APRENDIZAGEM ATIVA: MENOS QUADRO, MAIS PARTICIPAÇÃO

Authors

  • Maria do Socorro da Cruz Brito Universidad Internacional Tres Fronteras, Paraguai
  • Sivanildo de Sousa Martins Faculdade Porto Velho, Brasil
  • Maiko Jhonson da Silva Universidade da Amazônia, Brasil
  • Ellen Moreira Rosa MUST University, Estados Unidos
  • Fernanda Ribeiro Jordão Guimarães Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, Brasil
  • Silvania Campos de Jesus Manciolli Universidad Internacional Tres Fronteras, Paraguai
  • Rosangela Miranda Cremonini Instituto Superior Interamericano de Ciencias Sociales, Paraguai
  • Valdenária da Silva Oliveira Alves Universidade Tuiuti do Paraná, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.46550/ilustracao.v7i5.658

Abstract

A aprendizagem ativa na Educação Básica tem suscitado reflexões sobre a necessidade de reorganizar as práticas pedagógicas, especialmente no que se refere ao predomínio da aula expositiva e às possibilidades de maior envolvimento dos estudantes no processo formativo. Nesse contexto, este artigo abordou o uso de projetos e atividades práticas como caminhos para ampliar a participação discente, favorecer a construção do conhecimento e atribuir maior sentido às experiências de aprendizagem escolar. O estudo teve como objetivo analisar como a aprendizagem ativa, com menor centralidade na aula expositiva e maior valorização da participação, dos projetos e das atividades práticas, pôde contribuir para o processo de ensino e aprendizagem na Educação Básica. Para isso, realizou-se pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e finalidade exploratória, baseada no levantamento, na seleção e na análise de produções científicas em língua portuguesa localizadas em base acadêmica, organizadas conforme os eixos temáticos do artigo. A análise permitiu verificar que a aprendizagem ativa favoreceu maior envolvimento dos estudantes, fortalecimento da autonomia, ampliação da criticidade e ressignificação das aulas, tornando o processo educativo mais dinâmico, participativo e contextualizado. Também se constatou que projetos e atividades práticas contribuíram para articular teoria e prática, estimular cooperação e tornar os conteúdos mais significativos. Em contrapartida, observou-se que a efetivação dessas propostas dependeu de formação docente, planejamento, tempo pedagógico, infraestrutura e adequação dos processos avaliativos. Concluiu-se, portanto, que a aprendizagem ativa representou uma possibilidade consistente de qualificação do ensino na Educação Básica, embora sua implementação exigisse condições institucionais e pedagógicas que sustentassem práticas menos passivas e mais participativas.

Published

19-05-2026

How to Cite

Brito, M. do S. da C., Martins, S. de S., Silva, M. J. da, Rosa, E. M., Guimarães, F. R. J., Manciolli, S. C. de J., Cremonini, R. M., & Alves, V. da S. O. (2026). APRENDIZAGEM ATIVA: MENOS QUADRO, MAIS PARTICIPAÇÃO. Revista Ilustração, 7(5), 375–387. https://doi.org/10.46550/ilustracao.v7i5.658

Issue

Section

Artigos Científicos