LITERATURA BRASILEIRA E COMPARADA, TEORIA LITERÁRIA, NARRATIVA, POESIA, LITERATURA E MEMÓRIA, CÂNONE E RESISTÊNCIA

Autores

  • Amarildo João Espíndola Universidade de Brasília, Brasil
  • Davi Pereira da Silva Júnior Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil
  • Herivelton de Vasconcelos Vitor Instituto Nacional de Educação de Surdos, Brasil
  • Mauricio Damasceno Souza Universidade Federal da Bahia, Brasil
  • Patrícia Kelly Pinheiro Souza Instituto Nacional de Educação de Surdos, Brasil
  • Maisa Conceição Silva Universidade Federal de Uberlândia, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.46550/ilustracao.v7i6.673

Resumo

Este artigo discute as relações entre Literatura Brasileira e Comparada, Teoria Literária, Narrativa, Poesia, Memória, Cânone e Resistência, considerando a literatura como uma prática cultural capaz de produzir sentidos, preservar experiências históricas e contribuir para a construção de identidades individuais e coletivas. A partir de uma abordagem bibliográfica fundamentada em estudos da teoria literária, da crítica cultural e da literatura comparada, analisa-se o papel da narrativa e da poesia na elaboração da memória e na representação da subjetividade. O estudo evidencia que a literatura não se limita à reprodução da realidade, mas atua como espaço de recriação simbólica do mundo, articulando linguagem, história e experiência humana. Além disso, discute-se a formação do cânone literário brasileiro e os mecanismos de legitimação cultural que historicamente favoreceram determinadas obras e autores em detrimento de outros. Nesse contexto, destacam-se as produções literárias vinculadas às perspectivas de resistência, especialmente aquelas associadas a grupos historicamente marginalizados, como escritores negros, mulheres e sujeitos periféricos, que questionam os modelos tradicionais de representação e ampliam os horizontes interpretativos da crítica contemporânea. A análise demonstra que a memória literária desempenha papel fundamental na preservação das experiências coletivas, ao mesmo tempo em que possibilita a reelaboração de identidades e a problematização de narrativas hegemônicas. Conclui-se que a literatura constitui um importante instrumento de reflexão crítica, construção de sentidos e resistência cultural, reafirmando sua relevância para a compreensão das relações entre cultura, história, subjetividade e sociedade.

Biografia do Autor

Amarildo João Espíndola, Universidade de Brasília, Brasil

Doutor em Literatura

Davi Pereira da Silva Júnior, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil

Graduado em Letras - Libras

Herivelton de Vasconcelos Vitor, Instituto Nacional de Educação de Surdos, Brasil

Mestrando em Educação Bilingue

Mauricio Damasceno Souza, Universidade Federal da Bahia, Brasil

Mestre em Literatura e Cultura

Patrícia Kelly Pinheiro Souza, Instituto Nacional de Educação de Surdos, Brasil

Mestranda em Educação Bilíngue

Maisa Conceição Silva, Universidade Federal de Uberlândia, Brasil

Doutora em Estudos Linguísticos e Linguística Aplicada.

Publicado

06-06-2026

Como Citar

Espíndola, A. J., Silva Júnior, D. P. da, Vitor, H. de V., Souza, M. D., Souza, P. K. P., & Silva, M. C. (2026). LITERATURA BRASILEIRA E COMPARADA, TEORIA LITERÁRIA, NARRATIVA, POESIA, LITERATURA E MEMÓRIA, CÂNONE E RESISTÊNCIA. Revista Ilustração, 7(6), 55–73. https://doi.org/10.46550/ilustracao.v7i6.673

Edição

Seção

Artigos Científicos