BIOESTATÍSTICA NA PESQUISA EDUCACIONAL: CONTRIBUIÇÕES DA ANÁLISE QUANTITATIVA PARA A PRODUÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE EVIDÊNCIAS

Authors

  • Daiane de Lourdes Alves Velho Saint Alcuin of York Anglican College
  • Luciana Oczinski Vieira Saint Alcuin of York Anglican College
  • Marcos Aurelio chagas Cardoso Saint Alcuin of York Anglican College
  • Sandra Maria dos Santos Vital Saint Alcuin of York Anglican College
  • Elinete Lins de Vieira Saint Alcuin of York Anglican College
  • Eliane Siqueira Barrozo Rogeri Saint Alcuin of York Anglican College
  • Idalina Miranda Silva Saint Alcuin of York Anglican College

DOI:

https://doi.org/10.46550/ilustracao.v7i8.753

Abstract

A produção do conhecimento no campo educacional demanda procedimentos metodológicos capazes de organizar e interpretar informações provenientes de diferentes contextos, sujeitos e processos de aprendizagem. Nesse cenário, a bioestatística apresenta possibilidades para o tratamento de dados quantitativos, favorecendo a identificação de padrões, variações, associações e tendências que podem subsidiar a construção de evidências em pesquisas. Este artigo tem como objetivo analisar as contribuições da bioestatística para a pesquisa educacional, considerando suas possibilidades de aplicação e os cuidados necessários à interpretação dos resultados. Metodologicamente, caracteriza-se como uma pesquisa bibliográfica, fundamentada em produções que discutem princípios estatísticos, procedimentos de investigação científica e aplicações da análise quantitativa nas Ciências Humanas. A discussão contempla aspectos relacionados à organização e descrição dos dados, população e amostra, medidas de tendência central e variabilidade, testes de hipóteses e análise de associações, reconhecendo que a escolha dos procedimentos deve estar articulada ao problema e ao delineamento da investigação. Os estudos examinados também indicam que o rigor quantitativo não dispensa uma leitura criteriosa dos fenômenos humanos, uma vez que a interpretação dos resultados requer atenção às características dos sujeitos e aos contextos nos quais os dados são produzidos. Conclui-se que a bioestatística, quando empregada de maneira metodologicamente coerente, pode contribuir para o rigor da pesquisa educacional e para uma interpretação mais fundamentada das evidências, sem reduzir a complexidade dos processos educativos à dimensão numérica.

Author Biographies

Daiane de Lourdes Alves Velho, Saint Alcuin of York Anglican College

Doutoranda em Educação pela Saint Alcuin of York Anglican College

Luciana Oczinski Vieira, Saint Alcuin of York Anglican College

Doutoranda em Educação pela Saint Alcuin of York Angelican College

Marcos Aurelio chagas Cardoso, Saint Alcuin of York Anglican College

Doutor em Educação pela Saint Alcuin of York Anglican College

Sandra Maria dos Santos Vital, Saint Alcuin of York Anglican College

Doutoranda em Educação pela Saint Alcuin of York Anglican College

Elinete Lins de Vieira, Saint Alcuin of York Anglican College

Doutoranda em Educação pela Saint Alcuin of York Anglican College

Eliane Siqueira Barrozo Rogeri, Saint Alcuin of York Anglican College

Doutoranda em Educação pela Saint Alcuin of York Anglican College

Idalina Miranda Silva, Saint Alcuin of York Anglican College

Doutoranda em Educação pela Saint Alcuin of York Anglican College

Published

07-08-2026

How to Cite

Velho, D. de L. A., Vieira, L. O., Cardoso, M. A. chagas, Vital, S. M. dos S., Vieira, E. L. de, Rogeri, E. S. B., & Silva, I. M. (2026). BIOESTATÍSTICA NA PESQUISA EDUCACIONAL: CONTRIBUIÇÕES DA ANÁLISE QUANTITATIVA PARA A PRODUÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE EVIDÊNCIAS. Revista Ilustração, 7(8), 331–352. https://doi.org/10.46550/ilustracao.v7i8.753