visuais transmitidas entre gerações na experiência DODA, compreendida como a vivência de pessoas surdas filhas de adultos surdos. O objetivo consiste em examinar como a Libras, a visualidade, a memória coletiva e as práticas culturais participam da constituição identitária e do pertencimento surdo. Desenvolve-se uma pesquisa bibliográfica, qualitativa e interpretativa, fundamentada em dezoito trabalhos únicos publicados entre 2009 e 2025. O corpus foi organizado nos eixos língua e visualidade, identidade e pertencimento, memória e transmissão cultural, família, educação e instituições. Os resultados indicam que a continuidade linguística familiar pode favorecer acesso precoce à Libras, referências positivas de vida surda e circulação de narrativas comunitárias. Demonstram também que essa continuidade não elimina diferenças geracionais nem barreiras escolares e sociais. Os estudos sobre sujeitos CODA contribuem comparativamente para compreender a socialização familiar, desde que suas experiências não sejam confundidas com a posição DODA. Conclui-se que as heranças visuais constituem práticas dinâmicas de continuidade, recriação e resistência, cuja preservação depende da atuação articulada da família, da comunidade surda e de instituições linguisticamente acessíveis.</p> Christiane Carpinteiro Lamarão, Carlos Roberto Martins, Ramon Dias de Araújo, Luciane Cruz Silveira Copyright (c) 2026 Christiane Carpinteiro Lamarão, Carlos Roberto Martins, Ramon Dias de Araújo, Luciane Cruz Silveira https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/773 Mon, 17 Aug 2026 00:00:00 -0300 QUANDO INFORMAR NÃO BASTA: LINGUAGEM SIMPLES, COMUNICAÇÃO DE RISCO E PARTICIPAÇÃO INFORMADA NAS DECISÕES PÚBLICAS SOBRE MORADIA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/774 <p>O artigo investiga a participação informada como requisito de legitimidade das decisões públicas que incidem sobre moradia em áreas urbanas de risco. O problema consiste em saber se a disponibilização formal de laudos, mapas e classificações técnicas satisfaz os deveres de informação e participação no Estado Democrático de Direito. A hipótese sustenta que a publicidade do dado técnico não se confunde com sua compreensão e que decisões capazes de produzir interdição, remoção, reassentamento, obras ou permanência condicionada exigem procedimentos que permitam aos sujeitos atingidos encontrar, compreender, usar, questionar e influenciar a informação relevante. A pesquisa adota abordagem qualitativa, raciocínio dedutivo e procedimentos bibliográfico e documental, articulando a Constituição, o Estatuto da Cidade, a Lei de Acesso à Informação, a legislação de proteção e defesa civil, a Política Nacional de Linguagem Simples e referenciais de comunicação e governança do risco. Como resultado, propõe-se um standard jurídico de participação informada estruturado em cinco dimensões: inteligibilidade e acessibilidade; transparência sobre natureza e incerteza do risco; apresentação de alternativas e consequências; possibilidade efetiva de influência; e devolutiva motivada e rastreável. Conclui-se que a participação não substitui o conhecimento técnico, mas qualifica a forma pela qual a técnica ingressa na decisão pública e afeta direitos, territórios e modos de vida.</p> Mirela Marquezan Copyright (c) 2026 Mirela Marquezan https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/774 Mon, 17 Aug 2026 00:00:00 -0300 ENTRE A LEI E A ESCOLA: POLÍTICAS EDUCACIONAIS, DIREITO À EDUCAÇÃO E DESAFIOS DA INCLUSÃO https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/775 <p>As políticas educacionais brasileiras foram constituídas em meio a disputas sociais, mudanças legislativas e reivindicações pelo reconhecimento da educação como direito. Embora o ordenamento jurídico tenha avançado na definição de garantias relacionadas ao acesso, à permanência, à equidade e à inclusão, a existência de normas não assegura, isoladamente, sua concretização no cotidiano das instituições de ensino. Este artigo analisa as relações entre legislação, formulação de políticas e práticas escolares, com atenção particular à educação inclusiva e ao Atendimento Educacional Especializado. Trata-se de pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter analítico-interpretativo, fundamentada nos estudos de Neves (2026), Penna (2004) e Lockmann (2026), bem como nos marcos legais discutidos nessas produções. A análise demonstra que as políticas adquirem significado efetivo quando encontram condições institucionais para sua realização, envolvendo financiamento, formação profissional, recursos pedagógicos, acessibilidade, acompanhamento e articulação entre professores. No campo da educação especial, as Salas de Recursos Multifuncionais representam importante estratégia de apoio, porém não podem ser compreendidas como solução isolada para os desafios da escolarização inclusiva. Conclui-se que a distância entre previsão normativa e experiência escolar permanece como questão central das políticas públicas de educação, sendo necessário transformar direitos reconhecidos juridicamente em condições concretas de participação e aprendizagem.</p> Eliete Souza Oliveira, Elizeu Vaz da Silva, Cris Mariel Jovita de Castro, Suetânia Rios Pagnussatt, Tamires Cristina Fiuza Velho, Daiane de Lourdes Alves Velho Copyright (c) 2026 Eliete Souza Oliveira, Elizeu Vaz da Silva, Cris Mariel Jovita de Castro, Suetânia Rios Pagnussatt, Tamires Cristina Fiuza Velho, Daiane de Lourdes Alves Velho https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/775 Tue, 18 Aug 2026 00:00:00 -0300 LUDICIDADE, ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NOS ANOS INICIAIS: UMA REVISÃO CRÍTICA SOBRE APRENDIZAGEM, MEDIAÇÃO DOCENTE E INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/776 <p>A ludicidade desempenha um papel fundamental no processo de alfabetização e letramento, pois favorece a construção do conhecimento de forma significativa, estimulando o desenvolvimento integral da criança. Nesse contexto, o brincar constitui uma importante estratégia pedagógica capaz de despertar o interesse dos estudantes, promover a participação ativa nas atividades escolares e facilitar a aquisição da leitura e da escrita. O presente artigo tem como objetivo analisar a importância da ludicidade no processo de alfabetização e letramento, evidenciando suas contribuições para o desenvolvimento cognitivo, social, afetivo e motor das crianças. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, de natureza bibliográfica, desenvolvida por meio da análise de livros, artigos científicos e documentos que abordam a temática. Os resultados da investigação apontam que a utilização de práticas lúdicas torna o processo de ensino e aprendizagem mais dinâmico, motivador e significativo, contribuindo para o desenvolvimento da criatividade, da autonomia, da interação social e do pensamento crítico. Conclui-se que a ludicidade, quando planejada de forma intencional e integrada às práticas pedagógicas, constitui um recurso indispensável para favorecer o processo de alfabetização e letramento, promovendo uma aprendizagem mais eficaz e contextualizada.</p> Iracilda Góis da Silva, Jane Cleide Roque de Souza Calazans, Leila Cristina Gonçalves Copyright (c) 2026 Iracilda Góis da Silva, Jane Cleide Roque de Souza Calazans, Leila Cristina Gonçalves https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/776 Tue, 18 Aug 2026 00:00:00 -0300 EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE CRISE: INSURGÊNCIAS E MOVIMENTOS SOCIOPOLÍTICOS https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/729 <p><br><br></p> Dieison Prestes da Silveira, Denise da Costa Dias Copyright (c) 2026 Dieison Prestes da Silveira, Denise da Costa Dias https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/729 Thu, 23 Jul 2026 00:00:00 -0300